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07 DE MARÇO DE 2014

Publicado: Sexta, 07 de Março de 2014, 11h23 | Última atualização em Quinta, 20 de Dezembro de 2018, 21h23 | Acessos: 787

Clipagem ASCOM
Recife, 07 de março de 2014

 

:: Jornal do Commercio

Caderno C

A vida sob outro ângulo

O descompasso entre a produção e a distribuição ainda é um dos nós górdios do cinema brasileiro. Um dos exemplos mais recentes é a longa espera que o filme pernambucano Eles voltam levou para chegar ao público desde a sua consagração no Festival de Brasília, em setembro de 2012. Só um ano e meio depois, portanto, é que o primeiro longa-metragem de ficção de Marcelo Lordello entra no circuito, chegando às telas do Cinema São Luiz e do Cinema da Fundação.
Por causa disso, o filme perdeu toda uma publicidade gratuita que ganhou ao sair de Brasília com os Candangos de Melhor Filme (dividido com o também pernambucano Era uma vez eu, Verônica, de Marcelo Gomes), de Melhor Atriz (Maria Luíza Tavares) e Melhor Atriz Coadjuvante (Elayne Moura), além do Prêmio da Crítica (Abraccine).
Depois dessa vitória incontestável, Eles voltam representou o cinema pernambucano em inúmeros festivais nacionais e internacionais, entre eles o Festival de Roterdã e a Mostra New Directors New Films, em Nova Iorque, no ano passado. Depois de O som ao redor, foi o filme local que mais rodou o mundo.
Assim como o longa de Kleber Mendonça Filho, Eles voltam também respira o aqui e o agora do tempo em que vivemos. De uma maneira muito sutil e poética, o filme é uma jornada iniciática empreendida por uma menina de 12 que, ao sair de uma redoma e testemunhar outra realidade, percebe diferenças sociais e de formas de relacionamento. Eles voltam começa com um longo prólogo em que assistimos à arenga de Cris (Maria Luiza) e Peu (Georgio Kokkosi), seu irmão mais velho. Eles são deixados no meio de uma estrada pelo pais, que certamente queriam lhes dar uma lição. Como eles não voltam logo, Peu decide se aventurar em busca de uma saída para voltar para casa e deixa Cris sozinha, à beira daestrada. Com exceção do seu início, tudo o que virá pela frente será construído e relativizado pelos olhos de Cris. Fora das fronteiras do lar e dos cuidados paternos, ela passa dias de aprendizado quando é acolhida por uma família de agricultores assentados e outra que vive de faxina e arrumação em casas de veraneio na Praia de Tamandaré, na Litoral Sul do Estado. É lá que ela conhece Jéssica (Elayne Moura), uma menina da mesma idade, mas em tudo diferente dela. Apesar da ausência dos pais revelar, posteriormente, algo difícil para Cris, ao voltar para casa ela será outra pessoa. Sua noção de diferença social explode em conversas com o avô burguês e as coleguinhas da escola, que desprezam quem é diferente. Adepto de um cinema que investiga mais a alma dos personagens e menos suas ações, Marcelo Lordello fez um filme que olha criticamente para a realidade, mas sem sacrificar a poética de suas imagens. Com um olhar sensível, quase feminino, Eles voltam faz do espectador um cúmplice na construção de valores que não devemos menosprezar.

 

Caderno C

Cinema

Eles Voltam (BRA, 2014) – De Marcelo Lordello. Com Maria Luiza Tavares, Georgio Kokkosi. Drama. 12 anos. Cinema da Fundação – 16h30; 18h30; 20h30. Drama. 12 anos.

A Imagem que Falta (L’image manquante, CAM, 2014) – De Rithy Panh. Com Randal Douc. Cinema da Fundação – 14h40. Documentário. 14 anos.

 

:: Folha de Pernambuco

Política

Atuação marcada pela retórica afiada

Guerra possuía um estilo implacável de fazer oposição

A polêmica era um exercício diário de Sérgio Guerra em sua atuação parlamentar, característica herdada daquele que é apontado como seu mentor político, o já falecido ex-deputado e ex-governador do Estado da Guanabara (hoje Rio de Janeiro) Carlos Lacerda. Assim como o ex-líder da UDN, que fustigou os governos de Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek e João Goulart, o tucano apostava no raciocínio rápido, na retórica afiada e na oposição implacável para atacar os governos petistas de Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff. Esse protagonismo lhe rendeu a liderança do PSDB no Senado, Casa que ocupou entre 2003 e 2010, a presidência nacional do partido, entre 2007 e 2013, e a coordenação de duas campanhas presidenciais tucanas (2006 e 2010). Na Câmara Federal, Guerra foi deputado entre 1991 e 1998, pelo PSB, e pelo PSDB de 1999 a 2002, retornando pelo mesmo partido em 2011. Sua dimensão nacional no ninho tucano se ampliou justamente após o partido deixar o Palácio do Planalto, e sua atuação consolidou a sigla como principal força da oposição. Sua última articulação como presidente nacional da sigla foi a delicada escolha do senador Aécio Neves como pré-candidato da sigla à Presidência, nas eleições deste ano. Foi responsável também pelo processo de modernização do partido, reforçando grupos setoriais, a atenção às redes sociais e novas concepções no marketing eleitoral tucano. Ao contrário dos dois colegas tucanos com quem dividia a artilharia de oposição no Senado, Guerra retornou ao Congresso Nacional em 2011, no entanto preferiu uma eleição segura à Câmara Federal. Arthur Virgílio (AM) e Tasso Jereissati (CE) não conseguiram se reeleger. Na outra Casa, onde já lutava contra o câncer que o vitimou, o pernambucano manteve o mesmo ímpeto oposicionista de antes, o que lhe valeu a presença por três anos seguidos na lista dos “cabeças do Congresso”, elaborada pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). Em 1993, o então deputado Sérgio Guerra foi um dos acusados pelo ex-chefe da Assessoria de Orçamento do Senado José Carlos dos Santos de integrarem um grupo de parlamentares que cobravam propinas para liberar recursos e incluir obras na Lei Orçamentária. O pernambucano, na época do PSB, foi inocentado pelo relator da CPI do Orçamento, Roberto Magalhães, em cuja tentativa de reeleição como prefeito do Recife, em 2000, o tucano foi candidato a vice. Dezoito deputados foram acusados e seis perderam o mandato.

LACERDA - Os laços com Carlos Lacerda foram além da esfera política. Consultor e executivo de diversas empresas nacionais, além de ter sido diretor do Departamento de Economia do Instituto de Pesquisas Joaquim Nabuco (atual Fundaj), Sérgio Guerra foi convidado pelo ex-governador da Guanabara para dirigir o grupo Novo Rio, e depois a Datamec, ambas empresas pertencentes ao udenista.

 

Programa

Cris no país das realidades

Produção pernambucana será exibida na Fundaj e Cine São Luiz

A primeira menção pública sobre o projeto "Eles Voltam" (Bra., 2014) - primeiro longa-metragem de ficção de Marcelo Lordello que entra em cartaz hoje no Cinema da Fundação Joaquim Nabuco e Cine São Luiz - aconteceu há oito anos. Era dezembro de 2006 quando a coordenação do concurso de roteiros Ary Severo/Firmo Neto anunciou que os roteiros de Lordello e de Eric Laurence (por "Azul") eram os contemplados daquela edição com R$ 80 mil (cada um) para realizar um curta-metragem. "Azul" cumpriu seu contrato e veio ao mundo como um curta no 42º Festival de Brasília (2009), onde foi premiado pelo som. Já "Eles Voltam" extrapolou todas as expectativas. Primeiro, pelo projeto ter recebido mais fôlego desenvolvendo-se como um longa-metragem com custo total de produção em torno de míseros R$ 250 mil. Segundo, por ter sido eleito o melhor longa do 45ª Festival de Brasília (2012) - ao lado de "Era Uma Vez Eu, Verônica", de Marcelo Gomes. Lá, foi também contemplado pela crítica e deu ainda os Candangos de melhor atriz para as meninas Maria Luiza Tavares (ou apenas Malu), e Elayne Moura (coadjuvante). Daí por diante, foram mais de 20 festivais ao redor do mundo, incluindo Roterdã e o New Director's New Film, em Nova Iorque. O maior valor de "Eles Voltam", entretanto, não está em nenhum troféu, mas em si próprio. Está na beleza e na riqueza de sugestões visuais e humanas que os olhos da menina Cris (Malu), aos 12 anos de idade, testemunham durante sua forçada peregrinação. Está na composição cinematográfica deste compulsório percurso em direção a um mundo no qual a menina é quase uma estrangeira. Sua odisséia inicia ao ser deixada por seus pais no meio do nada, à beira de uma estrada na Zona da Mata pernambucana com seu irmão mais velho, Pêu (Georgio Kokkosi). O que deveria ser um susto como castigo por um mau comportamento transforma-se numa longa espera sem a certeza da volta. Ainda no prólogo de "Eles Voltam", Lordello auxiliado pela bela fotografia de Ivo Lopes Araújo, constrói a perfeita atmosfera na margem da rodovia como um lugar como inóspito tanto para a pré-adolescente sozinha quanto para nós espectadores. Cris, como menina de classe média-alta no Recife contemporâneo, assusta-se com qualquer estranho que se aproxima. Mas basta encerrar os créditos de abertura, ao som de Milton Nascimento - com música do clássico álbum "Clube da Esquina" -, que Lordello inicia seu processo de desconstrução do outro como uma potencial ameaça. O garoto que passa na bicicleta, por exemplo, é o primeiro destes personagens que irão cruzar pela vida de Cris e apresentar-lhe uma nova perspectiva social. São eles que lhe irão ensinar o que não se aprende em livros, nem na televisão ou nas redes sociais virtuais. Um parágrafo a parte deve ser dedicado a atuação de Maria Luiza, cuja preparação passou orientação da atriz Amanda Gabriel. O olhar ora tímido, ora desconfiado e assustado que Malu dá a sua Cris imprimem o tom preciso àquilo que o roteiro de Lordello pede. É, inicialmente, o olhar de quem não entende seu novo ambiente, e depois vai olhando para ele e para seus personagens com carinho e compreensão. Ao final, ela terá amadurecido, e sua relação não será a mesma nem com sua família nem com a vida social que a cerca. "Eles Voltam" é filme para ser visto e revisto. De preferência com pais e filhos juntos, compartilhando o aprendizado dessa viagem em direção ao amadurecimento humano.

 

Guia Folha

Roteirão

Cinema

Eles Voltam / De Marcelo Lordello. Com Maria Luiza Tavares, Georgio Kokkosi, Elayne de Moura, Mauricéia Conceição, Jéssica Silva, Irma Brown, Clara Oliveira, Germando Haiut, Teresa Costa Rêgo. Cris, 12 anos, e seu irmão mais velho são deixados na beira da estrada por seus pais. Em pouco tempo percebem que o castigo vem a se tornar um desafio ainda maior. Cinema da Fundação: 16h30, 18h30, 20h30 (sex, ter, qua) / 14h40, 18h30, 20h30 (sab) / 14h40, 16h40, 18h40 (dom). 12 anos.

A Imagem que Falta / De Rithy Panth. Com imagens fortes, o documentário Rithy Panh busca recriar com “A Imagem que Falta” os anos de terror em que o Camboja foi governado pelo regime do Khmer Vermelho responsável por um genocídio que vitimou cerca de dois milhões de pessoas entre 1975 e 1979. Cinema da Fundação – 14h40 (sex, qua) / 16h40 (sab) / 20h40 (dom). 14 anos.

 

:: Diário de Pernambuco

Política

Tucanos ficam órfãos de seu líder

Sérgio Guerra era o principal articulador estadual do partido, que agora terá o desafio de se reorganizar

Com a saída de Sérgio Guerra de cena, o PSDB de Pernambuco perde não só seu líder maior. O partido vê desaparecer um modelo personalista de funcionamento, cujas decisões eram atreladas à centralização exercida pelo deputado federal. Sem Guerra, os tucanos deverão se reorganizar sobre um formato institucional e colegiado. “O PSDB perdeu sua âncora. Vai deixar ser o ‘partido de Sérgio Guerra’”, avalia o cientista político Túlio Velho Barreto, da Fundação Joaquim Nabuco. Nesse processo, a ocupação do vácuo deixado pelo deputado é o desafio maior do partido. “Como não há um nome natural que suceda Guerra, as decisões agora deverão ser negociadas”, completa Barreto.
O deputado federal Bruno Araújo, que, por ser vice-presidente, assumirá a presidência estadual da legenda, diz que “ninguém substitui ninguém” e o tempo será o senhor das ações do PSDB daqui para frente. Ele, assim como os deputados estaduais Daniel Coelho e Betinho Gomes e o prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Elias Gomes, são apontados como possíveis nomes a se firmar como condutor da sigla no estado. “Temos que ter, nesses próximos seis meses, foco para aumentar nossa bancada estadual e garantir novos mandatos federais. Temos um acordo vigente de apoiar o candidato do PSB ao governo e a missão de crescer. O resultado das urnas terá reflexo no futuro do PSDB”, afirma.
Daniel, que concorrerá à vaga na Câmara dos Deputados, ratifica que a adesão alinhavada por Guerra ao governo de Eduardo Campos (PSB) está sacramentada. Enfatiza ainda que a ausência do presidente estadual em nada muda o que foi decidido e chancelado pelo presidenciável do PSDB, senador Aécio Neves (MG). Coelho destaca que Guerra sempre teve a base do partido na mão. Aliás, o apoio do contigente de vereadores, prefeitos, deputados e líderes políticos foi um patrimônio construído ainda antes de Guerra ingressar no PSDB. E esse trunfo explica o fato de Guerra agir como o “dono do PSDB”.
“Foi essa base que o estimulou a decidir pelo apoio ao PSB”, afirma Daniel Coelho. Ele diz que com a morte do deputado federal será natural o aparecimento de nomes do partido interessados em concorrer à Câmara dos Deputados, ocupando o espaço que seria de Guerra. Coelho frisa, porém, que o deputado é insubstituível e que não há quem exerça o papel que sempre foi assumido por ele.
Betinho Gomes reforça a opinião de Coelho, afirmando que partido está órfão. “Ele (Guerra) tinha a capacidade de unificar o partido e manter a base sempre junta. Agora, as decisões serão tomadas de forma colegiada”, frisa. As divergências, diz ele, eram superadas com diálogo. “O PSDB girava em torno dele. As alianças estaduais e municipais eram costuradas por ele”, diz. Para o deputado estadual, o partido perdeu um interlocutor privilegiado, o que deixa os tucanos enfraquecidos em Pernambuco.
Um dos mais ferrenhos críticos do processo que culminou com adesão do PSDB ao governo estadual, Betinho Gomes lembra ainda que o partido não dispõe, no momento, de um interlocutor com acesso ao PSB como tinha Sérgio Guerra. “Não sabemos o que vai ocorrer. Mas vamos construir esse caminho”, salienta.

Nacional
A ausência de alguém com tanto traquejo e acesso aos bastidores da política nacional como Guerra vai fazer falta e deixar o PSDB estadual menor. “A perda de uma liderança com credibilidade e respeito como Sérgio Guerra é uma revés grande no aspecto partidário”, diz Betinho Gomes. “Esse espaço de dimensão nacional só ele tinha. Só o tempo vai dizer se vai surgir alguém com o mesmo perfil (“nacionalizado”)”, arremata.

Saiba mais
Daniel Coelho
(deputado estadual) - obteve 245.120 votos na disputa pela Prefeitura do Recife (27,65%) e chegou em segundo lugar na disputa, superando o PT. A performance teve repercussão nacional e ele se firmou como nome majoritário.

Bruno Araújo
(deputado federal) - é vice-presidente nacional e vai assumir a presidência em Pernambuco. Foi líder do partido na Câmara dos Deputados e tem trânsito na cúpula e na base tucana. Está no quarto mandato como deputado, o segundo de federal. 

Betinho Gomes
(deputado estadual) - tem se destacado na Assembleia, onde exerce o segundo mandato. Não titubeia em defender os interesses do partido – inclusive, questionou decisões tomadas por Guerra. É secretário-geral da sigla.

Elias Gomes
(prefeito de Jaboatão dos Guararapes) - dirige pela segunda vez o segundo maior colégio eleitoral de Pernambuco e tem a seu favor tempo de estrada. Foi prefeito do Cabo de Santo Agostinho por três mandatos e já dirigiu o PPS estadual.

 

João Alberto

Colunas

O filme Eles Voltam, gravado no litoral pernambucano, estréia hoje no Cinema da Fundação e no São Luiz já tendo vencido o Festival de Brasília, em 2012.

 

Viver

Cinema

Eles voltam – Menina abandonada pelos pais encaraja jornada num humilde vilarejo. 12 anos. Cinema da Fundação. 14h40 (sáb, dom), 16h30 (sex, ter, qua), 16h40 (dom), 18h30 (sex, ter, qua), 18h40 (dom), 20h30 (exceto dom, seg).

A imagem que falta – Documentário sobre o Camboja durante governo do Khmer Vermelho. 14 anos. Cinema da Fundação. 14h40 (sex, qua), 16h40 (sáb), 20h40 (dom).

 

:: O Povo Online – CE

Cultura e Lazer

O retorno de Alex DeLarge

Clássico de Stanley Kubrick, o filme, originalmente lançado em 1971, volta aos cinemas no Dragão do Mar

O clássico Laranja Mecânica retorna aos cinemas cearenses hoje. Originalmente lançado em 1971, o filme dirigido por Stanley Kubrick retorna em cópia remasterizada às telas. A obra-prima de Kubrick entra em cartaz no Cinema do Dragão –Fundação Joaquim Nabuco com duas sessões a partir de hoje: uma às 17 horas e outra às 19h30min.
Na primeira estreia, a adaptação do livro homônimo do inglês Anthony Burgess chegou aos cinemas nacionais com oito anos de atraso e foi exibido em versão censurada, com tarjas pretas nas cenas de nudez.
Laranja Mecânica apresenta a história de Alex DeLarge (Malcolm McDowell), um jovem líder de gangue que mata, rouba e estupra nas ruas de uma Inglaterra futurista. Ao lado de Pete, Georgie e Dim, Alex se envolve em muitos crimes.
Após cometer uma série de delitos, Alex acaba preso, tornando-se cobaia de experimentos destinados a refrear os impulsos destrutivos do ser humano. O filme foi um sucesso com o público e arrecadou mais de 26 milhões de dólares (o orçamento foi de US$ 2,2 milhões).
Bem recebido pela crítica, o longa-metragem foi indicado, em 1971, ao Oscar de melhor filme, mas acabou perdendo para Operação França. (Paulo Renato Abreu)

SERVIÇO

Laranja Mecânica
Quando: a partir de hoje
Onde: Cinema Dragão do Mar - Fundação Joaquim Nabuco (rua Dragão do Mar, 81 - Praia de Iracema -).
Quanto: R$ 12 (inteira).

 

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