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Desenvolvimento urbano presente no "Cidade na Palma da Mão"

Publicado: Quarta, 13 de Novembro de 2019, 22h26 | Última atualização em Quarta, 13 de Novembro de 2019, 22h26 | Acessos: 1015

O primeiro seminário do ciclo de encerramento do Programa Institucional 3 da Fundaj, "Educação Pela Cidade, reuniu o público interno, externo e colaboradores

 

Abrindo espaço para uma atmosfera de reflexão sobre questões emergentes do final desta década, a Fundação Joaquim Nabuco deu início, na noite de desta quinta-feira (13), ao ciclo de seminários “Cidade na Palma da Mão". O evento, promovido pelo Programa Institucional 3, "Educação Pela Cidade", aconteceu na sala Aloísio Magalhães, Fundaj campos Derby, e contou com a presença do público interno, parceiros locais e da sociedade como um todo.

Na mesa de diálogos que se formou às 18h, mediada pelo arquiteto Marcio Erlich, do Mapa da Arquitetura Moderna em Pernambuco, estavam os convidados Stella Hiroki (Smart Cities Talks) e Fernando Almeida (Hub de Dados Abertos do Recife) para debater sobre o tema “participação cidadã”. O também arquiteto, pesquisador e coordenador do “Edução Pela Cidade”, Cristiano Borba, foi quem deu início ao debate.

“Aqui na Fundação Joaquim Nabuco a cidade sempre foi um assunto recorrente e querido em nossos acervos. Esse projeto surgiu em 2016, como uma forma de articulação em rede, propondo integrar cidade e tecnologia. Nosso ciclo se encerra neste ano, e nesse contexto, apresentamos esse seminário”, contou Borba.

Incluir o cidadão na participação ativa da cidade é um dos principais pontos contemporâneos nas discussões de desenvolvimento urbano. As tecnologias da informação e comunicação (TICs) são parte fundamental neste processo, seja na coleta de dados, na interação de usuários com serviços automatizados ou no desenvolvimento de plataformas colaborativas. Mas, “a cidade tem dado certo?”

Ao responder essa pergunta e interagindo com os participantes, apresentando resultados estatísticos de pesquisas, o professor e arquiteto Fernando Almeida começou sua apresentação. “Uma cidade inteligente parte de um tripé: sustentabilidade, participação e competitividade, juntando as pessoas com um objetivo em comum e não deixando ninguém para trás”, acrescentou.

Ainda segundo Fernando, quando as cidades trabalham um plano de ação, unindo educação com dados, capacitando as pessoas, é possível desenvolver instrumentos de erradicação da pobreza. “Melhora também a saúde e o bem-estar, além de promover a igualdade de gênero e elevar os índices educacionais”.

Trazendo experiências positivas de cidades que utilizaram da tecnologia para melhorar o cotidiano de seus habitantes, a consultora e doutora sobre Cidades Inteligentes, Stella Hiroki, continou o encontro explicando sobre o conceito de navegação urbana. “Já parou pensar na enorme quantidade de informações criadas no espaço urbano? Pelo acesso à plataformas e softwares. Diariamente, através de 'check-ins', fotografias ou até mesmo conversas privadas, depositamos diversas de nossas informações. Navegar vem dessa lógica, das camadas dos espaços urbanos e isso é completamente possível aqui no Brasil”.

Após as palestras, foi aberto um espaço para que dúvidas fossem tiradas e comentários acrescentados. Os próximos encontros que compõem o ciclo de encerramento do projeto “Cidade na Palma da Mão” estão marcados para acontecer nos dias 27 de Novembro e 11 de Dezembro, ambos às 18h na sala João Cardoso Ayres, Fundaj/Derby.

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