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Aula de encerramento do curso de Especialização em Museus, Identidades e Comunidades é marcada por reflexões

Publicado: Quinta, 21 de Novembro de 2019, 23h16 | Última atualização em Terça, 26 de Novembro de 2019, 16h08 | Acessos: 445

O curso foi promovido pelo Programa Institucional  4, “Territórios de Educação e Cultura”, ao longo dos últimos dez meses

 

Em clima de despedida e reconhecimento, lembrando dos momentos vividos ao longo da formação, os 42 alunos concluintes do curso de Especialização em Museus, Identidades e Comunidades, promovido pelo Programa Institucional  4, “Territórios de Educação e Cultura” da Fundação Joaquim Nabuco, participaram da aula de encerramento na noite desta quinta-feira (21).  A cerimônia também contou com a presença, compondo a mesa de apresentação, da coordenadora de Cooperação e de Estudos de Inovação da Diretoria de Formação Profissional e Inovação (Difor), Maria Luiza Cruz; do coordenador do Museu do Homem do Nordeste, Frederico Almeida; da coordenadora do Programa Institucional 4,  Cibele Rodrigues; do representante do corpo docente do curso, Maurício Antunes; e da professora especialista em museologia, Maria Célia Texeira - que recebeu uma homenagem dos alunos e deu início à palestra.

 “É sempre uma emoção voltar à Fundação Joaquim Nabuco, pois o Museu do Homem do Nordeste foi o primeiro equipamento de preservação de memória que visitei, quando tinha 18 anos. Ser museólogo é ter um pé no passado, trazendo memória, mas ter um outro pé muito fincado no presente, com outros olhares. Um curso como esse, na região Nordeste, é um grande diferencial pela carência de formação nesse campo. Um exemplo disso é que temos hoje, presentes aqui, pessoas não só do Recife, mas também de regiões próximas”, destacou Maria Célia.

 Com o tema “Memória, Museologia Social e Educação”, a apresentação da docente também destacou os avanços na teoria museológica e nas reflexões da área. “A nova museologia respeita a contemporaneidade, dando um novo sentido à preservação e uso das coleções. Buscamos um saber autônomo, vendo, expressando e transformando realidades, qualificadas como patrimônios culturais”.

 O aluno e vice-representante de classe, Carlos Lima, atua há um ano na coordenação do Paço do Frevo, no bairro de Santo Antônio, Recife. Segundo ele, em um momento de partilha com os colegas de classe, “a vivência foi enriquecedora. Tivemos uma diversidade nas disciplinas, mas também nos perfis das pessoas que compõem a turma. Nossas origens e processos de vida são diferentes, e dessa forma podemos perceber como as questões do outro também são as nossas questões. Saio daqui mais atento aos processos apresentados, mais generoso comigo e aberto para o outro.

Ao longo dos últimos dez meses, 18 disciplinas foram lecionadas, dividas em quatro módulos. Ao todo, o curso contou com uma carga horária de 378 horas/aula. Os alunos da pós-graduação ainda terão mais três meses para a elaboração e defesa do Trabalho de Conclusão de Curso. “Tudo isso é fruto de um período de planejamento da instituição. Nos encontramos como Fundaj, unindo todas as diretorias e contando também com um grupo de trabalho do Muhne. Dessa forma, desenvolvemos pesquisas para promover o curso”, concluiu a coordenadora do PI 4, Cibele Rodrigues.

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