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09 DE JULHO DE 2014

Publicado: Quarta, 09 de Julho de 2014, 10h52 | Última atualização em Quinta, 20 de Dezembro de 2018, 21h22 | Acessos: 582

Clipagem ASCOM
Recife, 09 de julho de 2014

 

:: Jornal do Commercio

Cidades

Praça fechada com cadeado

Turistas e moradores do Recife estão privados de conhecer um dos principais cartões-postais da cidade: a Praça da República, no Centro, está fechada para visitações. O motivo oficial é preservar o local de possíveis ocupações e manifestações por parte de movimentos sociais, além de evitar eventuais depredações dos torcedores que frequentam a Fan Fest da Fifa, no Cais da Alfândega, para os jogos da Copa do Mundo.
De acordo com o coronel Flávio Moraes, secretário de gabinete da Casa Militar do governo do Estado, alguns movimentos sociais escolheram a Copa como período de protesto, e a medida visa preservar o patrimônio público. “Inclusive aproveitamos o tempo em que o local está fechado para melhorar a manutenção”, disse. Ainda segundo o coronel Moraes, a medida está sendo adotada nos dias de jogos do Mundial, principalmente da Seleção Brasileira. Nenhuma manifestação, no entanto, aconteceu na Praça da República ou nas imediações.
Manifestantes ligados ao Movimento Ocupe Estelita afirmaram, em redes sociais, que o governo estadual teria fechado a Praça da República temendo uma iminente ocupação do local. Desde o último dia 17 de junho, quando houve a reintegração de posse do Cais José Estelita, os militantes do movimento estão acampados embaixo do viaduto Capitão Temudo, no Cabanga.
Funcionários que cuidam da manutenção da praça, ouvidos ontem pela reportagem sob a condição de não se identificarem, confirmaram que existe, por parte do governo, a preocupação com uma eventual ocupação do local. Segundo a pesquisadora aposentada da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) Semira Adler Vainsencher, o fechamento da Praça da República pelo governo do Estado atenta contra a liberdade. “A praça é um local público, e se há uma preocupação com eventuais danos ao patrimônio ou ocupações, deve-se manter um policiamento permanente na área, e não fechá-la para todas as pessoas”, disse. Segundo ela, privar o público de conhecer a Praça da República é atentar contra a própria história do Recife. “Além de ser um local com vista estratégica para o Palácio do Campo das Princesas, Tribunal de Justiça e Teatro Santa Isabel, tem obras de arte e um dos baobás mais antigos do País. É ponto obrigatório para quem quer conhecer nosso passado”, completou. A Praça da República tem oito estátuas de bronze que simbolizam divindades da mitologia greco-romana, além do monumento ao poeta Augusto dos Anjos e a estátua de Francisco do Rego Barros, o Conde da Boa Vista. A gestão do local é da Casa Militar, cabendo à Prefeitura apenas a limpeza da área.

 

Caderno C

Cinema

Uma Relação Delicada (Abus de flaibesse, FRA, 2013) – De Catherine Breillat. Cinema da Fundação – 15h50. Drama. 12 anos.

Sob a Pele (ING, 2014) – De Jonathan Glazer. Cinema da Fundação – 18h. Ficção Cientifica. 16 anos.

 

:: Folha de Pernambuco

Programa

Muniz do Arrasta-pé apresenta novo trabalho

Trabalho registra participação de Dominguinhos

Sete dias antes de ser internado devido a um câncer de pulmão que tiraria sua vida meses depois, o sanfoneiro Dominguinhos gravou uma última homenagem ao mestre Luiz Gonzaga, cantando um de seus maiores sucessos, “Olha pro céu”. A música integra o CD “É o baião de Luiz”, do sanfoneiro Muniz do Arrasta-Pé, que teve a oportunidade de tocar ao lado de um dos seus maiores ídolos. “Quando comecei a planejar o disco, senti que para ser uma homenagem ao Rei do Baião tinha que ter a participação de Dominguinhos. Eu entrei em contato com ele, que mesmo não me conhecendo, me atendeu muito bem e aceitou meu convite”, conta o músico. Muniz, que é deficiente visual, apresenta o álbum na 15ª Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), hoje, às 16h, em um show intitulado “Se eu tiver vendo, eu cegue“. O bom humor é uma das marcas de seu trabalho. “Eu pego a minha deficiência e faço dela um instrumento de alegria. Não gosto de lamentar e me sinto na obrigação de passar essa mensagem nas minhas apresentações”, afirma. Primogênito de uma família de sete irmãos - cinco não enxergam -, o artista iniciou sua carreira tocando em feiras livres, no município de Macaparana, interior do Estado, para ajudar financeiramente os pais. Em 1984, mudou-se para o Recife, onde já lançou quatro discos. O mais novo trabalho de Muniz conta com 15 canções, entre as quais, duas são de sua autoria: “Juro que não brigo mais” e “Rotina do sertão”. A faixa-título do disco foi escrita por Leninho do Bodocó e gravada com os cantores Santana e Ivan Ferraz. Outras participações especiais estão presentes no projeto, como Maciel Melo, Sivonaldo e Valéria Santos, vocalista da Orquestra Popular da Bomba do Hemetério. Dedicada ao Recife, a última faixa, “Tenho um caso de amor especial com a bela Veneza brasileira”, é um poema de Antonio Lisboa e Edmilson Ferreira, declamado por duas crianças. O repertório foi escolhido pelo próprio Muniz. “Tentei resgatar composições que já foram sucesso, mas caíram no esquecimento para o grande público”, comenta. A divulgação do disco vem sendo trabalhada desde o início dos festejos juninos, no mês passado, período em que o artista realizou três shows a convite da Prefeitura do Recife. “Minha intenção era lançar em 2012, no centenário de Gonzaga, mas por falta de recursos financeiros, ele só saiu neste ano”, conta o músico, que gravou o disco de maneira independente.

Saiba Mais

CINEMA - Em 2007, Muniz do Arrasta-Pé participou da trilha sonora do filme mudo “Aitaré na praia”, sob a regência do maestro Lívio Tragtenberg. A obra, que narra uma história de amor no Recife da década de 1920, contou com trilha executada ao vivo durante suas exibições por um grupo de sanfoneiros cegos. Após ter sido apresentada em Pernambuco, através da Fundação Joaquim Nabuco, a produção viajou por cidades do estado de São Paulo, em 2008.

Serviço

Show “Se eu tiver vendo, eu segue”, com Muniz do Arrasta-pé

Quando: Hoje, às 16h

Onde: 15ª Fenearte (Centro de Convenções de Pernambuco)

Quanto: R$ 10 e R$ 5 (valores de acesso à Fenearte)

 

Guia Folha

Roteirão

Cinema

Sob a Pele / Cinema da Fundação: 18h. 16 anos.

Uma Relação Delicada / Cinema da Fundação: 15h50. 12 anos.

Heli / De Amat Escalante / Com Armando Espitia, Andrea Vergara, Linda González, Juan Eduardo. Estela é uma menina de 12 anos que vive em uma pequena cidade mexicana e está perdidamente apaixonada por um jovem cadete da polícia. Ele quer fugir com ela e se casar e para realizar o seu sonho desvia alguns pacotes de droga. Cinema da Fundação: 16h10, 20h30. 18 anos.

 

:: Diário de Pernambuco

Viver

Cinema

Heli – 18 anos. Cinema da Fundação. 20h30.

Uma relação delicada – 12 anos. Cinema da Fundação. 15h50.

Sob a Pele – 16 anos. Cinema da Fundação. 18h.

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