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21 DE ABRIL DE 2014

Publicado: Segunda, 05 de Mai de 2014, 11h14 | Última atualização em Quinta, 20 de Dezembro de 2018, 21h23 | Acessos: 420

Clipagem ASCOM
Recife, 21 de abril de 2014

 

:: Jornal do Commercio

Caderno C

Cinema

FESTIVAL VARILUX

Lulu, nua e crua (Lulu femme nue, FRA, 2014) – De Solveig Anspach. Com Karin Viard, Bouli Lanners. Após uma entrevista de emprego mal sucedida, Lulu decide não voltar para casa, deixando o marido e os filhos a sua espera. Ela não tem nada planejado e se dá alguns dias de liberdade, aproveitando plenamente o que vier em seu caminho. Cinema da Fundação – 14h. Comédia dramática. 14 anos.

Uma relação delicada (Abus de failblesse, FRA, 2012) – De Catherine Breillat. Com Isabelle Huppert, Kool Shen. Após um derrame, a cineasta Maud precisa enfrentar as limitações físicas do corpo e ao mesmo tempo a inevitável solidão de sua vida. Ela recebe em sua casa o artista Vilko, com quem começa uma inesperada amizade. Cinema da Fundação – 15h50. Drama. 14 anos.

 

:: Folha de Pernambuco

Opinião

Festival Varilux – Varrendo luxo e lixo

Em sua 5ª edição no Brasil o Festival Varilux alcança 70 salas de cinema, distribuídas em 45 cidades e, contou com 16 filmes de gêneros diversos. Não obstante essas proporções, não há como negar que o dito festival francês vem decaindo de qualidade ano após ano, cedendo espaço para produções menos expressivas ou se afastando da busca pela inovação. Tanto é assim que, em um claro intento de resgatar a ‘nouvelle vague’ (‘nouvelle maladie’ para alguns), integra o rol desse evento, “Os Incompreendidos”, primeira obra de François Truffaut exibida em 1959. Com essa fuga para passado, justificada sob a frágil qualificação de ‘homenagem’, é possível observar que as lentes ‘multifocais’ do aludido festival encontram-se, aparentemente, embaçadas, tendo em conta seu objetivo original de divulgar as inovações do cinema francês. Assistir em 3 dias aos 16 filmes exibidos do festival e garimpar, com a ajuda de café e Coca-Cola, alguma preciosidade, foi uma tarefa que exigiu paciência e perseverança. E o resultado foi decepcionante. Nem mesmo o iraniano Asghar Farhadi conseguiu mostrar com “O Passado” - retratando uma ‘disputa familiar’ em território francês - a precisão dramática, presente em “A Separação”. Com “Uma Juíza sem Juízo” a comédia de Albert Dupontel preenche o esperado requisito da originalidade, mas tem dificuldade de ritmo no que tange ao humor e, em vista disso, é superada pelos “Grandes Garotos” do diretor Anthony Marciano. A esperada biografia “Yves Saint Laurente” de Jalil Lespert, também deixou a desejar, pois faz parecer que a vida deste ícone da ‘haute couture’ se limita aos desfiles e beijos tímidos ‘multifocais’. Talvez a única obra de espírito genuinamente francês seja a comédia relacionada à famosa ’Tour de France’, intitulada “La Grande Boucle” de Laurent Tuel. De fato, com um roteiro empolgante essa película consegue não só agradar aos adeptos do ciclismo, como também conta com ótimos cartões postais de várias regiões da França. E essa fusão de simplicidade, originalidade e marketing fizeram com que esse trabalho rompesse o ciclo de notas baixas da mostra. Mas quem roubou a cena na 5 ª edição foram as cineastas presentes no festival. Os dois diretores com os quais tive contato em São Paulo esbanjaram simpatia e interesse em responder perguntas. O bem humorado Jean-Pierre Jeunet (“O Fabuloso Destino de Amélie Poulain”) reagiu com espiritualidade a minha audácia em apontar os ‘goofs’ do seu recente filme “Uma Viagem Extraordinária”. Vale dizer que na ‘cidade que nunca dorme’, Jeunet se prontificou a exibir e comentar, de forma inovadora, sua obra para uma plateia de aproximadamente 120 alunos com idades entre 9 e 15 anos. Isso porque a película em questão trata sobre a pesquisa, a invenção e o ‘saber’ de um garoto. Por fim, pode-se dizer que a presente edição do Varilux varreu tanto luxo quanto lixo. Resta a esperança de que na 6ª mostra, em 2015, as lentes estejam menos embaçadas e a que o processo de seleção volte a se direcionar ao que há de melhor na atual cinematografia de língua francesa.

 

Guia Folha

Roteirão

Cinema

Festival Varilux / Cinema da Fundação: Hoje: Lulu, Nua e Crua; 15h50: Uma relação delicada / Terça-feira: A Grande Volta / 16h05: Um amor em Paris / Quarta-feira: O Amor é um Crime Perfeito; 16h15: Suzanne.

 

:: Diário de Pernambuco

Não houve notícias sobre a Fundaj.

 

:: Portal NE10 – PE

Cotidiano

Centro Brasil-Alemanha apresenta debate sobre Modernizações Ambivalentes nesta terça no Recife

Seguindo as comemorações do ano da Alemanha no Brasil, o Centro Cultural Brasil-Alemanha convida o público para o debate "Cidades brasileiras: Modernas demais para um desenvolvimento sustentável", que acontecerá nesta terça-feira (22), na Fundação Joaquim Nabuco, Bairro Derby, às 19h. A entrada é gratuita e aberta ao público.
O debate faz parte do ciclo de palestras sobre Modernizações Ambivalentes, que acontecerão sempre às terças-feiras na Fundação Joaquim Nabuco até o dia 13 de maio. O primeiro encontro aconteceu no dia 15 de abril. 
Os encontros, que contam com pesquisadores brasileiros, alemães e internacionais, têm como proposta repensar e debater sobre o conceito de modernização nos diversos campos da sociedade e dos modos de vida.

Confira a programação:
22 de abril - Cidades brasileiras: Modernas demais para um desenvolvimento sustentável?
Palestrante: Dr. Martin Gegner (USP/DAAD)
Debatedores: Prof. Dr. Erico Andrade (UFPE) e Prof. Dr. Luiz Amorim (UFPE)
Horário: 19h

29 de abril - Conquistas ambíguas da modernidade. Sobre a concorrência entre literatura e cinema (no início do século XX)
Palestrante: Profª. Dra. Kathrin Rosenfiled (UFRGS)
Debatedores:Profª. Dra. Ângela Freire Prysthon (UFPE) e Marcelo Pedrosos (Jornalista/ Cineasta)
Horário: 19h

06 de maio - Desenvolvimento: resultado ou mito da modernização?
Palestrante: Prof. Dr. El´sio Macamo (Basiléia, Suiça)
Debatedores: Barbara Keuzig (Secr. Exec. da Mulher de PE) e Profª. Dra. Eliane Veras Soares (UFPE)
Horário: 19h

13 de maio - Desartificação da arte: exploração pela indústria cultural ou estratégia de sobrevivência?
Palestrante: Prof. Dr. Rodrigo Duarte (UFMG)
Debatedores: Cristina Tejo (Curado Independente) e Dr. Moacir dos Anjos (Pesquisador da Fundaj e Curador)
Horário: 19h

 

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