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31 DE MARÇO DE 2014

Publicado: Terça, 01 de Abril de 2014, 11h19 | Última atualização em Quinta, 20 de Dezembro de 2018, 21h23 | Acessos: 553

Clipagem ASCOM
Recife, 31 de março de 2014

 

:: Jornal do Commercio

Caderno C

Produção local tem destaque na grade

Apesar da crescente importância da produção pernambucana, o CinePE nem sempre foi uma janela para os filmes locais. Só a partir de 2010 que o festival criou a Mostra Pernambuco, uma seleção de filmes de curtas-metragens com exibição fora do período oficial do evento e exibida no Cinema da Fundação. Depois de um protesto de cineastas e produtores, em 2011, os organizadores levaram a Mostra Pernambuco para o Teatro Guararapes, mas ainda assim em horário ingrato, no meio da tarde do sábado e do domingo. Agora, com a entrada de Rodrigo Fonseca, o cinema pernambucano estará bem representado no 18º CinePE. Além de uma boa quantidade de títulos espalhados em três mostras competitivas, a escanteada Mostra Pernambuco pela primeira vez presença no horário nobre do festival, no Centro de Convenções. Foi como um desafio pela excelência do cinema pernambucano e nordestino que aceitei a curadoria e também para aprender mais, ressalvou o jornalista. Ao todo, nove filmes locais estão presentes entre os 23 que presentes na competição. Na mostra de longas-metragens documentário, o Estado está representado pelo documentário Corbiniano, de Cezar Maia, sobre o artista plástico recifense que trabalha com esculturas de alumínio fundido. Entre os outros concorrentes, destaque para O mercado de notícias, do gaúcho Jorge Furtado. Dos sete títulos da mostra competitiva de curtas-metragens nacionais, dois são pernambucanos. A ficção Tubarão, de Leo Tabosa, fala das atividades de um estrangeiro em adaptar-se a uma nova realidade. E o documentário No tiro do bacamarte... Explode a cultura pernambucana!, De Xisto Ramos, temos o depoimento de bacamarteiros. Na mostra competitiva de curtas-metragens pernambucanos, que conta com seis filmes, um dos destaques é a ficção Au revoir, de Milena Times, que representou Pernambucano no Festival de Brasília e no Cine Ceará, ambos no ano passado.

 

:: Folha de Pernambuco

Últimas Notícias

A nova cara do Cine-PE: festival renasce em 2014

Abertura será com filme do americano Wes Anderson

Alfredo e Sandra Bertini trabalham para o Cine-PE renascer com corpo e espírito novo neste 2014, ano que realizará sua 18ª edição entre 26 de abril e 2 de maio, no Centro de Convenções e no Teatro Santa Isabel. E assim será, uma vez que, durante o anúncio de sua programação na tarde de ontem na Fundação Joaquim Nabuco, o casal apresentou o crítico de cinema carioca Rodrigo Fonseca como curador responsável pela seleção dos filmes dos quatro programas competitivos que o festival agora segmenta, incluindo títulos internacionais. Da mais esperada seleção, a de longas-metragens de ficção, temos seis títulos dos quais dois são estrangeiros. O humorado “Anni Felici”, do italiano Danieli Luchetti; e o argentino “Todos Tenemos un Plan”, de Ana Piterbarg, estrelado pelo ator americano Viggo Mortensen (o Aragon de “O Senhor dos Anéis”), o qual os Bertini tentarão trazer ao evento. Contra eles estão competindo os brasileiros “Mundo Deserto de Almas Negras” (SP), de Ruy Veridiano; “O Menino no Espelho” (MG), de Guilherme Fiuza Zenha; “Romance Policial”, de Jorge Duran; e o drama histórico “Muitos Homens num Só”, de Mini Kerti, como já anunciado com exclusividade por esta Folha há duas semanas. Na competitiva de longas documentais, aparecem os portugueses “1960”, de Rodrigo Areias; e “E Agora? Lembra-me”, de Joaquim Pinto. Eles disputam o troféu Calunga com o pernambucano “Corbiniano”, longa de estreia de Cezar Maia, da produtora Ateliê; e o gaúcho “O Mercado de Notícias”, trazendo o diretor Jorge Furtado para o gênero que o deixou famoso mundialmente pelo curta “Ilha das Flores”. A competição nacional de curtas inclui dois documentários de Pernambuco: “Tubarão”, de Leo Tabosa, e “No Tiro do Bacamarte... Explode a Cultura Pernambucana”, de Xisto Ramos. Junto a eles, os docs. “Notícias da Rainha” (PR), de Ana Johann, “No Movimento da Fé” (PA), de Fernando Segtowick e Thiago Pelaes, e “Linguagem” (RJ), de Luiz Rosemberg Filho; além dos de ficção “O Filho Pródigo” (SP), de Felipe Arrojo Poroger, e “Ecce Homme” (RJ), de Clodoado Lino. Ainda como atração de programação, dois títulos devem chamar bastante a atenção do público. O americano “O Grande Hotel Budapeste”, de Wes Anderson, que pode vir ao festival na abertura acompanhado de alguém do elenco formado por Ralph Fiennes, Harvey Keitel, Jude Law, Bill Murray, Edward Norton, Léa Seydoux e Tilda Swinton; e o longa brasileiro “Getúlio”, de João Jardim, com Tony Ramos na pele de Getúlio Vargas.

Saiba Mais

PERNAMBUCANOS - O Cine-PE mantém uma competição entre curtas só de Pernambuco, agora programados para exibir no horário nobre do festival (às 19h, no Centro de Convenções) nos dois primeiros dias do evento. Competem “Au Revoir”, de Milena Times, “Frascos”, de Ariana Nuala, “Severo”, de Danilo Baracho, “Ponta de Pedros e Pedras”, de Hermano Figueiredo, “Rabatuia”, de Brenda Ligia, e “Tesouros do Araripe: Os Fósseis e a Comunidade”, de Tito Aureliano.

 

:: Diário de Pernambuco

Política

História

Rádio Globo faz debate sobre os 50 anos do golpe militar

A Rádio Globo AM (720) leva ao ar logo mais, das 11h ao meio-dia, um debate sobre os 50 anos do golpe militar e os seus efeitos. O programa será mediado pelo jornalista Flávio Adriano e tem as presenças confirmadas do presidente da Comissão Estadual da Memória e da Verdade, Fernando Coelho; do pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco, Túlio Velho Barreto, e dos jornalistas do Diario de Pernambuco Suetoni Souto Maior (editor de política) e Vandeck Santiado (repórter especial). O conteúdo, após o programa, será disponibilizado em forma de podcast no hotsite criado pelo Diario. Os principais trechos também serão disponibilizados em forma de matéria no www.diariodepernambuco.com.br/politica.

 

Política

Rádio Globo

Debate marca os 50 anos do golpe militar

O presidente da Comissão da Memória e Verdade Dom Helder Camara, Fernando Coelho, defendeu nesta segunda-feira (31), durante debate na Rádio Globo AM, que haja uma releitura da Lei de Anistia para que os acusados de tortura durante a ditadura militar sejam julgados. A medida, segundo ele, se faz necessária porque a legislação em vigor não tem nenhum dispositivo que mande perdoar torturadores. 
A posição contraria entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF). Mesmo assim, Coelho acredita que ela pode e precisa ser revista. Além do presidente da Comissão da Verdade, o debate contou com a participação do pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco, Túlio Velho Barreto, e dos jornalistas Suetoni Souto Maior (editor de política) e Vandeck Santiago (repórter especial), ambos do Diario. A mediação foi feita pelo jornalista da Rádio Globo, Flávio Adriano. 
Durante o debate, Túlio Velho Barreto lembrou o rigor nos anos de chumbo, que influenciou a formação de toda uma geração educada durante o período, sendo submetidos aos valores ditados por governos autoritários. No mesmo sentido foi o depoimento de Souto Maior, que ressaltou o peso que a experiência vivida durante a repressão teve na posterior consolidação da democracia brasileira. 
O jornalista Vandeck Santiago ressaltou o prejuízo causado pela ditadura para os estados nordestinos, principalmente Pernambuco. Ele lembrou que aqui floresciam iniciativas sociais oriundas de governos de esquerda, como Miguel Arraes, que, na época, chegou a ser cotado para a disputa da Presidência da República. As perdas, ele ressaltou, foram vistas também em áreas como economia e cultura. 
Fernando Coelho, que na época do golpe era presidente do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Pernambuco (Ipsep), lembrou os momentos dramáticos vividos pelos recifenses no momento em que as tropas começaram a ocupar as ruas. Ele disse, também, que o governador Miguel Arraes nunca pensou em luta armada e nem tinha uma polícia militar pronta para o combate.

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