29 DE MARÇO DE 2014
Clipagem ASCOM
Recife, 29 de março de 2014
:: Jornal do Commercio
Caderno C
Cinema
Eles Voltam (BRA, 2014) – De Marcelo Lordello. Com Maria Luiza Tavares, Georgio Kokkosi. Cinema da Fundação – 18h15. Drama. 12 anos.
Vidas ao Vento (Kaze tachinu, JAP, 2014). De Hayao Miyazaki. Com Hideaki Anno, Miori Takimoto. Cinema da Fundação – 20h15. Drama. 12 anos.
Ninfomaníaca: volume 2 (Nymphoaniac: volume 2, DIN, 2014) – De Lars von Trier. Com Charlotte Gainsbourg, Stellan Skarsgard, Uma Thurman, Jamie Bell, Willem Dafoe, Christian Slater, Jean-Marc Barr, Stacy Martin. Cinema da Fundação – 15h50. Drama. 18 anos.
:: Folha de Pernambuco
Guia Folha
Roteirão
Cinema
Vidas ao Vento / De Hayao Miyazaki / Animação. Jiro vive no interior do Japão. Um dia, ele tem o sonho de voar em um avião com formato de pássaro. Ele decide que construir um avião e colocá-lo no ar é a meta da sua vida. Durante a busca, conhece Naoko, jovem encantadora por quem se apaixona. Cinema da Fundação: 20h15. Livre.
Ninfomaníaca – Volume 2 / De Lars Von Trier. Com Charlotte Gainsbourg, Stellan Skarsgard. Segunda parte da história de Joe, uma mulher ninfomaníaca, de 50 anos, que decide contar a um homem mais velho sua história pessoal. Cinema da Fundação: 15h50. 18 anos.
Eles Voltam / De Marcelo Lordello. Com Maria Luiza Tavares, Georgio Kokkosi, Elayne de Moura, Mauricéia Conceição, Jéssica Silva, Irma Brown, Clara Oliveira, Germando Haiut, Teresa Costa Rêgo. Cris, 12 anos, e seu irmão mais velho são deixados na beira da estrada por seus pais. Em pouco tempo percebem que o castigo vem a se tornar um desafio ainda maior. Cinema da Fundação: 18h15. 12 anos.
:: Diário de Pernambuco
Política
HISTÓRIA
Golpe militar de 64 é tema de revista da Fundação Joaquim Nabuco
Entidade aborda o início da ditadura militar instalada no Brasil
Os 50 anos do golpe militar de 64 estarão no foco do 12º número da Revista Coletiva (www.coletiva.org). O conteúdo da publicação foi inspirado no crescente debate sobre os direitos humanos, estimulado pelas investigações das comissões da verdade espalhadas pelo país com o intuito de investigar os crimes contra a humanidade cometidos durante o regime autoritário.
A revista traz diversas questões sobre as marcas, ainda presentes, da ditadura. Os editores convidados para a organização do número especial são a professora e pesquisadora em Direitos Humanos da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Celma Tavares e o cientista político e social da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) Túlio Velho Barreto. Este reforça a importância de uma reflexão sobre o Golpe Militar após cinco décadas. “Se trata de discutir, no âmbito da justiça de transição, a ideia de novas investigações na busca de uma revisão dos fatos, em busca da verdade, para, assim, se reconstruir a memória do Golpe e do regime militar”, esclarece o editor temático.
Os artigos abordam os mais variados aspectos da ditadura, que ficou marcada como um período de conturbação política e social na história recente do país, no qual o Estado utilizou todo o seu aparato institucional de modo a reprimir a população. Temas como a Guerrilha do Araguaia, na qual dezenas de pessoas que organizavam uma revolução popular no sul do Pará foram assassinados pelas Forças Armadas, e a interpretação Lei de Anistia de 1979 estão entre as discussões. Também é destacada a importância das artes e da arquitetura pública na construção de uma memória coletiva capaz de evitar que esse passado se repita.
A reportagem deste número trata do trabalho realizado pela Comissão Estadual da Memória e Verdade em Pernambuco. Abrange também a importância do direito à verdade sobre os crimes de tortura, assassinato e desaparecimento forçado, ocorridos com frequência durante a ditadura e realizados com o consentimento do Estado por seus agentes. Na seção de entrevista, os leitores poderão conhecer o trabalho do ex-ministro chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República Paulo Vannuchi, membro da Comissão Interamericana de Direitos Humanos.
A Coletiva também traz, na seção Memória, imagens do fotógrafo Alcir Lacerda, que registrou os bastidores da ditadura em Pernambuco, em imagens datadas de 1964. A pesquisadora da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) Albertina Lacerda, filha do fotógrafo, conta as histórias que envolvem tais fotografias. A seção de vídeo apresenta o documentário Vou Contar para os Meus Filhos (2011), que mostra o reencontro de ex-presas políticas da Colônia Penal Feminina do Bom Pastor, no Recife, e suas lembranças 40 anos depois.
A Revista
A Coletiva é uma revista eletrônica de divulgação científica produzida pela Fundaj. Suas publicações oferecem um enfoque crítico a respeito das atividades científica e cultural, da produção e uso do conhecimento em diversas áreas do saber. Em seu conteúdo quadrimestral temático, apresenta reportagens elaboradas por estudantes de jornalismo, entrevistas e artigos redigidos por especialistas.
Viver
Cinema
Vidas ao vento. Animação conta história de um homem que quer construir um avião em forma de pássaro. 12 anos. Cinema da Fundação. 20h15 (qui, sab, qua).
Ninfomaníaca: volume 2 – 18 anos. Cinema da Fundação. 15h50 (sáb).
Eles voltam – 12 anos. Cinema da Fundação. 18h15.
Redes Sociais