30 DE SETEMBRO DE 2013
Clipagem ASCOM
Recife, 30 de setembro de 2013
:: Jornal do Commercio
Não houve noticias sobre a Fundaj.
:: Folha de Pernambuco
Economia
Governos são cobrados a aderir
O maior consumidor do País é o poder público. Se dele partirem iniciativas que visem à sustentabilidade, como a exigência, em licitações, de que os materiais oferecidos sejam ambientalmente adequados, melhor para a sociedade. É o que explica Dalberto Adulis, do Instituto Akatu. “Fizemos uma pesquisa sobre compras públicas, como parte de uma pesquisa internacional que queria ver a expectativa das pessoas em relação ao papel dos governos. Os cidadãos, pelas respostas que deram, acreditam que o poder público deve apoiar pequenas empresas, comprar de quem é social e ambientalmente correto e buscar fornecedores de empresas transparentes”, descreve Adulis, que acrescenta a necessidade de o País inserir a sustentabilidade como parte na decisão de compra. Em Pernambuco, as compras públicas sustentáveis são assunto de pesquisa da pregoeira da Fundação Joaquim Nabuco, Cláudia Braga. Segundo ela, que diz ter levado o que vivenciava na Fundação para a academia, o Estado está disposto a seguir o padrão verde em suas licitações. “Aqui preferimos a contratação de mão de obra terceirizada; adquirimos móveis com madeira certificada; veículo bicombustível, que são abastecidos com álcool, que é menos agressivo ao meio ambiente, e realizamos reformas sustentáveis nos edifícios, entre outras coisas”, conta. Ela esclarece que a exigência deste tipo de produto nem sempre torna a licitação mais barata. “Há uma compreensão equivocada que o mais barato é o melhor. De alguns anos para cá, já se pensa que o mais vantajoso para o poder público é que aquela compra atenda suas necessidades e tenha o menor preço. Se comprarmos uma caneta de qualidade baixa e ela não funcionar, teremos uma perda maior do que se comprássemos uma caneta de valor médio, mas que funcione bem”, exemplifica.
:: Diário de Pernambuco
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