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21 DE SETEMBRO DE 2013

Publicado: Segunda, 23 de Setembro de 2013, 10h19 | Última atualização em Quinta, 20 de Dezembro de 2018, 21h23 | Acessos: 638

Clipagem ASCOM
Recife, 21 de setembro de 2013

 

:: Jornal do Commercio

Caderno C

"O som ao redor" é indicado do Brasil ao Oscar

Longa-metragem do pernambucano Kleber Mendonça Filho concorre a Melhor Filme Estrangeiro

O longa-metragem O som ao redor, do pernambucano Kleber Mendonça Filho, é o indicado pelo Governo brasileiro para concorrer à categoria de Melhor Filme Estrangeiro do Oscar. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (20) pelo Ministério da Cultura (MinC). Sempre bem-falado, o filme, primeiro longa do crítico e diretor, já esteve entre os dez melhores filmes escolhidos pelo crítico do The New York Times, A.O. Scott. O nome de Kleber apareceu na mesma lista de Steven Spielberg e Quentin Tarantino. Entre muitos prêmios, O som ao redor também venceu como Melhor Filme no 3º Prêmio Cinema Tropical, dedicados a títulos da América Latina. O longa concorria à indicação junto a outros 13 trabalhos, como Faroeste caboclo e Gonzaga - De pai para filho. Agora, ele passará pelo filtro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. A lista de finalistas ao prêmio será divulgada no dia 16 de janeiro.

 

:: Folha de Pernambuco

Programa

Kleber Mendonça ao redor do Oscar

É a segunda produção de Pernambuco que ganha chance ao prêmio

BRASILIA (DF) - “O Som ao Redor”, primeiro longa-metragem de ficção de Kleber Mendonça Filho é o filme indicado pelo Ministério da Cultura (MinC) para representar o Brasil na disputa por uma vaga entre os cinco títulos internacionais que irão concorrer na categoria de “filmes de língua estrangeira” na festa do Oscar 2014. Apesar da imprevisibilidade, comum nesse tipo de seleção envolvendo tensões políticas para além da qualidade do filme, a notícia divulgada na tarde de ontem não pegou nenhum especialista de surpresa. Isto porque “O Som ao Redor” já iniciou vitorioso na sua primeira exibição no Festival de Roterdã, em janeiro de 2012, quando ali levou o prêmio da crítica internacional (Fripesci). Depois de lançado no Brasil, pelo Festival de Gramado em agosto do mesmo ano, também teve o já histórico reconhecimento pelo jornal The New York Times, em dezembro, quando o crítico A. O. Scott o colocou em9º lugar em sua lista dos 15melhores filmes de ficção de 2012. Mendonça estaria em Brasília acompanhando o 46º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, para o qual trabalhou na seleção dos filmes aqui em competição, mas permaneceu no Recife por compromissos profissionais. Ao falar coma reportagem da Folha por telefone, o cineasta ainda não havia recebido a comunicação oficial do MinC, e ressaltou que independente de qualquer resultado no futuro, ficando ou não entre os finalistas que brigarão pelo Oscar, a indicação do MinC já é muito interessante. “Muitas vezes a gente lê uma notícia sobre um filme de um país distante e no meio do texto descobre uma vírgula pontuando que aquele filme foi o indicado do país para representá-lo no Oscar”, aponta o cineasta. O feito de “O Som ao Redor” não é inédito para Pernambuco. O cinema feito no Estado teve pela primeira vez essa repercussão com a indicação em2006 de “Cinema, Aspirinas e Urubus”, de Marcelo Gomes. Kleber acha interessante essa “quebra de molde” nesse processo, apontando para um filme pequeno, fora do eixo Rio-São Paulo. Como próximo movimento, o cineasta diz que deve seguir um protocolo necessário, pelo qual deve promover uma campanha nos EUA. “É mais um passo que vamos dar. O filme já vem dando muito trabalho nestes seus 21 meses de vida pública”. E continua. “Uma coisa boa é que o filme já passou, naturalmente, por um lançamento nos cinemas de Los Angeles. Me parece que este é um dos requisitos a serem cumpridos. Só depois da indicação do País é que muito gente tem de arrumar um jeito burocrático de estrear seu filme lá”, explica. Kleber só lamenta que o bluray de “O Som ao Redor” - no qual vem trabalhando há um tempo - já não esteja hoje pronto para o mercado nesse momento festivo. “Nunca imaginei que daria tanto trabalho. Ele [o blu-ray] deve ficar pronto lá pelo meio de outubro”, concluiu.

Saiba Mais

CONFIRMAÇÃO - Só no dia 16 de janeiro de 2014 é divulgada a definição da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood sobre os filmes estrangeiros que de fato concorrerão à estatueta na cerimônia de entrega, marcada para 6 de março de 2014 em Los Angeles.

HISTÓRICO - “O Som ao Redor” fez quase cem mil espectadores quando lançado comercialmente no Brasil, em janeiro de 2013, e exibiu em mais de 40 festivais de cinema pelo mundo.

 

Guia Folha

Roteirão

Cinema

Tabu / De Miguel Gomes / De Com Teresa Madruga, Laura Soveral. Uma idosa em Lisboa junta-se à empregada de uma vizinha falecida para retomar ima história de amor no passado colonial de Portugal, na África. Cinema da Fundação: 18h, 20h20. 12 anos.

Frances Ha / De Noah Baumbach / Com Greta Gerwig. Crônica nova-iorquina sobre uma mulher de 27 anos que precisa entender que amadurecer é especialmente difícil quando, de fato, você já é uma adulta. Cinema da Fundação: 16h. 14 anos.

 

:: Diário de Pernambuco

Viver

Ao redor do Oscar

Filme do pernambucano Kleber Mendonça Filho é indicado pelo MinC para disputar a estatueta em 2014

Pode incluir mais uma na lista de conquistas do filme pernambucano O som ao redor. Depois de mais de dez premiações, como a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo (2012) e os festivais de Roterdã (2012) e Nova York (2013), a obra-prima de Kleber Mendonça Filho foi escolhido ontem para representar o Brasil no Oscar. O Ministério da Cultura (MinC) fará a pré-indicação do longa à Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável por selecionar cinco produções entre dezenas de mais de 70 países. A lista dos finalistas será divulgada em janeiro. 
“Sempre me surpreendo com o filme, desde que ele estreou na Holanda há um ano e nove meses. Mas não quero cogitar nada. É pura metafísica. Prefiro ficar tranquilo e ajudar no que posso até o resultado. O mais importante é que só a indicação já vai ajudar a divulgá-lo e a fazer com que outras pessoas se interessem em vê-lo”, disse Kleber ao Viver, pouco depois de receber a notícia. Além do longa pernambucano, Colegas, Cine Holliúdy, Faroeste caboclo, Gonzaga - De pai para filho, a animação Uma história de Amor e fúria e o drama Meu pé de laranja lima estavam na disputa para representar o país. Na briga pela estatueta junto à Academia, já se destacam Renoir (FRA) e Heli (MEX).
Até então, o único filme produzido no estado a chegar próximo do Oscar havia sido Cinema, aspirinas e urubus, de Marcelo Gomes, indicado em 2006. Em 2012, O palhaço também foi barrado pelo comitê norte-americano. 
O primeiro filme nacional a entrar na briga foi O pagador de promessas, em 1963, na categoria de filme estrangeiro. Mais de 30 anos depois, em 1996, foi a vez de O quatrilho, de Fábio Barreto. O que é isso companheiro?, Dirigido por Bruno Barreto, foi indicado em 1998. No ano seguinte, 1999, Central do Brasil, dirigido por Walter Salles, disputou o Oscar em duas categorias: Melhor filme estrangeiro e Melhor atriz (Fernanda Montenegro). O longa concorrente em mais categorias, no entanto, foi Cidade de Deus, 2004, ao conseguir quatro indicações, incluindo Melhor diretor (Fernando Meirelles), Melhor edição, Melhor roteiro adaptado e Melhor fotografia. Para a tristeza nacional, o filme não levou nada. Talvez por isso, Kleber Mendonça Filho prefira “não pensar demais” sobre o assunto. “Foi uma maneira boa de lidar com tudo que o longa me trouxe até hoje”.

Depoimento

"A grande vantagem é que o filme já é bem conhecido nos Estados Unidos. Não preciso apresentá-lo. Ele foi lançado em Los Angeles neste ano e apontado pelo jornal The New York Times como um dos dez melhores do mundo em 2012”

- Kleber Mendonça Filho

Perfil
Idade

45 anos

Formação

Jornalista (UFPE)

Trabalhos

Crítico de cinema, curador do Cinema da Fundação (Recife), professor de inglês, ex-repórter de jornais e revistas, diretor, produtor e roteirista de cinema.

Filmografia

Enjaulado (curta-metragem), 1997; A menina do algodão (curta-metragem), 2002; Vinil verde (curta-metragem), 2004; Eletrodoméstica (curta-metragem), 2005; Noite de sexta, manhã de sábado (curta-metragem), 2006; Crítico (documentário), 2008; Recife frio (curta-metragem), 2009, e O som ao redor (longa-metragem), 2012

 

Viver

MATÉRIA DE CAPA

O som de Pernambuco

A indicação de O som ao redor como candidato brasileiro ao Oscar 2014 referenda o alcance do cinema feito em Pernambuco a partir da retomada da produção alavancada com as tecnologias digitais na década retrasada. Desde 1996, com a conquista de melhor filme por Baile perfumado no Festival de Brasília, as obras locais alçaram voos sólidos e reconhecidos dentro e fora do país. No último ano, o estado ganhou o principal prêmio dos três mais respeitados festivais de cinema do país: Rio (O som ao redor), Gramado (Tatuagem) e Brasília (Eles voltam e Era uma vez eu, Verônica). 
O reconhecimento estrangeiro já tinha sido registrado com a participação e obtenção de prêmios em Cannes, Berlim e Veneza, três dos mais relevantes festivais do mundo - conquistas, no entanto, à margem das competições principais. O som ao redor levou adiante o prestígio local com o périplo em eventos internacionais e a crítica positiva de artistas de vários segmentos. Caetano Veloso tornou-se uma das vozes a favor do longa: “O filme transcende, inspira, ensina e exalta. Ensina aprendendo. Esperando surgir o jeito de dizer dos atores e dos não atores como confirmação da sabedoria na construção dos diálogos.”. 
No Festival de Gramado, no mês passado, o ator Wagner Moura - prestes a estrear primeiro filme internacional, Elysium, ao lado de Matt Damon - se derramou em elogios ao diretor Kleber Mendonça Filho: “O som ao redor é um dos mais impressionantes que eu vi nos últimos tempos, não só no Brasil. Não lembro de outro filme recente que tenha me deixado tão chapado. Se Kleber me convidar pra trabalhar, topo agora”.
A observação mais bem conceituada no meio cinematográfico, no entanto, veio do crítico Anthony Oliver Scott , do The New York Times. Ele incluiu o filme entre os dez melhores do mundo de 2012. “É um retrato sutil de uma sociedade em vias de transformação social rápida, ainda assombrada pelas crueldades de um passado feudal”, escreveu. A visibilidade gerada pelo longa também rendeu polêmicas ao diretor pernambucano. O então diretor-executivo da Globo Filmes, Cadu Rodrigues, ironizou o sucesso do filme e desafiou o pernambucano a se dar bem com um filme comercial. Kleber rebateu: “A Globo Filmes atrofia o conceito de diversidade no cinema brasileiro”. Cadu saiu do cargo. Kléber espreita o Oscar.

A trama

O som ao redor retrata o cotidiano de uma rua povoada por moradores de classe média modificado depois da chegada de uma milícia ao bairro. Filmado em Setúbal, na Zona Sul do Recife, o longa mostra o quanto as heranças do passado colonial pernambucano estão presentes nas relações interpessoais da atualidade.

 

Viver

Cinema

Tabu – Idosa em Lisboa une-se à empregada de uma vizinha falecida para retomar história de amor no passado colonial de Portugal. 12 anos. Cinema da Fundação. 20h20 (sab), 18h (sab e dom).

Boa Sorte, Meu Amor – Operário recifense tem sua vida mudada ao conhecer jovem estudante de música. Cinema da Fundação. 20h40 (sex e ter), 20h30 (dom).

Frances Ha – Mulher de 27 anos descobre que amadurecer é mais difícil quando, de fato, você já é uma adulta. 16 anos. Cinema da Fundação. 16h (sab e dom).

 

:: Diário do Nordeste – CE

Últimas Notícias

A arte de dar continuidade

Mostra nordestina de arte contemporânea marca inauguração da nova sede do CCBNB em Fortaleza

Uma arte em consonância com o seu tempo. Essa é a impressão que se tem ao observar alguns trabalhos que integram a mostra "Nordeste de Artes Visuais". Depois de passar por Natal e Recife, a exposição faz uma parada estratégica em Fortaleza. A exposição, que reúne trabalhos de 18 artistas dos nove estados nordestinos, entre pintura, fotografia, vídeo e instalação, será aberta domingo, 22, às 17h, podendo ser visitada até o dia 20 de outubro. A mostra faz um recorte da produção das artes visuais nordestinas dos anos 2000 até os dias atuais.
A mostra "Nordeste de Artes Visuais" já passou por Natal e Recife e agora aporta na nova sede do CCBNB, onde fica até o dia 20 de outubro
A mostra, juntamente com o painel de grafite, de 30 metros, assinado pelo grupo "Selo Coletivo" e "A causa de não sermos consumidos", da paulista Luisa Nóbrega, constitui uma das várias atrações da programação que marca a inauguração da nova sede do Centro Cultural Banco do Nordeste (CCBNB), na Rua Conde D´Eu, 560, Centro. A festa começa mais cedo, às 16h, com um animado cortejo que sairá do Passeio Público, ao som de loas entoadas pelo Maracatu Solar.
O destino será a nova sede do CCBNB, onde funcionou o antigo Centro de Referência do Professor, nas proximidades da Praças dos Leões. A noite contará, ainda, com lançamento de livro e shows musicais, após a solenidade oficial de abertura, prevista para as 17h.

Retratos
Conforme Jacqueline Medeiros, coordenadora de Artes Visuais do CCBNB, os trabalhos expostos na mostra "Nordeste de Artes Visuais" foram selecionados pelo artista paraibano José Rufino, que ficou conhecido no Brasil e no exterior na década de 1990. Atualmente, é professor do curso de Artes da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Os trabalhos funcionam como um retrato da produção das artes visuais nordestinas na contemporaneidade. "Alguns desses jovens artistas já disputaram nacionalmente", explica Jacqueline Medeiros, destacando a participação dos artistas da Bahia, Maranhão, Piauí e Ceará. Os artistas cearenses Yuri Firmeza e Waléria Américo participam da exposição. Destaca o trabalho de Yuri Firmeza, uma pintura inédita, que faz parte do acervo do BNB. Chama a atenção para o painel de grafite, uma ideia do grupo Selo Coletivo, que apresenta o trabalho "30 metros", fazendo alusão ao tamanho do suporte da obra, assinada pelos artistas Ingra Rabelo, Cecilia Shik, Bruna Bezerra, Max Léo e Daniel Chastinet. É muito interessante essa ideia dos coletivos artísticos, sobretudo nos grandes centros urbanos. O grupo investe na linguagem da arte urbana. Aliás, esse sentimento está expresso nos trabalhos da artista visual paulista Luisa Nóbrega, que realizou residência artística em Fortaleza, conforme edital realizado pelo CCBNB e a Fundação Joaquim Nabuco, de Recife.

Edital
O edital seleciona seis artistas, sendo distribuídos em número de três para fazer residência nas cidades de Recife e Fortaleza. "O objetivo é incentivar outras olhares sobre a cidade, possibilitando que o artista exerça sua poética para criar trabalhos", explica Jacqueline Medeiros. O resultado da pesquisa de Luisa Nóbrega está registrada em oito vídeo-performances, em que a artista atua em muitos deles. Assim, a inauguração da nova sede do CCBNB será marcada por três exposições de artes visuais, que parecem dialogar entre si.
Entre os participantes da mostra "Nordeste de Artes Visuais" estão: Ulisses Lociks e Jeanine Toledo, de Alagoas, Galo Matos e Ieda Oliveira, artistas baianos, os cearenses Waléria Américo e Yuri Firmeza, Thiago Martins, do Maranhão, Christus Nóbrega e Íris Helena, da Paraíba, Bruno Vilela e Juliana Notari, de Pernambuco, Jacob Alves, Bebel Frota, César Costa e Elielson Pacheco, do Piauí, Sofia Bauchwitz e Marcelo Gandhi, do Rio Grande do Norte, e Elias Santos, de Sergipe.

Solenidade
Após a chegada do cortejo, será realizada a inauguração oficial da nova sede do CCBNB, com o descerramento de placa e discursos, informa Jacqueline Medeiros. Em seguida, será lançado o livro "Pérolas do Centauro - 40 Anos da Música Cearense", organizado por Pingo de Fortaleza.
O artista vai tocar com artistas convidados. A festa continua com apresentação de Rodrigo Cardozo que realizará concerto de violino, violão e percussão. A apresentação contará com artistas convidados. Para finalizar a noite, haverá apresentação do grupo "Ação Hip-hop", que realiza o intercâmbio com a arte das ruas, mesclando dança, pintura e poesia.

Mais informações
Mostra "Nordeste de Artes Visuais". Abertura amanhã, às 17h, no Centro Cultural Banco do Nordeste (Rua Conde D´Eu, 560, Centro). Grátis. A mostra integra a festa de inauguração da nova sede do CCBNB que começa às 16h, com cortejo saindo do Passeio Público. Contato: (85) 4006.7200 ou 7203

 

:: Jornal do Dia – AP

Últimas Notícias

Canne realiza curso de roteiro para documentários

O curso será à tarde e à noite, no Museu da Imagem e do Som (MIS), no segundo andar do Teatro das Bacabeiras

Atenção estudantes de cinema, comunicação, jornalismo e interessados em escrever roteiros ou dirigir documentários. O Centro de Audiovisual Norte Nordeste (Canne) realiza, de 30 de setembro a 4 de outubro, um curso de roteiro para documentário com o cineasta argentino Gualberto Ferrari.
O curso será à tarde e à noite, no Museu da Imagem e do Som (MIS), no segundo andar do Teatro das Bacabeiras. O objetivo é fazer uma abordagem teórica e prática sobre o estudo do documentário, dentro de uma visão abrangente dos processos criativos envolvidos na preparação e redação de um roteiro.
De acordo com a conselheira do Audiovisual da Cultura do Amapá e presidente da Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-metragistas do Amapá (ABDeC/AP), Ana Vidigal, as inscrições são gratuitas e podem ser feitas no MIS, em horário comercial, até 27 de setembro, com Rogério Vieira. A lista dos selecionados será divulgada no dia 29 de setembro nas redes sociais e a seleção será comunicada à imprensa.
Gualberto Ferrari é argentino, mas há anos mora na França. Com formação em teatro e cinema, é roteirista, diretor e especialista em análise de roteiros (Script Doctor). Consultor do Produire au Sud, ministra oficinas de roteiros cinematográficos desde 2002 para jovens produtores da França, do Brasil e da Tailândia.
Atualmente, está trabalhando no projeto do documentário de longa-metragem que ele dirigiu, uma co-produção entre Les Films d'Ici e a Fundação Joaquim Nabuco, "Confesiones Argentinas", e no longa de ficção "Photos". O curso é uma articulação da ABDeC/AP e tem a realização da Fundação Joaquim Nabuco, Governo Federal (MinC-SAV), Governo do Amapá (Secult) e com a parceria do Conselho Estadual de Cultura e Univercinema.

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