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10 DE FEVEREIRO DE 2013

Publicado: Quinta, 14 de Fevereiro de 2013, 08h30 | Última atualização em Quinta, 20 de Dezembro de 2018, 21h24 | Acessos: 478

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Recife, 10 de fevereiro de 2013

 

:: Jornal do Commercio

Política

Cientista político vê descompasso com povo

Em um momento que avalia como de agravamento da crise do Legislativo, o cientista político da Fundação Joaquim Nabuco Túlio Velho Barreto vê um enorme descompasso entre os anseios da população e o pragmatismo dos interesses políticos no Congresso Nacional. O estudioso baseia essa afirmação argumentando que, enquanto a sociedade se mobilizou para a elaboração e aprovação daquela que ficou conhecida como Lei da Ficha Limpa, demonstrando seu sentimento e o que espera da classe política, os parlamentares escolheram dois representantes que respondem a denúncias graves. O estudioso não vê a curto-prazo, como os novos mandatários possam reverter a crise de imagem no Legislativo que se alonga há tempos na opinião pública. São mandatos fadados a ampliar a crise que já existe no âmbito do legislativo, definiu o cientista político. Para ele, essa crise se arrasta dada a certa inoperância vista nos trabalhos do Congresso, que demora a colocar em pauta demandas da população, como as reformas política e tributária e ao envolvimento de parlamentares em denúncias de corrupção. De 2007 (ano em que Renan Calheiros renunciou à presidência do Senado em um acordo para evitar um processo de cassação) para cá, esse cenário se agravou, vários parlamentares foram cassados. No Senado, mais especificamente, tivemos o caso recente de Demóstenes Torres e Renan Calheiros volta sem ter limpado a ficha dele. Com o PMDB ocupando as três posições na sucessão presidencial a vice-presidência e a chefia das duas casas legislativas, Túlio Velho Barreto vê um agravamento nas disputas internas do partido que passa a ter, ainda na visão do pesquisador, uma força desproporcional dentro do governo. Quanto maior o pedaço de poder que você pode conquistar, mais propensa fica a possibilidade de disputas internas, avaliou.

SINTOMA

Para Velho Barreto, a candidatura da também peemedebista Rose de Freitas (PMDB-ES) em oposição ao correligionário Henrique Eduardo Alves e sem apoio do partido foi um sintoma desse processo. Após a derrota na votação, Rose de Freitas fez declarações polêmicas, inclusive insinuando a interferência do grupo do senador Renan Calheiros na eleição da Câmara. As disputas internas do PMDB que já existiam se tornaram mais barulhentas e isso contribui para o desgaste, porque se vêm denúncias do próprio partido que elegeu o presidente, se vêm de dentro, isso ajuda a ampliar exatamente a crise, o descompasso entre Congresso e sociedade, argumentou.

 

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