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04 DE DEZEMBRO DE 2012

Publicado: Terça, 04 de Dezembro de 2012, 10h03 | Última atualização em Quinta, 20 de Dezembro de 2018, 21h24 | Acessos: 807

Clipagem ASCOM
Recife, 04 de dezembro de 2012

 

:: Jornal Do Commercio

Caderno C

Cinema

 E agora, aonde vamos? (ET maintenant, On va ou?, FRA/EGI/LIB/ITA, 2011). De Nadine Labaki. Com Claude Baz Moussawbaa, Levia Halkim. Numa aldeia remota do Líbano vive uma comunidade dividida entre a religião cristã e islâmica. As mulheres da aldeia desidem boicotar a informação que lhes chega, destruindo o rádio e televisão comunitárias. Um evento, porém, vem contrariar auqela tranqüilidade q os homens começam a disputar direitos  e deveres, criando uma divisão entre os dois grupos religiosos num ambiente de tensão que cresce de dia para dia. Cinema da Fundação – 14h, 16h, 18h10, 20h20. 14 anos.

 

 :: Folha De Pernambuco

Programa

Cinema

 E Agora Aonde Vamos?  / De Nadine Labaki / Com Claude Baz Moussawbaa, Nadine Labaki. Numa aldeia remota do Líbano vive uma comunidade dividida entre as religiões cristã e islâmica. O lugar, rodeado por minas terrestres, tem apenas uma velha ponte que o liga às outras comunidades da zona. À medida que a guerra se intensifica, as mulheres da aldeia decidem boicotar a informação que lhes chega. Cinema da Fundação: 14h, 16h, 18h10, 20h20. 14 anos.

 

:: Diário de Pernambuco

Vida Urbana

Mapa traz diferenças dos municípios

Dados fazem parte do atlas lançado pela Agência Condepe/Fide, que será distribuído em várias instituições

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 Olinda tem uma densidade demográfica maior que a do Recife. São Lourenço da Mata, cidade da Copa das Confederações e da Copa do Mundo, registra uma taxa de mortalidade infantil mais elevada do que a nacional. Ipojuca, símbolo do desenvolvimento econômico do estado, apresenta índice de alfabetização inferior à média estadual. Esses e outros dados fazem parte do atlas Pernambuco em mapas, lançado ontem pela Agência Condepe/Fidem. O documento, que será distribuído em instituições públicas, bibliotecas e universidades, reúne informações populacionais, sociais, culturais, ambientais e econômicas.

Apesar dos esforços públicos e privados de estimular o desenvolvimento no interior do estado, ainda há uma expressiva concentração populacional na Região Metropolitana do Recife (3,69 milhões de um total de 8,79 milhões de habitantes). Curiosamente, a capital é apenas a segunda cidade em densidade demográfica. Nela, há 7.038 pessoas por quilômetro quadrado. Em Olinda, menor município da RMR, são 9.068. “O Recife tem uma área bem maior, mas com espaços com pouca população. Em Olinda quase não existe zona rural”, diz o coordenador do estudo que resultou no atlas da Condepe/Fidem, Ruskin Freitas.

Segundo o coordenador de Estudos Econômicos e Populacionais da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), Morvan Moreira, entre os efeitos da alta densidade estão as pressões sobre sistemas de esgoto, abastecimento d’água e equipamentos sociais, a ampliação do déficit habitacional e do valor de aluguéis e construções. Outra consequência possível refere-se ao transporte, como observado pelo taxista Wilson Cursino, 54. “Trabalho há 14 anos em Olinda e sinto que o trânsito triplicou de 2010 para cá. Acho que isso se deve ao aumento do número de moradores na área norte da RMR”, opina.
O tamanho dos municípios, muitas vezes, é diretamente proporcional à criminalidade. “De forma geral, a violência é maior nos grandes centros urbanos, principalmente quando há baixa escolaridade e inserção no mercado de trabalho. Para resolver, além de policiamento, é preciso investir em políticas sociais”, observa Freitas. Nesse ponto, chama a atenção a situação de Jaboatão, cidade onde não há programas sociais e o índice de Crimes Violentos Letais e Intencionais, por 100.000 habitantes, fica entre 47,86 e 59,06, acima do Recife e de Olinda. Os piores números estão no Cabo de Santo Agostinho, Itamaracá e Itapissuma.
Outro indicador importante relativo à qualidade de vida é a mortalidade infantil. “Taxas mais altas indicam situações de maior pobreza, ausência de condições dignas, sistemas precários de saneamento e abastecimento d’água, disponibilidade de atendimento à saúde e baixo poder de compra”, afirma Moreira.

 

 Viver

Cinema

E agora, aonde vamos? (França, 2011). De Nadine Labaki. Nadine Labaki, Claude Baz Moussawbaa, Leyla Hakim. Um grupo de mulheres libanesas tenta diminuir a tensão religiosa entre cristãos e mulçumanos no vilarejo em que vivem. Cinema da Fundação. 14h, 16h, 18h10, 20h20. 14a.

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