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23 DE NOVEMBRO DE 2012

Publicado: Sexta, 23 de Novembro de 2012, 10h38 | Última atualização em Quinta, 20 de Dezembro de 2018, 21h24 | Acessos: 679

Clipagem ASCOM
Recife, 23 de novembro de 2012

 

:: Jornal Do Commercio

Pinga-Fogo

 Cine Fundaj recebe a 7° Mostra de...

Cinema e Direitos Humanos na América do Sul a partir de hoje com 37 filmes, entre eles “O dia que durou 21 anos”, de Camilo Tavares.

 

Caderno C

Fabiana lança livro em SP

Parte dos brasileiros gosta de fingir que vive na tão propagada democracia racial, mesmo que números mostrem uma realidade diferente. É também nesses dados, mas principalmente nas histórias de diversas pessoas, que se sustenta o especial Quase brancos, quase negros e Um pé no salão, outro na senzala, vencedor dos prêmios Embratel e Cristina Tavares, editado no livro Nabuco em pretos e brancos (Massangana, 150 páginas, R$ 35), da repórter especial deste JC Fabiana Moraes com fotos de Heudes Regis e projeto gráfico de Andrea Aguiar. A obra é lançada hoje, às 18h30, em São Paulo, na Livraria da Vila. Na obra, Fabiana mostra um retrato complexo de Joaquim Nabuco e perfis de cinco negros em posições de poder, mas que ainda sofrem com o racismo e cinco brancos pobres, quase negros pela condição social.

 

 Caderno C

Cinema

Mostra de Direitos Humanos – A sessão de abertura começa às 19h, com exibição dos filmes A fábrica e Hoje. Cinema da Fundação. (Sex).

 Mostra de Direitos Humanos – Às 14h30, tem os filmes Disque quilombola; Vestido de Laerte; A galinha que burlou o sistema e O veneno está na mesa. Já às 16h30, tem Cachoeira; às 18h30, O fio da memória e às 20h30, Marighella. Cinema da Fundação. (Sab).

 Mostra de Direitos Humanos – Às 14h30, a mostra exibe Menino do cinco; Maria da Penha: um caso de litígio internacional; Silêncio das inocentes. Às 16h30, Porcos raivosos, O Cadeado, Dez vezes vencermos. Já às 18h30,tem Cabra marcado para morrer. Por fim, às 20h30, será exibido Juanita e O dia que durou 21 anos. Cinema da Fundação. (Dom).

 Mostra de Cinema Direto Canadense – A mostra, que acontece na sala João Cardoso Ayres, exibe às 14h, o filme O Gato no saco; às 18h, tem os curtas O rapaz solitário; A luta; Um jogo tão simples; Luvas douradas e Skate. Por fim, às 20h, o longa O Marido e a esposa. Cinema da Fundação. (Sex)

 Mostra de Cinema Direto Canadense – A mostra, que acontece na sala João Cardoso Ayres, exibe às 14h, o filme O marido e a esposa. Já às 18h, tem os curtas Os corredores de raquetes de neve; Quebec-EUA ou a invasão pacífica; Veja Miami; Elogio ao Chiac e Geneviève. Por fim, às 20h, o filme Meu tio Antoine. Cinema da Fundação. (Sab).

 

 Caderno C

Direitos humanos entram em foco

Um total de 36 filmes, incluindo inéditos no País, estão na programação da 7ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, evento que começa hoje no Cinema da Fundação e segue até quinta-feira, com entrada franca. O homenageado desta edição é o cineasta carioca Eduardo Coutinho, que trouxe um olhar inovador e repleto de sensibilidade ao documentário, gênero que domina com maestria.De sua autoria, serão exibidos Cabra marcado pra morrer, de 1984 (domingo, às 18h30), Santo forte, de 1999 (quinta, às 16h30), e o pouco conhecido O fio da memória, de 1991 (amanhã, às 18h30). Enquanto o clássico Cabra... problematiza o assassinato de um líder camponês e suas consequências, Santo forte traz um forte panorama de um Brasil sincretista. Com a mesma delicadeza, O fio... aborda a experiência negra no País através de um artista popular.A programação traz ainda uma série de títulos inéditos no circuito comercial, como os longas Hoje, de Tata Amaral, e O dia que durou 21 anos, de Camilo Tavares, ambos envolvendo aspectos da ditadura militar brasileira. Outros destaques inéditos por aqui são o uruguaio A demora – sobre uma mulher que não consegue internar o pai idoso – e o documentário Com o meu coração em Yambo, que traz a história de uma família colombiana que foge da violência política de seu país e acaba enfrentando problemas piores.Os destaques nacionais ficam por conta dos curtas Porcos raivosos (Isabel Penoni e Leonardo Sette) e Vestido de Laerte (Claudia Priscilla e Pedro Marques), que relembra o episódio em que o cartunista Laerte, travestido de mulher, foi proibido de usar o banheiro feminino de um restaurante. Entre as questões debatidas, o filme traz o preconceito velado e explícito contra o travestismo e outras manifestações da sexualidade humana.

 

 Caderno C

Filmes feitos no Canadá mostram o Cinema

Nem só da Mostra de Direitos Humanos vive o Cinema da Fundação. Na sala João Cardoso Ayres, o local recebe a Mostra Cinema Direto, canadense. No ar até segunda, o festival exibe, gratuitamente, filmes que marcaram a produção do país nos anos 1960 e 1970. Essa leva de diretores ficou conhecida por tentar mostrar a vida tal como ela é, o que acabou revolucionando o modo de fazer cinema no país. O movimento teve forte ligação com o Cinema Novo brasileiro e a Nouvelle Vague francesa, seus contemporâneos. Na programação de hoje, às 16h, será exibido o longa O gato no saco, a primeira ficção do diretor Gilles Groulx. Às 18h, tem Sessão de Curtas II e, por último, às 20h, o Marido e a esposa, de Allan King, filme que inspirou o primeiro reality show televisivo, An american family, (1973). O filme acompanha o cotidiano de um casal em seus desejos e disputas pelo poder. A película volta a ser exibida amanhã, às 16h. Ás 18h do sábado, tem o longa Meu tio Antoine, de Claude Jutra, considerado o melhor filme canadense. Na trama, Benoît e seu tio viajam para resgatar o cadáver de um parente. Às 20h, tem a Sessão de Curtas I. A mostra volta segunda, na Aliança Francesa do Derby, às 18h, com o filme No fim das contas, seguido de palestra com o professor canadense Thomas Waugh. A Fundação fica na Rua Henrique Dias, 609, Derby. Informações: 3073-6767

 

 :: Folha De Pernambuco

Programa

Cinema

 7° Mostra Direitos Humanos / No Cinema da Fundação: Hoje – 19h – A Fábrica + Hoje, de Tatá Amaral, 14 anos / Amanhã – 14h30 – Curtas-metragens, 16 anos; 18h30 – O Fio da Memória, de Eduardo Coutinho, livre; 20h30 – Marighella, de Isa Gribspum Ferraz, 10 anos / Domingo – 14h30: curtas-metragens, 12 anos; 16h30 – curtas-metragens, 16 anos – 18h30 – Cabra Marcado para Morrer, de Eduardo Coutinho, 12 anos. – 20h30 – Juanita, de Andrea Ferraz + O Dia que Durou 21 anos, de Camilo Tavares.

 

 Programa

A igualdade social está em primeiro plano

23.11.2012 - 08:01hs

Mostra Cinema e Direitos Humanos chega mais robusta e atraente

Luiz Joaquim

Foi em 2006, com uma programação extremamente direcionada ao seu tema, que deu início a Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul. Até sua terceira edição, o evento não dava tanta chance, em sua objetividade, para ligarmos à reflexão social a emoção típica dos bons filmes de ficção. Com a entrada do curador craque Francisco César Filho, o Xiquinho, o festival ganhou outros ares, mais leve, e ainda assim mantendo o peso de focar a igualdade social em primeiro plano.
Nesta sua 7ª edição, de hoje a quinta-feira (28) no Cinema da Fundação Joaquim Nabuco, e no dia 10 de dezembro no Cinema São Luiz, a Direitos Humanos apresenta 36 filmes representando oito países da América Latina. Todas as sessões têm entrada franca. Este ano, acontecendo em todas as capitais do País, além do Distrito Federal, o festival homenageia Eduardo Coutinho. Nada mais justo se pensarmos no valor agregado pelo realizador não apenas ao cinema brasileiro, mas a questões fundamentais da vida política e humana no Brasil.
De Coutinho, estão programados “Cabra Marcado Para Morrer”, 1984 (domingo, 18h30), “Santo Forte”, 1999 (quinta, 16h30), e “O Fio da Memória”, 1991 (amanhã, 16h30), um mosaico sobre a experiência negra no Brasil a partir da figura de um artista popular. Entre outras atrações, o festival também apresenta bons filmes inéditos no circuito comercial. O destaque desta edição fica com o vencedor do Festival de Brasília em 2011, o longa-metragem “Hoje”, de Tata Amaral (hoje, às 19h).
No roteiro, escrito pelas mãos de Jean Claude Bernardet, Rubens Rewald e Felipe Sholl, o drama corre em um dia de 1998, totalmente dentro de um apartamento paulista. Denise Fraga é uma ex-militante que, com a indenização pelo desaparecimento há 24 anos do marido guerrilheiro (o uruguaio Cesar Troncoso), compra um apartamento. Mas, no dia de sua mudança, ele ressurge e ela relativiza seu passado.
Como nos seus primeiros longas, em “Hoje”, Tata concentra-se no diálogo de um casal enclausurado, sendo sua revolução pessoal e interna mais importante que o cenário em si. Tata sempre apresenta um exercício de virtuosismo fotográfico e de encenação. O longa de Tata Amaral é precedido pelo ótimo curta-metragem “A Fábrica”, pelo qual, na condução de Aly Muritiba, vamos acompanhando o drama de uma mãe que leva o celular para um filho encarcerado até chegar ao seu desfecho desconstrutor de preconceitos.
Também inédito no circuito comercial é o colombiano “Chocó” (terça, 16h30), de Jhonny Hendrix Hinestroza, lançado no Festival de Berlim deste ano sobre os problemas do desemprego, do desalojamento e da violência doméstica; e o indicado oficial pelo Uruguai ao Oscar de Filme Estrangeiro “A Demora” (quarta, 16h20), de Rodrigo Plá, sobre uma mulher pobre que não consegue internar seu idoso pai em um asilo e acaba tomando uma atitude drástica.
Destaque ainda para dois títulos feitos com a lei Maria da Penha, que alterou o Código Penal Brasileiro, em foco: o média-metragem “Silêncio das Inocentes”, de Ique Gazzola, e o curta “Maria da Penha: Um Caso de Litígio Internacional”, de Felipe Diniz. Outros títulos fortes são: “Elvis & Madona” (quinta, 20h30), de Marcelo Laffitte, e “Batismo de Sangue” (terça, 18h30), de Helvécio Ratton. Veja a programação completa no site www.cinedireitoshumanos.org.br.

 

:: Diário de Pernambuco

Opinião

 O Recife Latino

Humberto França

Escritos
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 A localização e a composição cultural do Recife impulsionaram a criação de um movimento

internacional, o Festlatino, que promove as culturas dos países de línguas derivadas do latim, e que se disseminou por quatro continentes.  O VI Congresso do Festlatino reuniu no Recife, em outubro passado, o embaixador, Isaac Murargy, secretário executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, CPLP, Ana Paula Laborinho, presidente do Instituto Camões, Vincenç Villatoro, diretor do Instituto Ramon LLull, da Catalunha e Rosário Alvarez, vice-presidente do Conselho da Cultura Galega. 
A cerimônia de abertura contou com a presença do presidente da Fundaj, Fernando Freire, quando este articulista, presidente do Festlatino, entregou o diploma de vice-presidente ao reitor da Universidad de Congreso, Mendoza, Argentina, Francisco Pinõn, e agraciou personalidades de dez países.  O governo de Macau (China) enviou delegados que foram portadores de uma mensagem do secretário de Cultura, Cheong U.  Igualmente, remete ram saudações a ministra da Cultura da Colômbia, Mariana Garcés, o ministro da Cultura do Principado de Andorra, Albert Esteves Garcia, o secretário geral da Secretaria dos Países Ibero-Americanos, Enrique Iglesias, a presidente da Conacultura, México, Alessandro Masi, diretor internacional da Dante Alighieri, de Roma, e uma dezena de embaixadores e diplomatas. Desde 2010, o Movimento Festlatino realizou doze seminários internacionais em dez países e planeja novos eventos para
2013, quando chegará à Índia e ao Japão, passando pelos EUA, Argentina, Alemanha e Portugal. 
Na presença de Isabel Pires de Lima, secretária-geral do Festlatino e de Domício Coutinho, do presidente da Biblioteca Brasileira de Nova York, foram empossados os novos conselheiros: Tadeu
Alencar, Secretário da Casa Civil do Governo de Pernambuco, Armando Vasconcelos, diretor do Colégio Equipe, Fernando Campelo, presidente da Aliança Francesa do Recife, o embaixador Isnard Penha Brasil, Chefe do Erene, Jacques Ribemboim, presidente da Civitate e Enio Castelar, cônsul do Senegal.
Receberam homenagens, Roberto Amaral, ex-ministro da Ciência e Tecnologia, Maria José de Se na, reitora da UFRPE, Rodolfo Ramirez, diretor internacional na Secretaria de Governo de Pernambuco, Silvana Meireles, diretora da Fundaj, o cônsul da Argentina, Alejandro Hurtado e o reitor da Uninassau, Jânyo Janguiê.  O Gabinete Português de Leitura do Recife, a Universidade Federal Rural de Pernambuco, a Aliança Francesa do Recife, a Uninassau, a Caixa Econômica, o Ministério da Cultura, MinC e a Fundarpe patrocinaram e apoiaram o VI Congresso do Festlatino. As palavras da secretária executiva do MinC, Janine Pires, representando a ministra da Cultura, Marta Suplicy, ao lado do secretário de Políticas Culturais, Sérgio Mamberti, encerram a sessão inaugural de um movimento que se empenha para conceder ao
Recife, o título de “Capital Internacional da Latinidade”.

 

Viver

Cinema

 Mostra Direitos Humanos (Cinema da Fundação) – Hoje, às 19h. A Fábrica e Hoje. Amanhã, Curtas, às 14h30, Cachoeira, às 16h30, O Fio de Memória, às 18h30, e Marighella, às 20h30. Domingo, Curtas 1, 14h30, Curtas 2, 16h30, Cabra Marcado Pra Morrer, às 18h30, e Juanita e O Dia que Durou 21 anos, às 20h30. Entrada Gratuita.

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