11 DE NOVEMBRO DE 2012
Clipagem ASCOM
Recife, 11 de novembro de 2012
:: Jornal Do Commercio
Cderno C
Clássicos e novidades hoje no 5° Janela Internacional
A 5ª edição do Janela Internacional de Cinema do Recife continua hoje no Cine São Luiz e no Cinema da Fundação, e segue até 18 de novembro.No São Luiz, haverá a exibição dos clássicos A noviça rebelde (musical de Robert Wise, EUA, 1965), às 15h30, e Veludo azul (thriller de David Lynch, EUA, 1982), às 20h40. Às 10h30, no mesmo cinema, haverá a sessão de curtas infantis Janelinha, e, às 19h, o Panorama Alemão, com o longa A última ambulância de Sofia (Ilian Metev, ALE/BUG/CRO, 2012). No Cinema da Fundação o público conta com sessões competitivas de curtas-metragens internacionais das 15h às 20h30. A programação completa está no www.janeladecinema.com
:: Folha De Pernambuco
Programa
Cinema
Festival V Janela Internacional de Cinema do Recife
Cinema São Luiz: “Janelinha” (10h30), “A Noviça Rebelde” (15h30), “ A Última Ambulância de Sofia” (19h), “ Veludo Azul” (20h40).
Cinema da Fundação: “Curtas Internacionais 1: Vamos à Luta” (15h), “Curtas Internacionais 4: Nossos Pais e Mães” (17h), “Curtas 20 Anos Vila do Conde “ (18h30), “Curtas Internacionais 5: O que Arde Cura” (20h30),
:: Diário de Pernambuco
Viver
Cinema Classe B
Opções
Em breve, os pernambucanos vão ter à disposição mais 12 salas de cinema, com a inauguração da rede Cinemark no shopping RioMar, no Pina. Como diferencial, a empresa promete ambiente VIP, poltronas reclináveis, telas maiores e sonorização mais potente.
A disputa de mercado será principalmente com as redes UCI Kinoplex e Box Cinépolis, que oferecem, juntas, 41 salas nos shoppings Recife, Tacaruna, Plaza, Boa Vista e Guararapes. Há ainda, os espaços do Rosa e Silva, Cinema da Fundação, São Luiz, Apolo e Teatro do Parque (fechado para reformas).
A sala da Fundação Joaquim Nabuco, no Derby, é vista como espaço para produções do circuito alternativo e atrai por volta de 62 mil espectadores por ano.
Política
Políticas de emergência, com barulhos de sirene para conseguir passar. Era assim no passado. E continua. Em 1º de outubro de 1981, por exemplo, os jornais estampavam as boas novas. João Baptista Figueiredo, mais um dos presidentes emocionados com o Nordeste, liberava 5,1 bilhões de cruzeiros, R$ 386,7 milhões em valores atuais, para combater os efeitos da seca. Na época, os recursos chegaram à região por meio da Sudene como uma dádiva dos céus. Agora, o milagre se repete, depois de pressões políticas.
Na última sexta-feira, Dilma Rousseff anunciou um reforço de R$ 1,8 bilhão para programas de água em reunião com o Conselho da Sudene, sendo a maior parte para barragens e adutoras. Contudo, a meta mais importante para a população ainda está longe de ser atingida: a construção de um milhão de cisternas.
Coordenadora da Asa Brasil em Pernambuco, instituição que reúne 600 entidades civis do
semiárido, Neilda Pereira explica que a solução mais adequada para a região é
a construção de cisternas rurais. Ela diz que já foram feitas 500 mil em parceria com o governo federal, mas lembra que o pro-o grama precisa ser agilizado.
Segundo outros especialistas entrevistados pelo Diario, há uma semelhança e uma diferença entre a seca de 2012 e as outras estiagens mais prolongadas do passado ? entre as décadas de 1970 e 1980.
O pesquisador João Suassuna, da Fundação Joaquim Nabuco, explica: a exemplo de períodos anteriores sem chuva, o deste ano tinha sido previsto pelo Centro Aéreo Especial de São José dos Campos, que estuda o tema desde 1978. “Era previsível e ninguém tomou nenhuma memedida estruturadora?, reclamou. Ainda de acordo com ele, a diferença é ausência de saques a supermercados e mortes de
pessoas em virtude da fome.
Para a socióloga e doutora em economia Tânia Bacelar, o maior avanço foi a redução da
fome a partir da ampliação da previdência para o meio rural, desde a Constituição de 1988, e programas sociais como Bolsa Família. “Antes, havia a criação de frentes de emergências de emprego, saques a supermercados, muita fome. Hoje, não há mais a fome epidêmica, como dizia Josué de
Castro”.
(Aline Moura)
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