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12 DE OUTUBRO DE 2012

Publicado: Segunda, 15 de Outubro de 2012, 09h35 | Última atualização em Quinta, 20 de Dezembro de 2018, 21h25 | Acessos: 758

Clipagem ASCOM
Recife, 12 de outubro de 2012

 

:: Jornal Do Commercio

Política

Aspectos negativos e positivos

 

As causas e efeitos desse fenômeno eleitoral, que não é exclusividade do Recife e tampouco desta eleição, são controversas. O cientista político da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Erinaldo Ferreira alerta para a relação exclusivamente assistencialista” que alguns dos vereadores podem manter com as comunidades que o elegeram, além do olhar reduzido” que muitos acabam tendo sobre a cidade.

Ele também menciona o possível prejuízo político desse domínio territorial, como o impedimento para o surgimento de novas lideranças nos bairros. Isso é algo real. Esses vereadores são muito forte e terminam impedindo a criação de novas lideranças, brigando, inclusive, dentro do próprio partido. É como se cada um fosse dono daquele território, como acontece com os flanelinhas”, compara.

No entanto, ele também enxerga o lado positivo dessa concentração de votos. De acordo com o especialista, áreas esquecidas” da cidade terminam ganhando uma representação direta na Câmara. Isso porque, quando eleito, o vereador precisará retribuir em forma de ações concretas os votos que recebeu daqueles moradores.

A análise é compartilhada pelo cientista político da Fundação Joaquim Nabuco Túlio Velho Barreto. Eu não vejo como algo prejudicial o fato de o mandato do vereador se voltar para atender demandas localizadas. Ele é quem tem uma relação mais próxima com a realidade local. Para isso serve o mandato de vereador. Ele não vai conseguir representar toda a cidade”, argumenta. O Legislativo, segundo Túlio, deve agregar diferentes perfis. Temos que pensar que a Câmara é esse palco de interesses diversos, formado por vereadores com os chamados votos de opinião e outros que representam determinadas localidades, disse. (D.D.)

 

Caderno C

Cinema

A vida útil ( La Vida Útil,URU/ESP, 2010). De Frederico Veiroj. Com Jorge Jellinek, Manuel Martinez Carril. Jorge tem 45 anos, vive com os pais e trabalha numa cinemateca. Quando perde o emprego, percebe que são justamente os filmes que irão ajudá-lo a sobreviver. Cinema da Fundação – 17h20, 18h50. Drama. 14 anos.

 Violeta Foi Para o Céu (Violeta se Fue a Los Cielos, CHI/ARG/BRA, 2012) De Francisca Gavilán, Thomas Durand, Christian Quevedo, Gabriela Aguilera. O drama da vida de Violeta Parra, compositora, cantora e folclorista conhecida como a “mãe do folk latino-americano” .Cinema da Fundação – 15h10, 20h20 (Sex). Drama. 12 anos.

 

:: Folha De Pernambuco

Economia

Queda da Selic terá benefício prolongado

12.10.2012 - 08:03hs
Setores comemoram medida para garantia de produtividade

Kleber Nunes

Contrariando boa parte do mercado, que esperava a manutenção da taxa básica de juros, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu pela décima vez seguida a Selic, derrubando-a para o índice de 7,25%. A medida, tomada sob a justificativa de conter a inflação e garantir o crescimento econômico do País, que este ano não deve passar dos 2%, animou importantes setores da economia. O benefício deve durar pelo menos até a metade do ano que vem.

Para o presidente da Confederação Nacional das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Comicro), José Tarcísio da Silva, a medida “ousada” do Copom vai garantir mais produtividade para o Brasil. “Foi uma decisão importante do comitê para o País. A redução influi diretamente nas micro e pequenas empresas, que se beneficiarão com esse estímulo. O resultado será mais desenvolvimento e mais empregos nas micro e pequenas empresas”, avaliou.

Mesmo sem produzir um impacto direto no varejo, o superintendente da Câmara dos Dirigentes Lojistas do Recife (CDL), Hugo Philippsen, também elogiou a redução. “A diminuição dos juros básicos é bom não só para o mercado financeiro como um todo, mas para o consumidor, que verá um processo de melhoramento das taxas de financiamento a médio prazo. A queda da Selic representa ainda uma boa perspectiva para a economia do País”, argumentou.

O economista e pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco, Luiz Henrique Campos, explicou que para os setores produtivos toda redução de juros será bem-vinda, mas, no caso dessa queda da Selic, é preciso levar em conta que a medida é apenas mais uma que se soma a outras ações do Governo, que impactarão diretamente no dia a dia do cidadão comum.

“O Brasil continua buscando a meta inflacionária, porém com uma postura mais ativa, lançando mão de ferramentas fiscais de incentivo da economia. Ou seja, se antes se entendia combate à inflação com aumento de juros, hoje o Governo trabalha com ações pontuais em setores estratégicos”, analisou.

 

Programa

Cinema

A Vida Útil/De Federico Veiroj/ Com Jorge Jellinek, Manuel Martinez Carril. Jorge tem 45 anos e ainda vive com os pais. Nos últimos 25 anos ele trabalhou na Cinemateca de Montevidéu, monta a programação de filmes e dá suporte técnico. Um dia ele perde o emprego. Então, busca se adaptar a um novo mundo que surge à sua frente. Mas Jorge percebeu que são justamente os filmes que irão ajudá-lo. Cinema da Fundação: 17h20, 18h50. 12 anos.

Violeta Foi para o Céu/ De Andrés Wood/ Com Francisca Gavilán, Thomas Durand, Christian Quevedo, Gabriela Aguilera. Drama biográfica que observa a vida de Violeta Parra, compositora, cantora e folclorista chilena que representa uma paixão nacional equivalente à Edit Piaf na França. Ela é conhecida como a “mãe do folk latino-americano”. A trama reúne diversos momentos da artista, desde a infância humilde ao reconhecimento internacional, passando pela intensidade de suas contradições internas, falhas e paixões. Cinema da Fundação: 15h10, 20h20. 12 anos.

 

 :: Diário de Pernambuco

Cinema

A Vida Útil (Uruguai, 2010). De Federico Veiroj. Jorge Jellinek, Manuel Martinez Carril, Paola Venditto. Jorge trabalha há 25 anos na cinemateca de Montevideo, ao perder o emprego um novo mundo surge a sua frente. Cinema da Fundação. 15h10 (Sab), 17h20 (Sex/Dom), 18h50 (Sab/Dom), 20h20 (Sex). 14a.

Violeta foi para o Céu (Chile/ Argentina/Brasil, 2011). De Andrés Wood. Francisca Gavilán, Thomas Durand, Christian Quevedo. Um retrato da famosa cantora chilena Violeta Parra, apresentadora seus trabalhos, memórias, amores e esperanças. Cinema da Fundação. 15h10 (Sex/Dom), 16h40 (Sab), 18h50 (Sab/Dom), 20h20 (Sex). 12a.

 

 

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