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02 DE SETEMBRO DE 2012

Publicado: Segunda, 03 de Setembro de 2012, 08h56 | Última atualização em Quinta, 20 de Dezembro de 2018, 21h25 | Acessos: 715

Clipagem ASCOM
Recife, 02 de setembro  de 2012

:: JORNAL DO COMMERCIO
CIDADES 

Visual diferente entre os veículos ajuda o usuário
Pluralidade de cores e logomarcas facilita a assimilação de qual companhia oferece o serviço, permitindo a rápida identificação do veículo alvo de algum tipo de queixa do passageiroUsuário do Grande Recife tem o costume de guiar-se pelo nome do destino no painel de indicação dos coletivosEmbora esteja acontecendo tal desorganização nos padrões visuais de alguns ônibus que operam no Sistema de Transporte Público de Passageiros da Região Metropolitana (STPP/RMR), o Grande Recife ainda pode ser considerado um exemplo nesse quesito. Isso porque, entre especialistas em transporte público, a diferenciação nítida entre as identidades visuais das empresas prestadoras é boa para o usuário.
Vantagem para quem quer denunciar alguma irregularidade, por exemplo. A pluralidade de cores e logomarcas facilita a assimilação de qual companhia oferece o serviço, permitindo a rápida identificação do veículo alvo de algum tipo de queixa do passageiro. Em cidades como Rio de Janeiro, Fortaleza e Belém, os coletivos têm a mesma aparência, o que dificulta a vida de quem anda de ônibus.
Na Região Metropolitana, somente os veículos do Sistema Estrutural Integrado (SEI) são padronizados de maneira uniforme. Já nas linhas convencionais, ou seja, aquelas que não têm ligação com terminais de integração, cada empresa tem a liberdade de estampar sua própria identidade visual, criando um vínculo mais próximo com o usuário.
É o que explica o consultor em transportes Germano Travassos. “Sabemos que cada empresa tem seu diferencial, com serviços melhores ou piores entre elas. A afirmação da marca de cada uma propõe mais transparência e permite que o usuário saiba de quem ele pode cobrar satisfações ou a quem pode dar elogios”, destaca.
Apesar de considerar positivo o sistema de identificação plural no transporte público, o especialista acredita que a questão vai mais além. “Há vários artifícios que podem ajudar o passageiro a perceber melhor o veículo que o levará ao destino que quer. Pode haver mais investimento em divulgação de itinerários nas paradas e em letreiros auxiliares nos ônibus. A comunicação das linhas ainda é muito precária e atrapalha pessoas de fora da cidade ou que não estão acostumadas a fazer certos percursos”, opina.
Outro ponto que chama a atenção é que quem mora no Grande Recife costuma guiar-se pelo nome do destino no painel de indicação do ônibus, enquanto, em outras cidades, é o código de ordem (números e/ou letras) que tem maior destaque. Ou seja, quem é daqui, por exemplo, espera por um ônibus da linha CDU/Várzea, Piedade/Rio Doce ou Cajueiro Seco. Não muito longe, na vizinha capital da Paraíba, João Pessoa, é normal aguardar por um veículo da linha 432, 910 ou 163.
Para a doutora em Psicologia Social da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), Helenilda Cavalcanti, o apreço pelos nomes dos destinos e dos bairros está relacionado a um sentimento afetivo com a história da cidade. “Aqui, temos muita tradição com os nomes dos bairros, que são poéticos e retratam períodos da história da cidade. Isso faz com que eles persistam na memória das pessoas. Com apenas números, fica mais fácil perder essa memória afetiva. Tanto é que, quem é de fora, nem sempre tem essa tradição ao usar o transporte público”, explica.

CADERNO C

ESTREIA
Fausto (Rússia, 2011). De Aleksander Sokurov. Johannes Zeiler, Anton Adasinsky, Johannes Georg. Faust é um cientista brilhante, mas desiludido, que aceita fazer um pacto com um comerciante diabólico em troca de prestígio e do amor de sua adorada Gretchen. Cinema da Fundação. 14h50 (dom), 17h30 (dom). 14a.

Aqui é meu lugar (ITA/ FRA/ IRL, 2011). De Paolo Sorrentino. Sean Penn, Frances McDomand. Decidido a encontrar aquele que foi o algoz do seu pai nos tempos da guerra, homem sai numa viagem de descoberta pela América. Cinema da Fundação. 20h10 (dom). 12a.

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Fausto (Rússia, 2011). De Aleksander Sokurov. Johannes Zeiler, Anton Adasinsky, Johannes Georg. Faust é um cientista brilhante, mas desiludido, que aceita fazer um pacto com um comerciante diabólico em troca de prestígio e do amor de sua adorada Gretchen. Cinema da Fundação. 14h50 (dom), 17h30 (dom). 14a.

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Aqui é meu lugar (ITA/ FRA/ IRL, 2011). De Paolo Sorrentino. Sean Penn, Frances McDomand. Decidido a encontrar aquele que foi o algoz do seu pai nos tempos da guerra, homem sai numa viagem de descoberta pela América. Cinema da Fundação. 20h10 (dom). 12a.

BLOG PRODEMA-UFPE 

FORUM TÉCNICO CIENTÍFICO Prodema-UFPE, CGEA-Fundaj e Semas-PE
O Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente – Prodema/UFPE, a Coordenação Geral de Estudos Ambientais e da Amazônia – CGEA/Fundaj e a Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade – SEMAS do Governo do Estado de Pernambuco, realizaram no dia 20 de agosto de 2012 o FORUM TÉCNICO CIENTÍFICO com o objetivo de apresentar, articular e integrar atividades desenvolvidas pelo Prodema, CGEA e SEMAS com vistas a formalização de parcerias e convênios entre asinstituições. O Forum foi realizado no Auditório Jerônimo Lemos e Freitas do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFPE, no dia 20 de agosto de 2012, das 09:00 às 18:30h. Participaram do Forum do Secretário da SEMAS-PE, Sérgio Xavier, o coordenador da CGEA-Fundaj Clóvis Cavalcanti, a coordenadora do Prodema-UFPE Vanice Selva, técnicos da SEMAS, pesquisadores da Fundaj e professores e mestrandos do Prodema.Como resultado, foi definida uma agenda para discussão no dia 3 de setembro próximo, na qual cada instituição deve ver pesquisas, projetos, programas em andamento que podem ser articuladas e propor o que pode ser feito a partir das potencialidades e ações; a SEMAS deve apontar áreas prioritárias para pesquisas do Prodema e conciliar interesses tecnológicos do estado com os interesses sociais da Fundaj; construção de ações em comum quanto a políticas públicas, governança ambiental, desertificação, sustentabilidade e desenvolvimento, para um projeto interinstitucional (Fundaj, Prodema e SEMAS); proposta conjunta de projetos de educação ambiental pela Fundaj e Prodema; viabilidade de implantação de estação de monitoramento de carbono em Unidade de Conservação da Mata Atlântica.


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