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11 DE JULHO DE 2012

Publicado: Quarta, 11 de Julho de 2012, 08h16 | Última atualização em Quinta, 20 de Dezembro de 2018, 21h25 | Acessos: 983

Clipagem ASCOM
Recife, 11 de julho de 2012

:: JORNAL DO COMMERCIO
CADERNO C

Filme revela Siba por inteiro
FESTIVAL O Conexão Vivo Movida chega ao Recife com clipes e a estreia do documentário No balé das tormentas, sobre o pernambucano

Durante um programa de entrevista, em 2009, Siba foi perguntado sobre o que vislumbrava do futuro. Ele não tinha nada muito claro, fora a decisão de que o seu próximo disco seria um retorno, vinte anos depois, ao som elétrico das guitarras, ao som que ele mesmo fazia na adolescência. Da resposta surgiram a inquietação e a curiosidade dos diretores Caio Jobim e Pablo Francischelli de mergulhar junto com o cantor neste processo profissional e pessoal. Três anos depois, o projeto ganhou as telas e virou um longa-metragem – o documentário Siba – no balé das tormentas – um dos filmes que integra a programação da mostra itinerante de videoclipes e documentários musicais Conexão Vivo Movida, que chega ao Recife hoje. É a primeira vez, inclusive, que o filme é exibido na cidade.
“Quando ele nos respondeu aquilo, falamos que queríamos acompanhá-lo. Não tínhamos nada definido, e ficamos nos falando a distância. Em setembro de 2010, ele nos chamou para uma reunião, e falou que estava trabalhando a gravação de um novo disco. Nossa proposta foi acompanhar o processo todo”, conta o diretor Caio Jobim. O disco é Avante, lançado em janeiro deste ano, na capital pernambucana, em um show gratuito na Rua da Moeda, no Bairro do Recife. O álbum é um reflexo de uma decisão de Siba em lançar-se na carreira solo, saindo da Fuloresta, mas sem abrir mão das referências da cultura popular nordestina, as mesmas que estavam na base de seus antigos grupos.
O filme Siba – no balé das tormentas é uma poética costura de memórias, palavras e sons que construíram não só um disco, como também representam a trajetória de vida do compositor. O documentário revela Siba como narrador de sua própria história. O momento em que abriu as portas do seu estúdio para uma equipe de cinema foi só um dos pontos de um enredo profundo, que sintetiza o caminho do músico, da sua adolescência roqueira à maturidade artística, combinando universos distantes, como a poesia da Zona da Mata e a sonoridade rude da guitarra.
Todo o trabalho é erguido a partir de cinco entrevistas feitas em momentos e lugares diferentes. Entre elas, estão cenas de Siba numa sambada de maracatu rural, em Nazaré da Mata, em conversas com o produtor do disco, Fernando Catatau, e em uma visita à fazenda do seu avô, em Lajedo, Agreste de Pernambuco, onde passou parte da infância.
“Quando ele abriu as portas para a gente, tinha confiança, sabia que a gente podia chegar de uma forma respeitosa, sem ser invasiva. Nunca dirigimos ele. Atuamos discretamente. E aos poucos fomos desenvolvendo uma relação de amizade, que deixou Siba à vontade.” O filmes deve ser lançado em DVD até o final deste ano.
MOSTRA
Siba – no balé das tormentas é só um dos 65 vídeos da primeira edição do Conexão Vivo Movida. A mostra, que já passou por Goiânia, Belo Horizonte, João Pessoa e Salvador, exibe clipes e documentários musicais, produzidos no Brasil. Na capital pernambucana, o evento acontece de hoje até sábado, na Fundação Joaquim Nabuco, no Derby. A entrada é gratuita.
Entre os filmes selecionados para participar da mostra estão os clipes Janaína, do cantor Otto, Xirley, de Gaby Amarantos, Vou tirar você da cara, de Feiticeiro Julião, e Candeias Rock City, Johnny Hooker. Foram selecionadas 57 obras, que participam da mostra competitiva e concorrem a R$ 35 mil em prêmios. Os vencedores serão escolhidos pelos internautas (que podem votar ainda via SMS), pela plateia, e por um júri – formado pelo jornalista Thiago Soares, o cineasta Marcelo Pedroso e o DJ PatrickTor4.
A programação inclui ainda um debate entre a comissão julgadora e o professor e artista H.D Mabuse. Eles vão refletir sobre a produção audiovisual no Brasil.
Conexão Vivo Movida – de hoje até sábado, na Fundação Joaquim Nabuco (Rua Henrique Dias, 609, Derby). Entrada gratuita. Informações: 3073-6688 


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DIARIO DE PERNAMBUCO
VIVER

Cinema focado na músicaMostra Conexão Vivo Movida chega à Fundaj com 65 produções audiovisuais
Álbum Avante, de Siba, inspira Nos balés da tormenta

Goiânia, Belo Horizonte, João Pessoa, Salvador e, finalmente, Recife. Depois de apresentar vídeos e documentários musicais em quatro capitais brasileiras, o Conexão Vivo Movida chega à capital pernambucana para o encerramento da sua mostra itinerante, que tem abertura hoje, às 19h, na sala Joaquim Cardoso, da Fundação Joaquim Nabuco. Até o sábado, dia 14, serão exibidas 65 obras, que representam um panorama da produção audiovisual com temática musical. 
A mostra se apresenta como mais uma janela para esse mercado, que ainda sofre dificuldades no que se refere a sua sustentabilidade, mas que, apesar do pouco investimento financeiro, apresenta avanços estéticos e estilísticos na sua produção. Quem encerra a programação é o documentário Siba - Nos balés da tormenta, de Caio Jobim e Pablo Francischelli, em que se mostra a criação de Avante, disco mais recente do pernambucano Siba, como uma combinação entre música africana e poesia. Além dos vídeos, o Conexão Vivo Movida ainda convida o professor e jornalista Thiago Soares, o cineasta Marcelo Pedroso, o DJ Patrick Tor4 e o artista H.D Mabuse, para refletir sobre a produção audiovisual no Brasil.
Como incentivo, entre as 65 obras exibidas, 57 foram selecionadas por edital e competem a R$ 35 mil em prêmios, sendo julgadas por um júri de 15 avaliadores, entre eles os componentes da mesa de debate, além de uma votação aberta ao público no portal Conexão Vivo (www.conexaovivo.com.br). No Recife, um todo de cinco vídeos devem ser premiados pela votação do júri, do público presencial e dos internautas. A partir de amanhã, a mostra fica aberta ao público entre as 14h e 20h e tem entrada gratuita.

CINEMA
EM CARTAZ

ESPECIAL

A primeira coisa bela (ITA, 2010). De Paolo Virzi. Valério Mastandrea, Micaela Ramazzotti. Homem desinteressado pela vida e afastado da família recebe o pedido da irmã para ir ver sua mãe, uma doente terminal. Cinema da Fundação. 16h (sab/dom), 16h10 (sex), 18h20 (sab/dom), 20h10 (sex). 12a.


:: FOLHA DE PERNAMBUCO
PROGRAMA

Momentos para ouvir, ver e entender música
Videoclipes em cartaz e em discussão no projeto “Movida”

Sessão de abertura, contará com clipe de Gaby AmarantosÉ um prato cheio para quem gosta de ver, ouvir e pensar música o projeto “Conexão Vivo Movida: Mostra Itinerante de Videoclipes e Documentários Musicais”. Com abertura hoje, às 19h, na Fundação Joaquim Nabuco do Derby, o evento vai apresentar até sábado 65 obras audiovisuais, cuja razão de existir é a musica. A programação inclui também debates com especialistas sobre videoclipes e documentários.
O Movida, que já passou por Goiânia, Belo Horizonte, João Pessoa e Salvador, encerra sua itinerância no Recife. Oito videoclipes abrem a programação de hoje. Entre eles está o de “Xirley”, composição do pernambucano Zé Cafofinho que ganhou vida com a rainha do tecnobrega Gaby Amarantos.
A partir de amanhã a mostra corre, sempre gratuita, entre às 14h e 20h na Sala João Cardoso Ayres (mesmo andar do Cinema da Fundação).  O projeto, do Conexão Vivo, quer com este recorte dado pelo Movida refletir a “amplitude de abordagens estéticas e estilísticas do videoclipe. Amplitude alcançada em um segmento da produção audiovisual que ainda encontra dificuldades em termos de sustentabilidade no mercado, mas que se renova com a possibilidade de exibição nas novas janelas de conteúdo transmídia”. 
O evento preocupou-se em contemplar tanto bandas e músicos consagrados como iniciantes. Assim, por exemplo, dentre os videoclipes de artistas pernambucanos aparecem obras de Otto, Feiticeiro Julião e Johnny Hooker.
Das 65 obras selecionadas, 57 participam da Mostra Competitiva do Conexão Vivo Movida e concorrem a R$ 35 mil em prêmios que serão escolhidos pelo público, pelo júri oficial e internautas, que podem votar também via SMS.
No sábado, as projeções do Movida abrem espaço para dois debates. Na primeira mesa, às 14h, Thiago Soares (desta Folha de Pernambuco) e o cineasta Marcelo Pedroso discutem se videoclipe é para TV ou Internet, levando em consideração a própria natureza da obra, nascida nas entranhas da televisão, mas com apelo e dinâmica pop, o que possibilita diferentes abordagens criativas na web. Às 15h, será a vez de PatrickTor4 e H.D Mabuse refletirem sobre o produto final da técnica “cut and paste” para discutir originalidade no processo de produção do videoclipe.
Como Recife é a cidade que encerra o evento, o Conexão Vivo Movida escolheu fechar sua grade de programação com o documentário “Siba: Nos Balés da Tormenta”, de Caio Jobim e Pablo Francischelli, sobre o processo de criação de “Avante”, novo álbum do artista.
SERVIÇOConexão Vivo MovidaDe hoje a sábado (11 a 14 de julho), das 14 às 20h - exceto na abertura, hoje, às 19h.Sala João Cardoso Ayres, Fundaj - rua Henrique Dias, 609. Derby, RecifeInformações: (081) 3073 6688 / 6689 ou www.conexaovivo.com.br.Entrada franca.

CINEMA

ESPECIAL
Kaboon (EUA/FRA, 2010). De Gregg Araki. Thomas Dekker, Haley Bennett, Chris Zylka. Sob o efeito de biscoitos alucinógenos ingeridos, jovem é convencido de que testemunhou um assassinato que assombra seus sonhos. Cinema da Fundação. 20h40, Sábado. 14a.

A primeira coisa bela (ITA, 2010). De Paolo Virzi. Valério Mastandrea, Micaela Ramazzotti. Homem desinteressado pela vida e afastado da família recebe o pedido da irmã para ir ver sua mãe, uma doente terminal. Cinema da Fundação. 16h (sab/dom), 16h10 (sex), 18h20 (sab/dom), 20h10 (sex). 12a.

O rochedo e a estrela (BRA, 2011). De Kátia Mesel. No começo do século 17, grupo de judeus imigra para o Brasil, trazendo para Pernambuco a primeira sinagoga das Américas. Cinema da Fundação. 18h30 (sex), 20h40 (dom). L.

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