30 de abril de 2012
Clipagem ASCOM
Recife, 30 de abril de 2012
:: FOLHA DE PERNAMBUCO
Cultura e Lazer
Programa
Problemas na Mostra Pernambuco
Existia uma expectativa para saber como seria a Mostra Pernambuco, segmento dentro do Cine-PE que abre espaço para curtas-metragens do Estado. Isso porque no ano passado, durante a cerimônia de encerramento, cineastas pernambucanos subiram ao palco para protestar contra o festival, e uma das reivindicações era sobre o tratamento inadequado dado a esses curtas. Ao contrário dos outros filmes do evento, exibidos no Teatro Guararapes (com capacidade para cerca de 2.500 pessoas), essas obras eram projetadas no Cinema da Fundação (197 lugares), fora da grade oficial.
Neste ano, a mostra, no sábado e no domingo, aconteceu no Teatro Guararapes, mas em horário diferente da programação oficial: às 16h. No sábado, quando a sessão começou (com meia hora de atraso), o público variava entre 400 e 500 pessoas (e, ao final, talvez o dobro).
O problema maior foi com a projeção. O primeiro filme foi “Canção para Minha Irmã”, de Pedro Severien. Depois de cinco minutos as luzes do teatro se acenderam e a tela ficou preta. Pouco tempo depois, o filme recomeçou. O motivo: a projeção estava errada. Quando voltou, o problema persistiu, o que dificulta uma avaliação precisa do filme, uma obra em que um homem sai da prisão e encontra seu lar despedaçado.
O curta seguinte teve melhor exibição (apenas um erro inicial com a janela): “Corpo Presente”, de Marcelo Pedroso. É um filme em que a tensão entre o corpo e seus significados afetivos ganha novos valores enquanto o diretor sugere um enredo sobre luto e permanência.
Em seguida, mais problemas: por quatro vezes a projeção de “Zé Monteiro: O Homem que Venceu as 5 Mortes” travou, deixando o público sem algumas cenas. A obra trata de um artista plástico do interior do Estado, um personagem simples e autêntico, que cativou os espectadores.
“Elisa”, de Alice Gouveia, baseado em texto de Cida Pedrosa, é um pequeno projeto que sugere religião e desejo numa mesma personagem.
No primeiro dia do evento, quando “À Beira do Caminho”, de Breno Silveira, mostrou erros no áudio, Alfredo Bertini, um dos criadores do festival, subiu ao palco para pedir desculpas à equipe e aos espectadores, afirmando que o longa seria exibido novamente (e foi, no sábado à noite). Depois desses graves problemas ninguém apareceu para explicar ou se desculpar, aos diretores e ao público. Na tarde de ontem, Bertini se posicionou e disse que os quatro curtas seriam exibidos novamente hoje, às 16h.
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