28 de abril de 2012
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Recife, 28 de abril de 2012
:: DIARIO DE PERNAMBUCO
Opinião
A CRUZ DO PATRÃO PEDE SOCORRO
Por Mário V. Guimarães /Médico
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Os mais diversos setores da intelectualidade pernambucana, principalmente os que militam na nossa capital, estão preocupados com o destino a ser dado pela prefeitura(?) ao monumento existente na área portuária e conhecido como a Cruz do Patrão, portador de uma riqueza histórica que o torna intangível, com os seus 6 metros de altura, retrato de uma era.
Por sugestão do Prof. Geraldo Pereira, UFPE, presidente da Academia Pernambucana de Medicina, e mais do que tudo, comprometido com o problema que o atinge como membro ativo da comunidade acadêmica local, fui visitá-la e confesso o meu acanhamento em só agora ter ido conhecê-la fisicamente, embora sabedor de sua existência e valor. Apesar de abandonada pelos poderes públicos ao longo dos anos, trata-se de um belo monumento colunar, com cerca de 200 anos, segundo Pereira da Costa, que encerra uma fabulosa história ligada à escravatura e à navegabilidade do nosso porto, assim como aos nossos próprios costumes políticos no Sec. XIX.
Deixo de entrar em mais detalhes técnicos e históricos para não ser repetitivo, pois já são bastante conhecidos através de pesquisas, entre outros, de Pereira da Costa, Gilberto Freyre, Rubem Franca, Lúcia Gama, da Fundaj, e inclusive da historiadora inglesa Maria Graham, que sensibilizou-se com o que viu, Está situada numa área belíssima, às margens do Rio Beberibe, na entrada do porto, com uma visão panorâmica extraordinária do bairro de Santo Amaro (outro abandonado) e sua Rua da Aurora, que com um competente urbanização e ajardinamento da área, se tornaria um maravilhoso ponto turístico do Recife. Ali é pois, o lugar dela, por tudo que ela representa.
Chega então a hora de perguntar: em que, por que,e como a Cruz do Patrão está incomodando as nossas autoridades? Quem, na verdade, quer tirá-la dali? A Administração do Porto? A prefeitura? Querem fazer o que na área?Ampliar o porto, agora já tão reduzido?Abrir uma avenida? A opinião pública precisa estar ciente. Já têm pareceres dos órgãos tidos como competentes, ou sejam, as secretarias de Cultura do estado e do municipio, o Iphan, o Instituto Histórico e Geográfico, a Fundação Joaquim Nabuco e, por que não, dos setores universitários? Segundo o vigilante que me acompanhou na visita, têm sido numerosas as visitas ao monu- mento ultimamente. Até um pessoal da Arquidiocese, disse ele.
A retirada da Cruz do Patrão do seu ninho, símbolo de uma época na qual ela muito significou, vai representar uma verdadeira mutilação da cidade do Recife, no que ela ainda resta de belo e significativo, para mostrar aos seus filhos e aos seus visitantes. Por gentileza, pensem bem no que estão querendo fazer.
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MORTALIDADE INFANTIL CAI PELA METADE EM 10 ANOS, DIZ IBGE
A Mortalidade infantil no Brasil caiu quase pela metade na última década. De cada mil crianças nascidas vivas (até um ano de idade), 15,6 morriam em 2010. Em 2000, essa proporção era de 29,7 -redução de 47,5%.
O resultado representa um ganho para o país, mas ainda está distante das taxas obtidas por países da Europa e pelo Japão. Nessas localidades, a taxa de Mortalidade chega a ser de até 5 por cada mil nascidos vivos.
A pesquisa foi divulgada ontem pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) com base no Censo de 2010 e revelou ainda que o Brasil está atrás de países como o Chile, Uruguai, Argentina, México e Porto Rico.
Segundo os pesquisadores, os fatores que mais contribuíram para a queda foram a redução na taxa de fecundidade (de 2,38 filhos para 1,9 filho por mulher) e os aumentos da escolaridade e da renda real média no período.
A maior queda na taxa aconteceu na região Nordeste: 58,6%. Segundo o coordenador da pesquisa, Luiz Antonio de Oliveira, o resultado puxou a redução no Brasil.
A taxa na região passou de 44,7 para 18,5 óbitos por mil crianças nascidas. Apesar disso, o Nordeste ainda mantém as maiores taxas no país. A menor foi registrada no Sul, de 12,6 por mil.
Para o demógrafo Wilson Fusco, da Fundação Joaquim Nabuco, em Pernambuco, esse dado é reflexo dos investimentos sociais, como saneamento e saúde.
O Nordeste também registrou a maior alta (21,7%) na renda real média da população, mas ainda mantém o menor valor no país: R$ 946 por mês. A queda na fecundidade foi de 23,4% -de 2,69 para 2,06 filhos por mulher.
Segundo os pesquisadores, a queda na taxa de fecundidade foi resultado da opção das mulheres em ter filhos com mais idade. “A queda na taxa foi maior nos grupos etários mais jovens”, disse Oliveira. A presidente do IBGE, Wasmália Bivar, destacou o novo papel da mulher na sociedade. “Ela está se emancipando no mercado de trabalho”, afirma.
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