11 de abril de 2012
Clipagem ASCOM
Recife,11 de abril de 2012
DIARIO DE PERNAMBUCO
CINEMA
Habemus Papam (ITA, 2011). Eleito inesperadamente, novo papa não consegue aceitar o peso das responsabilidades. Cinema da Fundação. 16h10,10a.
L’Apollonide – Os amores da casa de tolerância (FRA, 2011). De Bertrand Bonello. Noémie Lvovsky. Nos bordéis parisienses no início do século 20, mulheres são expostas ao amor de uns, à violência de outros e também a doenças venéreas. Cinema da Fundação. 20h10 (sáb). 16a.
Pina (ALE, 2011). De Win Wenders. Documentário sobre a obra da coreógrafa alemã Pina Bausch. Cinema da Fundação. 18h10. 12a.
FOLHA DE PERNAMBUCO
PROGRAMA
Habemus Papam (ITA, 2011). Eleito inesperadamente, novo papa não consegue aceitar o peso das responsabilidades. Cinema da Fundação. 16h10,. 10a.
L’Apollonide – Os amores da casa de tolerância (FRA, 2011). De Bertrand Bonello. Noémie Lvovsky. Nos bordéis parisienses no início do século 20, mulheres são expostas ao amor de uns, à violência de outros e também a doenças venéreas. Cinema da Fundação. 20h10(sáb). 16a.
Pina (ALE, 2011). De Win Wenders. Documentário sobre a obra da coreógrafa alemã Pina Bausch. Cinema da Fundação. 18h10,12a.
JORNAL DO COMMÉRCIO
ROTEIRO JC
Habemus Papam (ITA, 2011). Eleito inesperadamente, novo papa não consegue aceitar o peso das responsabilidades. Cinema da Fundação. 16h15, 10a.
L’Apollonide – Os amores da casa de tolerância (FRA, 2011). De Bertrand Bonello. Noémie Lvovsky. Nos bordéis parisienses no início do século 20, mulheres são expostas ao amor de uns, à violência de outros e também a doenças venéreas. Cinema da Fundação. 20h10 (sáb). 16a.
Pina (ALE, 2011). De Win Wenders. Documentário sobre a obra da coreógrafa alemã Pina Bausch. Cinema da Fundação. 20h20,12a.
BLOG DE JAMILDO
Não houve notícia sobre a Fundaj.
REVISTA CLICK REC
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REVISTA ALGOMAIS
UMA FAGRIL OPOSIÇAO
SEM SUCESSO| Partidos oposicionistas não se entendem e vivem a dura realidade da falta de líderes para a campanha
Por Sérgio Montenegro Filho
Numa cidade onde o partido que está no poder trava uma briga sem precedentes para escolher seu candidato a prefeito e tentar garantir mais quatro anos no comando, as oposições teriam a faca e o queijo nas mãos para avançar politicamente em direção ao governo municipal. Teriam, apenas. Porque no Recife, os adversários do prefeito João da Costa (PT) estão igualmente perdidos. Simplesmente não conseguem se entender. Enfraquecidos pelo rolo-compressor do governador Eduardo Campos (PSB), sem falar em mais de onze anos consecutivos de gestão do PT na PCR e outros nove em que a dobradinha Lula-Dilma Rousseff vem controlando os destinos do País, os quatro principais partidos adversá-rios do prefeito – PMDB, DEM, PPS e PSDB – estão longe de chegar a um consenso sobre quantos e quais nomes devem ser lançados na disputa da capital, cargo que perderam em 2000, quando o petista João Paulo atropelou o projeto de reeleição do então prefeito Roberto Magalhães (PFL).DURA REALIDADENão bastasse esse fantasma a assombrá-la, a oposição enfrenta outra dura realidade: a falta de lideran-ça. Seus dois principais expoentes, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) e o deputado federal Sérgio Guerra (PSDB), não demonstram interesse pela disputa no Recife, preferindo voltar suas atenções para questões nacionais, privando os oposicionistas de um comando centralizado e transformando o bloco adversário do PT numa verdadeira babel polí-tica. As complicações não terminam aí. Jarbas e Guerra estão rompidos politicamente desde a eleição de 2010 quando, pressionado por todos os lados, o peemedebista topou a parada de encarar o governador Eduardo Campos, favorito absoluto na briga pelo Palácio do Campo das Princesas. Para tanto, cobrou do tucano a reedição da chapa vitoriosa da União por Pernambuco em 2002, convocando-o para nova disputa ao Senado. Guerra, no entanto, optou por uma tranquila eleição de deputado federal, e largou Jarbas sozinho para ser derrotado pelo “trator” do PSB por uma diferença de quase três milhões de votos. A relação dos exaliados, a partir dali, azedou de vez. E a oposição ficou órfã.AUSÊNCIANa avaliação do cientista político Túlio Velho Barreto, pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco, a ausência de um líder forte, que unifique o discurso dos partidos e indique o caminho político tem sido uma ferida exposta para as oposições. Ele concorda que o nome ideal para a função seria o de Jarbas Vasconcelos, mas vê certa razão na recusa do senador em aceitar o papel. “Jarbas acredita já ter dado sua cota de sacrifício com o desgaste que sofreu ao ser derrotado por Eduardo. Agora, ele está cuidando do seu projeto pessoal no Senado”, diz.Velho Barreto defende ainda que, após a derrota fragorosa de 2010, as forças antigovernistas precisavam ter se “reinventado”, buscando uma nova identidade que lhes garantisse algum sucesso nas eleições futuras. Mas isso terminou não acontecendo. As oposições permanecem fracionadas, frágeis e sem um projeto político eficiente que as unifique. “É um erro seguir discutindo nomes de candidatos a prefeito sem antes desenvolver um projeto comum a todos os partidos. Isso dificulta o diálogo entre eles e com o próprio eleitor”, adverte o estudioso.
OTIMISMO
Primeiro nome das oposições a se alinhar na disputa pela cadeira do prefeito João da Costa, o deputado estadual Daniel Coelho (PSDB) não vê na ausência de uma liderança maior um problema incontornável. Segundo ele, quem precisa de uma coordenação única é quem está no poder. “Na oposição, as divergências são naturais. É só conversar e a gente se entende”, recomenda. Mas logo em seguida admite que está faltando diálogo aos partidos e seus comandantes. “Não há como negar isso. Jarbas e Sérgio Guerra, nossos maiores líderes, nem se falam. Isso faz com que a oposição se distancie, não apenas no Recife, mas em todo o estado”, afirma.Defensor do lançamento de mais de um candidato do bloco para enfrentar o nome do PT – quem quer que seja ele – o tucano justifica sua tese. “Se apresentarmos um só candidato, vai parecer sinal de fraqueza. Com dois, soa como se tivéssemos um leque de opções”, diz. Mas a questão não é tão simples. Em vez de dois nomes, existem quatro pré-candidatos na briga. Além de Daniel, os deputados federais Mendonça Filho (DEM) e Raul Henry (PMDB) e o ex-deputado Raul Jungmann (PPS) já se alinham no páreo.“Há uma diferença significativa que nos distingue dos partidos governistas. Assim como eles, nós temos vários nomes desejando ser candidatos. Mas ao contrário deles, não estamos nos engalfinhando publicamente por causa disso”, justifica Mendonça Filho, para quem a falta de diálogo nas oposições não tem representado um problema. “Temos uma relação harmônica entre os partidos. E temos conversado, sim”, garante o deputado, que assegura manter uma ponte direta com o senador Jarbas Vasconcelos, a quem vem consultando sempre que necessário. “Jarbas conversa, nos ouve e dá opiniões. Mas no estilo próprio, longe da imprensa”, reafirma.Quem também garante que o senador está envolvido no processo – embora não apareça sob os holofotes – é o peemedebista Raul Henry, alvo de críticas dos colegas oposicionistas pela demora em anunciar sua posição sobre a sucessão. Assim como Mendonça, Henry disputou a Prefeitura do Recife em 2008 e, escaldado pela derrota logo no primeiro turno diante de João da Costa, preferiu amadurecer melhor os prós e contras de uma nova postulação. Somente na última semana de março, ele abriu o jogo: quer ser candidato, com a ajuda do seu padrinho político Jarbas. E pretende se lançar ao desafio de fazer com que os companheiros do DEM e do PPS desistam de concorrer e se unam a ele numa chapa conjunta.Para isso, Henry terá que mostrar que reúne mais condições de vitória. A questão é que Mendonça é quem tem aparecido melhor nas recentes pesquisas, tanto as encomendadas por veículos de comunicação como as dos próprios partidos. Ele surge logo atrás de João da Costa em praticamente todos os cenários, tendo o colega do PMDB na terceira posição.“Mas Raul tem menos rejeição que Mendonça. Esse quadro das pesquisas pode virar”, aposta um aliado de peso, que prefere não se identificar para fugir à polêmica.Pode até ser. Mas não foi esse o recado das urnas em 2008. Embora João da Costa tenha liquidado a fatura logo de saída, elegendo-se com a esmagadora preferência de 432.707 eleitores e dispensando o segundo turno, foi Mendonça quem cravou o placar mais próximo ao do prefeito: 206.827 votos. Quase o dobro dos 137.728 obtidos por Henry. É verdade que a soma dos votos dos dois ainda não representaria ameaça ao petista. Mas juntando-se os percentuais de todos os candidatos de oposição ¬– incluindo Cadoca (PSC) e Edilson Silva (PSOL) – o resultado foi um perigoso índice de 46% dos votos. Bastava um vacilo e o petista poderia ter ido ao segundo turno, no qual teria as oposições todas unidas contra ele.
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