Fundaj recebe whorkshop Áreas Protegidas: Povos, Terras e Águas
Começou na manhã desta segunda-feira (12), na sala Calouste Gulbenkian, Fundação Joaquim Nabuco Campus Casa Forte, o workshop Áreas Protegidas: Povos, Terras e Águas, atividade locada no Programa Institucional (PI5) “Educação, Governança e Sustentabilidade”.
O evento é coordenado pela Pesquisadora da Fundaj, Edneida Cavalcanti, que realizou a abertura do encontro. “Buscamos dinamizar atividades, estudos e conhecimentos para expandir o trabalho exercido no PI5. O objetivo de realizar o encontro é que as pessoas tenham acesso ao que está sendo realizado, que diversas pessoas tomem conhecimento desse trabalho”. falou. Alexandrina Sobreira, Diretora de Pesquisas Sociais (Dipes), também presente na mesa de abertura, comentou que o evento é uma oportunidade de desenvolver reflexões acerca do assunto e de outros projetos. “A Fundaj é um espaço interdisciplinar que viabiliza espaços para divulgação de temas importantes. Nesses momentos, vamos apresentar o trabalhando ao público. Além disso, cada projeto desenvolvido tem sua dimensão e precisamos apresentar os resultados alcançados e como a pesquisa foi elaborada e desenvolvida”, pontuou.
O objetivo do encontro é conectar diferentes tipos de experiência que envolve o ‘’cuidado com o território’’, para que a partir de algumas práticas sociais, possa refinar o alargamento da ideia de áreas protegidas.
A primeira mesa do curso, Gestão participativa, educação e comunicação em unidades de conservação, foi composta por Solange Coutinho, pesquisadora da Fundaj, José Ulisses dos Santos, professor de história e analista ambiental, e Severino Santos, que atua no Conselho Pastoral dos Pescadores.
De acordo com informações de Solange, a pesquisa unidades de conversação com lugares educadores é um trabalho desenvolvido pela Fundaj, que fica no âmbito da Diretoria de Pesquisa (Dipes), Centro de Estudos de Dinâmicas Sociais e Territoriais (Cedist) e faz parte do PI5. “Estamos trabalhando com cinco unidades de conservação e já realizamos alguns indicativos como o mapeamento participativo, produção de materiais didáticos, reconhecimento exploratório da área objeto de estudo, ampliação do banco de dados, produção de textos, seminários, publicações, realização de oficinas e entre outros”. comentou. “O objetivo da pesquisa é avaliar unidades de conservação como lugares educadores no âmbito de políticas públicas vinculadas a educação e sustentabilidade a partir da inserção da educação formal e não formal”, acrescentou.
José Ulisses dos Santos destacou a importância do trabalho desenvolvido no Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Aquáticos (ICMBio). “Tivemos um trabalho difícil, mas começamos aos poucos, mostrando para a comunidade a importância do peixe-boi. Além disso, os outros benefícios que o projeto pode trazer para a comunidade. Depois disso, desenvolvemos o trabalho acerca do turismo, conservação de manguezal, recursos pesqueiros, boa relação com os pescadores e entre outros”, finalizou.
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