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Técnicas da Biblioteca Nacional de Cabo Verde aprimoram conhecimentos no Laborarte

Publicado: Segunda, 01 de Outubro de 2018, 11h27 | Última atualização em Quinta, 20 de Dezembro de 2018, 21h08 | Acessos: 396

Em intercâmbio de conhecimento na Fundaj, as profissionais da Biblioteca Nacional de Cabo Verde (BNCV) estão recebendo instruções da equipe do Laboratório de Pesquisa, Conservação e Restauração de Documentos e Obras de Arte (Laborarte) da Fundaj. Lá, elas foram recebidas pela coordenadora do Laboratório, Ana Elizabete Bezerra Marques da Silva, que apresentou o laboratório e os projetos e cursos que ele oferece.  

Ana destacou a importância da visita técnica para a Biblioteca Nacional de Cabo Verde. “A BNCV está com interesse de formar o próprio laboratório e as profissionais de lá precisam dessas orientações técnicas e práticas para executar as atividades nessa área de conversação preventiva”, explicou.  

As técnicas da BNCB estiveram no atelier de papel e aprenderam novas técnicas de restauração e conservação de livros e documentos. Procedimentos como higienização, tratamento, costura e reencadernação foram alguns dos apresentados. No laboratório, elas puderam ver e comparar as técnicas utilizadas em Cabo Verde e na Fundação Joaquim Nabuco, percebendo diferentes máquinas e processos. 

Para Givaldo Batista, técnico de conservação e restauração de documentação gráfica e responsável pelo atelier de papel, a visita das técnicas é muito importante para a Fundaj. “Estamos indo além da fronteira e saindo não só do Brasil, como da América Latina. Isso é importante porque vai levar o nome da Fundação Joaquim Nabuco, do Laborarte para tão distante e vai atender nosso objetivo principal que é de disseminar e repassar o conhecimento que a Fundação, no caso o Laborarte, tem com o nosso técnico”, explicou. 

Sheila Antunes, bibliotecária na Biblioteca Nacional de Cabo Verde, destaca que está ansiosa para botar em prática o aprendizado que conquistou no Laborarte. “O que estou mais empolgada para aprender é principalmente na área de preservação, conservação, acondicionação e higienização de documentos e livros”, resumiu.  

Para Maria Eduarda Santos, que trabalha com promoção e mediação literária na BNCV e em escolas, o conhecimento adquirido na Fundaj será importante para a instituição cabo-verdiana. “A minha expectativa é levar esses conhecimentos para colocar em prática em Cabo Verde no âmbito da promoção de leitura e mediação”, apontou.  

As técnicas também participam de oficina sobre a conservação de livros e documentos, realizada pelo Laborarte, voltada para servidores de Nazaré da Mata.  

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