Incentivo à leitura e debate sobre meio ambiente marcam participação da Fundaj na Fliporto
“A leitura abre os horizontes, nos leva além. Essa iniciativa da Fundação Joaquim Nabuco é maravilhosa”, constatou o funcionário púbico Roberto Moraes Silva, que esteve no último domingo (12), no estande da campanha Um Livro de Coração, realizada pela Fundaj durante a XII Fliporto, que ocorreu de 9 a 12 de agosto, em Porto de Galinhas. O evento abriu espaço para a campanha de incentivo à leitura, quando foram distribuídos mil livros durante os quatro dias. Além da doação, a Fundação participou do evento com a palestra de Solange Coutinho e Tarcísio Quinamo, no espaço Eco Fliporto.
Com 30 títulos e temas como educação, urbanismo, segurança e meio ambiente, os livros da Massangana foram o sucesso do evento. “Essa campanha de promoção à leitura é extremamente importante. Estamos levando livros a quem tem dificuldade em adquirí-los, estamos cumprindo nosso papel social”, disse a presidente da Fundaj, Ivete Lacerda, durante a cerimônia de abertura da Fliporto, realizada no Espaço Literário Muru-Muru.
Para George França, que trabalha como garçom em Porto de Galinhas e coordena o projeto cultural Luiz Marinho Falcão Filho, em Timbaubá, cidade da Mata Norte do estado, a foi uma “grata surpresa” saber que teria acesso gratuito a livros. “Estou encantado e muito grato a Fundação Joaquim Nabuco por nos oferecer esse presente. Adoro livros, leio muito. Mas são caros, o que dificulta o acesso”, afirmou, acrescentando que espera que a campanha Um Livro de Coração chegue ao interior de Pernambuco.
Meio ambiente
Projetos que saiam do papel e que sejam permanentes, orientação na sala de aula e fora dela sobre, esclarecimentos às comunidades que se mantêm do que pescam no mar ou retiram do mangue, ações educacionais que levem cada cidadão a ter consciência, assumindo assim o compromisso com o meio ambiente.
As lições foram repassadas por Solange Coutinho e Tarcísio Quinamo, ambos ligados à Diretoria de Pesquisas Sociais (Dipes) da Fundaj. A palestra dos pesquisadores foi realizada no sábado à tarde no espaço Eco Fliporto. “Um problema que a educação ambiental costuma enfrentar é a descontinuidade das ações. É importante que sejam contínuas”, destacou Solange.
Redes Sociais