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Fundaj sela parceria de capacitação de profissionais para a Biblioteca Nacional de Cabo Verde

Publicado: Segunda, 23 de Abril de 2018, 13h10 | Última atualização em Quinta, 20 de Dezembro de 2018, 21h09 | Acessos: 634

A Fundação Joaquim Nabuco foi escolhida pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC) para ministrar um curso de capacitação para profissionais de biblioteconomia na Biblioteca Nacional de Cabo Verde, na África. A formação será debatida durante esta semana inteira, buscando identificar e estabelecer melhorias nas atividades cotidianas das bibliotecas do país, como organização, catalogação, pesquisa, conservação, etc.

A primeira reunião de apresentação da comitiva da Fundaj aconteceu nesta segunda-feira (22), na Embaixada do Brasil em Cabo Verde. Ao longo dos encontros, serão definidas as demandas para articulação do curso. “Em Cabo Verde, existe uma formação de pessoal que não conta com curso universitário nessa área. Eles precisam de instituições de fora do país para essa capacitação”, explica o coordenador do projeto, Fábio Lucas de Barros.

A Fundaj enviou uma equipe técnica para preparar um programa preliminar de curso, formada por Antônio Montenegro, arquiteto lotado no CEHIBRA, Joana Cavalcanti, Chefe de Gabinete, Veronilda Santos, gestora da Biblioteca Blanche Knopf, e Maria Ferreira, Coordenadora Geral de Cooperação e Estudos de Inovação da Difor. “A primeira conversa foi muito interessante, ouvimos o embaixador falar das necessidades do país, sobretudo na área de educação”, relata Joana Cavalcanti. Segundo ela, entende-se que há uma necessidade de formação de técnicos, mas o acordo entre as instituições pode ir além da disso, chegando também a capacitar para pesquisa científica e arte.

Após a viagem dos técnicos, será feito um plano de trabalho com as demandas identificadas. O programa de trabalho será desenvolvido ao longo de alguns meses e atuará à distância através de uma plataforma EAD. Fábio Lucas afirma que uma parceria como essa tem uma importância institucional enorme para a Fundaj: “É possível disseminar um trabalho já conhecido regionalmente para outras partes do mundo, abrindo portas para ações similares junto a outros países de língua portuguesa.”

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