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Vitrais são recolocados no prédio da Fundaj no Derby

Publicado: Segunda, 08 de Janeiro de 2018, 17h32 | Última atualização em Quinta, 20 de Dezembro de 2018, 21h09 | Acessos: 1239

Após restauração, o conjunto de quatro vitrais, feitos pelo arquiteto e artista alemão Heinrich Moser em 1933, está sendo recolocado no Edifício Ulysses Pernambucano, no Derby. O processo de revitalização, encabeçado pelo Laboratório de Pesquisa, Conservação e Restauração de Documentos e Obras de Arte (Laborarte) e executado pelo Estúdio Sarasá, especialista na conservação e restauro do patrimônio histórico e artístico, durou sete meses e, até o final dessa semana, deve devolver os vitrais para as fachadas do edifício.

Durante o processo, os painéis em vitrais, elaborados na técnica européia de justaposição de vidros em calha de chumbo, passaram por um minucioso tratamento. Desde a recomposição de peças quebradas à montagem de uma nova estrutura de chumbo para os vidros. Ana Marques, coordenadora do Laborarte, explica que os vitrais da fachada Sul remontam a antiga Escola de Aprendizes Artífices de Pernambuco, antigo funcionamento do prédio, enquanto que as fachadas Leste e Oeste trazem a Art Deco à tona.

Ana ainda afirma que Moser foi o precursor e responsável pela popularização dos vitrais em Pernambuco. “Ele começou a introduzir os vitrais em residências, no Palácio da Justiça, no Palácio das Princesas. Antes os vitrais só eram utilizados em Igrejas e Catedrais. Ele estendeu a técnica gótica utilizada.” O que explica a importância cultural e artística da recuperação das peças e das oficinas - que foram oferecidas enquanto o processo era realizado, para técnicos de restauração e conservação da Laborarte e de outras instituições.

A restauração e recolocação dos vitrais também faz parte da reforma do Edifício Ulysses Pernambucano, uma das unidades da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), iniciada em 2015. Após a reforma, equipamentos importantes para efervescência artística e cultural, como o Cinema do Derby (Cocin), o Centro Audiovisual Norte e Nordeste (Canne), a Galeria Vicente do Rego Monteiro, a Massangana Produções Audiovisuais e Educacionais (MMP) e Biblioteca Nilo Pereira devem voltar a funcionar. Juntamente com a Unidade Central, Diretoria de Memória, Educação, Cultura e Arte (Meca) e da Coordenação Administrativa e Financeira (Coex).

Além dos vitrais que começaram a ser reposicionados nas fachadas do Edifício, a Laborarte concluiu a restauração da Almanjarra localizada no Engenho Massangana e trabalha  na restauração de quatro peças que integram o acervo do Museu do Homem do Nordeste (a locomotiva, o locomóvel, a jangada e o bonde).

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