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Cena cultural pernambucana é debatida em seminário na Fundaj

Publicado: Quarta, 20 de Dezembro de 2017, 13h44 | Última atualização em Quinta, 20 de Dezembro de 2018, 21h09 | Acessos: 1068

Com discussões em torno dos fatores que limitam o desenvolvimento da cultura, a preservação do potencial cultural pernambucano, e a comparação entre políticas estratégicas implementadas em outros estados, o seminário "Mercado Cultural, a hora é essa!" foi realizado nesta quarta-feira (20), como evento de abertura da 24ª edição do Janeiro de Grandes Espetáculos, evento que em 2018 conta com a cooperação técnica da Fundaj.

Voltado para produtores cultuais, o evento cumpriu papel de ferramenta de aproximação entre a sociedade e a Fundaj. “Vamos cada vez mais levantar assuntos que gerem discussões e, além disso, trazer profissionais que podem falar sobre as temáticas abordadas. O meio artístico, cultural e educacional é rico em informações que podemos articular grandes debates”, destacou José Astrogildo dos Santos, responsável pela Diretoria de Memória, Educação, Cultura e Arte (MECA), da Fundaj.

A primeira mesa do encontro foi formada por Ciro Couceiro, vice-presidente da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), pelo presidente da Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Pernambuco (Apacepe), Paulo de Castro, e o produtor e músico, Marcelo Sena. Os principais debates giraram em torno do cachê dos artistas, prestação de contas e convênios com órgãos de cultura. “Queremos falar, reclamar e questionar, mas também agir e fazer. Quando elaboramos um seminário como esse, estamos plantando para colhermos no futuro. Mas, para todos os debates queremos a ajuda do poder público para resolvermos nossas ações e propostas", comentou Paulo de Castro.

Para ele, a parte financeira, sobretudo a forma como são realizados os pagamentos, é fundamental para um mercado cultural funcional. "Queremos trabalhar para receber hoje. Desejamos ter um ciclo estável que é trabalhar, receber e pagar nossas contas. Esse seminário é de extrema importância porque marca e demarca nossa força. Estamos com o auditório lotado debatendo e falando sobre questões culturais e isso é bastante enriquecedor”, acrescentou.

Após a primeira mesa, foram exibidos depoimentos em vídeo de secretários de cultura dos estados da Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, São Paulo, além do Distrito Federal, abordando a realidade local, dificuldades enfrentadas e suas especificidades.  “Essas parcerias estabelecidas pela Fundaj é uma forma de entrega e de aproximação com a sociedade. A Fundaj traz reflexões sobre pontos de extrema importância na cena cultural, que anda tão junto da educação e produção artística. É isso que buscamos o tempo todo, por exemplo, quando falamos em Janeiro de Grandes Espetáculos, abrimos um leque enorme. A programação vai muito além de espetáculos, podemos acrescentar palestras, cursos, workshops e entre outros”, afirmou Astrogildo.

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