Oficina encerra programação paralela da exposição As bandeiras da Revolução
Finalizando a programação paralela à exposição As Bandeiras da Revolução: Pernambuco 1817 -2017, a Fundação Joaquim Nabuco promove a terceira e última oficina de expressão artística contemporânea visando estimular o diálogo entre arte e público, e tendo como tema as bandeiras e movimentos sociais da atualidade e os ideais da Revolução Pernambucana de 1817.
Neste terceiro encontro, será apresentada a oficina "Sobre um sentir insurgente", com a artista pernambucana, Ana Lira. A oficina tem como objetivo propiciar a discussão acerca das conexões existentes entre as motivações da Revolução Pernambucana de 1817 e as motivações revolucionárias que estamos vivenciando no Brasil de hoje. Existem conexões para além de um sentir insurgente?
A artista pretende criar um grupo de estudos, discussão e experimentação, articulando uma série de dispositivos de ativação coletiva com o intuito de promover reflexões, materiais e publicações que ajudem a construir uma ação artística a incorporar-se à exposição “As bandeiras da Revolução”, que estará em cartaz até 4 de fevereiro de 2018.
A Oficina ocorrerá no período de 18 a 22 de dezembro em três encontros de discussão e reflexão e duas ativações em espaços públicos. O calendário das ativações será decidido durante o workshop e divulgado nas redes sociais.
Primeiro encontro - Estamos realmente juntos?
O primeiro encontro tem o intuito de trabalhar as conexões, sutilezas e diferenças entre os movimentos e as movimentações da sociedade civil organizada por transformações sociais e garantia de direitos, bem como pensar quais as relações possíveis destas novas insurgências com as proposições de 1817.
Segundo encontro - O que dizem de nós estas bandeiras?
O segundo encontro propõe uma reflexão sobre a materialidade das lutas cotidianas. Como transformamos desejos em elementos visíveis, que passam a falar junto conosco no espaço público e no imaginário coletivo?
Terceiro encontro - Como insurgência se conecta com o sensível?
O terceiro encontro convida os participantes a dialogar sobre as interseções do insurgente com o sentir e a construir traçados sobre outros caminhos de se atuar no discurso simbólico.
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