Ir direto para menu de acessibilidade.
Página inicial > Imprensa > Feirinha orgânica da Fundaj comemora um ano com muito sabor e saúde
Início do conteúdo da página

Feirinha orgânica da Fundaj comemora um ano com muito sabor e saúde

Publicado: Quinta, 07 de Dezembro de 2017, 10h00 | Última atualização em Quinta, 20 de Dezembro de 2018, 21h09 | Acessos: 1065

No mês em que se comemora um ano das atividades da feira orgânica no pátio do Museu do Homem do Nordeste, as cinco tendas de frutas e hortaliças que fazem tanto sucesso nas manhãs de quinta-feira continuam trazendo uma alimentação variada e saudável para o público. Do couve-flor produzido por Valdenice Santos, de Chã Grande, que de tão disputado acaba antes das 8h, às canjicas quentinhas de Rejane Cândido, também de Chã Grande, que garantem o sabor junino em qualquer época do ano, a Feira de Orgânicos do MUHNE conquista não só o público interno da Fundaj, como também a freguesia nas vizinhanças de Casa Forte.

 

A consultora de comunicação digital, Anna Terra Miranda, mora nos arredores da instituição e frequenta a feirinha toda quinta-feira. Apesar da variedade no saldo depender do dia, ela nunca deixa de levar os mini repolhos roxos e a batata doce para casa. A preferência, segundo ela, vai além da distância: “É uma feirinha que fica até um pouco mais tarde, além de ser pequena e ter preço justo.” Assim como Anna Terra, a professora de educação física Adriana Sérvola mora perto da instituição e aproveita quase todas as edições para levar produtos mais saudáveis. “O fato de ser orgânico é o que me atrai, eu aproveito para levar cenoura, coentro, jerimum, inhame e ovo.”

 

Os funcionários da Fundação Joaquim Nabuco também têm a oportunidade de aproveitar a comodidade da feira dentro do trabalho. Daniel Pereira, do educativo do Museu do Homem do Nordeste, preza por uma alimentação mais saudável e enaltece a importância de valorizar a atuação dos produtores: “eu gosto por que enaltece as pessoas que são produtoras de orgânico, da agricultura familiar, serve como incentivo a eles.” Já a analista espacial de desigualdades sociais, Cristine Bonfim, trabalha na CIEG, na unidade de Apipucos e aproveita para passar na sede para levar chuchu e vagem, por ser caminho para o trabalho. 

 

O clima aconchegante que envolve o público e a feirinha envolve até os vendedores. A produtora Valdenice Santos expressa seu afeto pelo movimento e pelas pessoas que frequentam o local: “Eu gosto demais daqui, o movimento é bom e é todo mundo muito legal com a gente.”

 

 

registrado em: ,
Fim do conteúdo da página

Nós usamos cookies para melhorar sua experiência de navegação no portal. Ao utilizar o fundaj.gov.br, você concorda com a política de monitoramento de cookies. Para ter mais informações sobre como isso é feito, acesse Política de privacidade. Se você concorda, clique em ACEITO.