"Caatingas em Risco" é encerrado com balanço de projetos para conservação da caatinga

A Fundação Joaquim Nabuco recebeu nesta quarta-feira (22) o segundo dia do seminário Caatingas em Risco, realizado na sala Calouste Gulbenkian, na Fundaj Casa Forte. O evento foi marcado por rodas de diálogos com representantes de diferentes unidades de conservação acerca da apresentação de programas para a caatinga, analisando suas propostas, duração e orçamentos.
Um dos projetos apresentados, o GEF-Terrestre, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente, propõe restaurar a caatinga, o pampa e o pantanal. Ele foi mencionado como um dos combatentes aos problemas do semiárido: "Não é um programa que pode ser interrompido, ele é de monitoramento e a longo prazo, então o sucesso depende se as unidades de conservação vão conseguir mantê-lo funcionando", explica a pesquisadora da CGPEQ, Elizabeth Martins, que também exerceu papel de mediadora. 
Em seguida, a mesa de diálogos expôs medidas a serem tomadas para desenvolver pesquisas em unidades de conservação contou com a presença de um representante de cada UC. Osmar Borges, da Estação Ecológica Raso da Catarina, Leonardo Brasil, do Parque Nacional da Furna Feia, e Nathália Alves, da CEMAVE foram alguns dos nomes que compuseram a mesa e trocaram experiências de atuação. Durante a roda, foram apresentados tópicos como estrutura, programas e recursos das unidades as quais representam, pontuando as áreas de investimentos e as dificuldades.
O evento, que teve como propósito discutir questões de conservação e trazer visibilidade ao bioma, trouxe ao público um escopo das medidas que precisam ser tomadas para que a caatinga possa ser devidamente protegida e recuperada.
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