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Empoderamento feminino no Desenvolvimento Sustentável é discutido na Fundaj

Publicado: Segunda, 20 de Novembro de 2017, 16h52 | Última atualização em Quinta, 20 de Dezembro de 2018, 21h09 | Acessos: 598

Gerar um debate sobre a atuação e a liderança das mulheres no desenvolvimento sustentável e propor a garantia de um ambiente de igualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho foi um dos pilares do seminário “Gênero e Sustentabilidade no Brasil: Agenda e Ações à luz dos objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, que ocorreu nesta segunda-feira (20), na Sala Calouste Gulbenkian, com Samyra Crespo, doutora em História Social pela Universidade de São Paulo (USP) e pesquisadora titular do Museu de Astronomia e Ciências Afins do Ministério da Ciência e Tecnologia, Inovações e Comunicações.

Durante a conversa, que foi mediada por Alexandrina Sobreira, diretora de Pesquisas Sociais da Fundaj e organizadora do evento, a palestrante falou um pouco sobre a evolução e importância do Feminismo na geração de políticas públicas e explicou como a Rede Brasileira de Mulheres Líderes pela Sustentabilidade, a qual Samyra coordena, atua nas questões referentes à temática. “Não existe projeto de desenvolvimento de um país sem as mulheres. Nossa proposta é aproveitar o poder que elas têm em uma posição de privilégio na sociedade para entrar nos espaços e pautar políticas públicas”, afirmou.

A intenção da Rede, portanto, é envolver as mulheres que tenham interesses em ações no desenvolvimento sustentável e mostrar que elas podem atuar em benefício da sociedade através do poder que possuem. “Trabalhamos com mulheres do setor público e privado interessadas em promover novos padrões de consumo e valorizar a pró-sustentabilidade que leve ao consumo responsável. Antes de nos conhecer, algumas não sabia que poderiam ser tão importantes”, continuou Samyra.

Além de desenvolverem ações positivas para boa parte da população, o projeto visa o empoderamento feminino e seu processo de afirmação dentro da sociedade. A pesquisadora explicou que as mulheres, no momento, vivem a “Revolução Incompleta”, já que, mesmo tendo conquistado tantos direitos ao longo da história, ainda “não venceram a luta completamente”.

“Ainda não temos 100% do uso do tempo só para nós. Trabalhamos 21 horas a mais do que os homens semanalmente. Ainda há muito trabalho para desconstruir alguns tipos de mentalidade, por isso a revolução pela qual passamos ainda não foi finalizada totalmente. É essa a nossa luta diária”, ressaltou.

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