Fundaj solicita que bem público de Olinda receba nome de Aloísio Magalhães

Se estivesse vivo, em novembro de 2017, o artista plástico pernambucano Aloísio Magalhães, considerado pioneiro na introdução do design moderno no Brasil, completaria 90 anos. Para celebrar a data, o presidente da Fundação Joaquim Nabuco, Luíz Otávio Cavalcanti, solicitou ao prefeito de Olinda, Professor Lupércio, por meio de ofício, que um bem público do município receba o nome de Aloísio Magalhães. O documento está sob análise na Prefeitura de Olinda.
A carreira profissional de Aloísio foi brilhante como designer, gestor cultural, arquiteto e pintor. Realizou muitas obras importantes, reconhecidas até hoje, como por exemplo, a identidade visual da Petrobras, do Banco Central, das cédulas do cruzeiro novo, a primeira marca da TV Globo, a logomarca da Bienal de São Paulo, entre outros trabalhos.
“Como gestor de cultura, Aloísio foi Secretário Nacional da Cultura. Nesse momento, produziu uma das mais importantes políticas de proteção de bens materiais e imateriais do país”, comentou o presidente da Fundaj. “Além disso, a defesa do nome do município de Olinda, como patrimônio cultural da humanidade, na reunião da Unesco, foi feita por Aloísio. Ele foi uma pessoa bastante importante em todos os sentidos”, completou.
Aloísio Magalhães também será homenageado em evento da Fundaj. No mês de novembro, na Sala Calouste Gulbenkian, haverá um seminário sobre Aloísio, onde vários assuntos serão abordados. “Vamos falar sobre ele, sua obra e patrimônio”, resumiu Luíz Otávio Cavalcanti.
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