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. – OHPERA – MUDA – ... no Cinema do Museu, da Fundaj/Casa Forte, nesta quinta-feira (13), a partir das 18h30

Publicado: Segunda, 10 de Julho de 2017, 16h45 | Última atualização em Quinta, 20 de Dezembro de 2018, 21h10 | Acessos: 963

Na próxima quinta-feira, dia 13 de julho, o Cinema do Museu da Fundação Joaquim Nabuco vai exibir o filme ... – OHPERA – MUDA – ... (... – OHPERA – MUET – ...), dirigido pela artista argentina Alejandra Riera em colaboração com a Cia Teatral Ueinzz, formada por pacientes psiquiátricos do hospital-dia A Casa. 

A exibição do filme integra o projeto Event and Duration (Evento e Duração), organizado pela plataforma de programas e residências artísticas If I Can’t Dance, I Don’t Want To Be Part of Your Revolution, com sede na Holanda. No Recife, tem o suporte da Diretoria de Memória, Educação, Cultura e Arte - MECA da Fundação Joaquim Nabuco. 

A sessão será apresentada por Frédérique Bergholtz, curadora e fundadora da If I Can’t Dance..., sendo seguida por uma conversa entre Alejandra Riera e o filósofo e ensaísta Peter Pál Pelbart, coordenador da Cia. Teatral Ueinzz. 

Antes da exibição do filme será realizado, no hall de entrada do Cinema do Museu, o lançamento da segunda edição (revisada e ampliada) do livro O Avesso do Niilismo (n-1 edições, 2017), de Peter Pál Pelbart, com a presença do autor. Vários outros títulos da editora n-1 estarão também à venda. 

Cia. Teatral Ueinzz 

Criada há 20 anos, a “Cia. Teatral Ueinzz é território cênico para quem sente vacilar o mundo. Como em Kafka, faz do enjôo em terra firme matéria de transmutação poética e política. No conjunto, há mestres na arte da vidência, com notório saber em improviso e neologismos; especialistas em enciclopédias marítimas, trapezistas frustradas, caçadores de sonhos, atrizes interpretativas. Há também inventores da pomba-gíria, incógnitas musicais, mestres cervejistas e seres nascentes. Vidas por um triz se experimentando em práticas estéticas e colaborações transatlânticas. Comunidade dos sem comunidade, para uma comunidade por vir.”

Alejandra Riera 

Nasceu em Buenos Aires e vive em Paris. Desde 1995 dedica-se a um fundo de arquivos imaginários e trabalha em várias mídias para onde convirjam imagens e textos. Desde 2010 ensina cinema e práticas documentais na Ecole Nationale Supérieure d’Art (Escola Nacional Superior de Arte) em Bourges, onde organiza “Manières de faire” (maneiras de fazer), um cineclube aberto a todos, explorando raras e singulares abordagens poéticas, examinando filmes, escritas e experiências fora de qualquer realidade preconcebida. Em 2005 veio a São Paulo e conheceu o trabalho da Cia Teatral Ueinzz, com quem vem colaborando desde então. Para Riera, a percepção é uma questão em aberto, e a própria realidade é um problema não resolvido. Ao tentar dar a essa realidade uma expressão, a artista fala em políticas de representação. É parte de sua ética “jamais ocupar o lugar daquele ou daquela que ‘representa’, mas deixar espaço para que outros, enquanto sujeitos (com os quais escolhemos fazer um caminho), se auto-presentem, ocupem um lugar”. O filme ... – OHPERA – MUDA – ... é o resultado maior (mas necessariamente provisório) da parceira que Alejandra Riera desenvolveu, ao longo de anos, com a Cia. Teatral Ueinzz.

Peter Pál Pelbart

É professor no Departamento de Filosofia e no Núcleo de Estudos da Subjetividade do Pós-Graduação em Psicologia Clínica da PUC-SP. Coordena uma trupe de teatro (Cia Teatral Ueinzz) formada por "pacientes e usuários de serviços de saúde mental, terapeutas, atores profissionais, estagiários de teatro ou performance, compositores e filósofos, diretores de teatro consagrados e vidas por um triz". Seus livros mais recentes são Vida Capital - ensaios de biopolítica (Iluminuras, 2003) e O avesso do niilismo – cartografias do esgotamento (n-1 edições, 2013 e 2017).

... – OHPERA – MUDA – ...

O filme ...– OHPERA – MUDA – ... é um filme e um documento de uma experiência assinada na “data de 9 de julho de 2016” que lida com “lugares” e “linguagens”: aquelas que estão para ser abandonadas, aquelas que estão para ser retomadas, aquelas que estão para ser sonhadas, aquelas que são as mais secretas. A discussão acontece em torno de espaços e lugares da História, de construções e demolições, tais como a remoção da estátua de Colombo em Buenos Aires, em 2014, entre outras várias. Ela também engaja estórias e contadores de estórias, narradores femininos que usualmente não têm espaço e que, portanto, têm que produzi-lo.

“Nesse filme pode haver uma dupla fissura: aquela de um cinema que vive não somente através de imagens (de fato, à medida em que o filme se desenrola, pouco a pouco não fazemos mais distinção entre os textos ‘sem imagens’ projetados na tela e as ‘imagens em movimento’) e aquela de uma humanidade em busca de uma rota diferente da já estabelecida por nós” – Lisson Madelpech

DATA, HORA E LUGAR

13 de julho de 2017 (quinta-feira)

18h30 lançamento do livro O Avesso do Niilismo, de Peter Pál Pelbart
19h30 exibição do filme ... – ÓHPERA – MUDA – ..., apresentado por Frédérique Bergholtz
21h30 conversa entre Alejandra Riera e Peter Pál Pelbart
ENTRADA FRANCA

Cinema do Museu
Fundação Joaquim Nabuco
Av. 17 de Agosto, 2187
Casa Forte
Recife PE

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