Prêmio Pesquisador Emérito é retomado e apresenta dois indicados
O Prêmio Pesquisador Emérito, concedido pela Fundação Joaquim Nabuco a profissionais com grande contribuição intelectual no trabalho de pesquisas científicas, foi retomado após 15 anos. Decretado em 1986 pela Portaria PRESI nº 040, o prêmio foi concedido previamente a nomes como Gilberto Freyre, Renê Ribeiro e Manuel Correia de Andrade.
A indicação dos pesquisadores premiados no ano de 2017 foi feita pela diretora da Diretoria de Pesquisa (DIPES), Dra. Alexandrina Sobreira, seguindo critérios como contribuição na formulação de políticas nacionais e orientação de outros profissionais.
Os nomes indicados são Dra. Rachel Caldas Lins, anteriormente pesquisadora da Fundaj e da UFPE, desenvolvendo pesquisas pioneiras; e Dr. Roberto Cavalcanti de Albuquerque, professor titular de economia e co-fundador do Programa Integrado de Mestrado em Economia e Sociologia da UFPE.
A premiação Pesquisador Emérito é uma oportunidade de trazer visibilidade aos projetos de pesquisa científica, além de consagrar pesquisadores envolvidos com questões sociais.
"Trata-se de promover o reconhecimento de uma vida destacada pela qualidade do trabalho, pela dedicação pessoal e pela importância científica da obra," declara o presidente da Fundaj, Luiz Otávio Cavalcanti. “É fato que a pesquisa social contém, em si, recompensa moral pelo conteúdo ligado à valorização das manifestações próprias da vida. Mas acentuar a culminância científica, a que chegaram alguns desses pesquisadores, constitui dever das instituições e da comunidade."

Dr. Roberto Cavalcanti Albuquerque. Fonte: INAE
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