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Proposta de tombamento dos edifícios Delmiro Gouveia e Renato Carneiro Campos, na Fundaj/Apipucos

Publicado: Sexta, 23 de Setembro de 2016, 15h06 | Última atualização em Quinta, 20 de Dezembro de 2018, 21h11 | Acessos: 1337

A Fundação Joaquim Nabuco está lançando um projeto para o tombamento de alguns de seus imóveis. A correspondência para a provocação da proposta está prevista para ser enviado à Fundarpe, órgão técnico responsável pelo sistema de tombamento em Pernambuco, na primeira semana de outubro.

Para que um imóvel possa ser tombado é necessário que o edifício seja de interesse cultural. A Fundação Joaquim Nabuco, ao longo dos anos, adquiriu um grandioso e valioso patrimônio não só cultural, mas também arquitetônico. Por essa razão, os arquitetos da Fundaj, Antônio Montenegro, Cristiano Borba e Ronaldo Lamour deram início a esta proposta.

Antônio Montenegro, diretor em exercício da (MECA)/Fundaj, um dos idealizadores da proposta, afirmou que é de extrema importância que se tombe para preservar esses bens e, assim no futuro, eles possam ser disponibilizados como um registro da memória arquitetônica.

Montenegro explicou ainda que dentre os imóveis pertencentes à Fundaj, a pretensão é apresentar, neste primeiro momento, a proposta de tombamento em dois edifícios que ficam localizados dentro do Campus Anísio Teixeira, na Rua Dois Irmãos, 92, Apipucos.

O primeiro é o edifício Delmiro Gouveia, onde funciona atualmente a Vila Digital, ligada ao Centro de Estudos da História Brasileira (Cehibra) pertencente à Diretoria de Memória Cultura e Arte (MECA)/Fundaj). O prédio entrou como prioridade à lista de tombamento por se tratar de um edifício do final do século 19, em estilo eclético. Serviu como residência para o industrial cearense Delmiro Gouveia, um dos pioneiros da industrialização no Brasil e abrigou atividades do Centro Regional de Pesquisas Educacionais do Nordeste.

O segundo edifício é o Renato Carneiro Campos, onde funciona a maior parte das coordenadorias da Diretoria de Pesquisas Sociais (DIPES), uma construção modernista da década de 1960, antiga sede da escola experimental do Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos (INEP). Possui elementos inovadores para a época, como o teto jardim do auditório.

Dois imóveis já são tombados e regulamentados em nível nacional pela Fundarpe, a Capela e a Casa Grande do Engenho Massangana, localizados na PE 60, Km 10, do Cabo de Santo Agostinho/PE.

Ainda de acordo com Montenegro, o Edifício Ulysses Pernambucano, que fica na Rua Henrique Dias, 609, Derby, já faz parte da lista de Imóveis Especiais de Preservação (IEP). “É um exemplar proto-racionalista, da década de 1930, que possui elementos de boa qualidade estilística, com elementos artísticos relevantes, como os vitrais de autoria de Heinrich Moser”.

O objetivo é que aos poucos se consiga tombar todos os imóveis patrimônios da instituição, a exemplo do edifício do Museu do Homem do Nordeste, no início chamado Museu do Açúcar, que foi o primeiro da cidade do Recife, construído em 1960, para de fato ser museu e fica na Av. Dezessete de Agosto, 2187 - Casa Forte.

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