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Fundaj realiza a 394ª sessão do Seminário de Tropicologia

Publicado: Segunda, 22 de Agosto de 2016, 16h47 | Última atualização em Quinta, 20 de Dezembro de 2018, 21h11 | Acessos: 1140

A Fundação Joaquim Nabuco realiza em 30 de agosto, às 9h, na sala Gilberto Freyre, em Casa Forte, a 394ª sessão do Seminário de Tropicologia, com o tema Trama Urbana e o Sistema de Suporte: O Caso do Recife, com a palestra da arquiteta e urbanista, Dra. Amélia Reynaldo.

Para a conferencista, que já participou do Seminário de Tropicologia em uma de suas edições mensais no ano de 2004, representa uma boa oportunidade para discutir uma pesquisa em curso e obter dos membros do Seminário contribuições para aprimorar os resultados perseguidos.

Ainda segundo Amélia Reynaldo, o tema que versa sobre o histórico processo de urbanização do Recife, com ênfase nos loteamentos aprovados pela Prefeitura, entre as décadas de 1920 e 1980, “é fruto de um projeto de pesquisa desenvolvida no âmbito do Laboratório das Paisagens Culturais, do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Católica de Pernambuco”.

O evento será transmitido ao vivo no endereço abaixo:


http://video.rnp.br/portal/transmission.action?idItem=31613

Sobre Amélia Reynaldo

Formada em arquitetura e urbanismo pela Universidade Federal de Pernambuco e doutora em urbanismo pela Escola Técnica Superior de Arquitetura de Barcelona/Espanha, sua maior atuação tem sido no âmbito público, com trabalhos para a Prefeitura do Recife e para o Governo do Estado de Pernambuco, onde atua desde 1999. Amélia também foi coordenadora da equipe que obteve o 1° lugar no Concurso Nacional para Renovação e Preservação do Bixiga, em São Paulo (1989).

Sobre o Seminário

O Seminário de Tropicologia foi criado pelo sociólogo Gilberto Freyre, em 1966 e volta à Fundaj justamente no ano em que está completando 50 anos de existência. De início realizado na UFPE, o Seminário passou por um período de 23 anos na Fundaj, de 1980 a 2003. Deste ano até 2015, funcionou na sede da Fundação Gilberto Freyre, em Apipucos, e depois na Academia Pernambucana de Letras.

Para trazer ao Recife o Seminário de Tropicologia, Gilberto Freyre se inspirou na metodologia usada pelo professor Frank Tannenbaum, da Universidade de Columbia (EUA), em seu Seminário Latinoamericano. O seminário de Tannenbaum era multidisciplinar, com acadêmicos e não acadêmicos, que pesquisavam e debatiam as causas relativas ao atraso e/ou o desenvolvimento da América Latina.

Gilberto Freyre, com esta mesma metodologia, queria que o Seminário de Tropicologia incentivasse a pesquisa e o debate sobre o meio e a Cultura nos trópicos. Pois, sociólogos e culturalistas europeus e americanos, muitas vezes, interpretavam a vida nas regiões tropicais como determinada ao atraso.

Para Gilberto Freyre, tal interpretação era puro preconceito, pois tal determinismo climático e racial não tinha fundamento. Pelo contrário, o clima tropical e o homem dos trópicos eram de extraordinária riqueza, com potencial enorme de desenvolvimento.



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