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Acervo da Fundaj contribui com obra que pesquisa a relação entre música e política

Publicado: Sexta, 26 de Fevereiro de 2016, 15h24 | Última atualização em Quinta, 20 de Dezembro de 2018, 21h11 | Acessos: 1722

A Fundação Joaquim Nabuco recebeu nesta quinta-feira (25) a visita do jornalista Franklin Martins. Mais conhecido pela cobertura política em vários veículos de Imprensa, entre os quais a TV Globo, e por ter exercido a função de ministro de Comunicação Social entre 2007 e 2010, Franklin é também um pesquisador da história da música brasileira. É de sua autoria o livro Quem foi que inventou o Brasil?, obra onde pesquisa, por meio de partituras, fonogramas e letras, a relação entre música e política no país entre 1902, início dos registros fonográficos no Brasil, e 2002. Um dos locais consultados, o Centro de Estudos da História Brasileira (CEHIBRA), recebeu do autor um exemplar da publicação, que ficará à disposição do público para pesquisa. 

Recebido pelos pesquisadores Albertina Malta (Coordenação de Documentação e Pesquisas Históricas) e Lino Madureira, o jornalista aproveitou para colher informações para o novo estudo, em que aborda o mesmo tema, música x política, no período que vai do Império até o começo da República. A Fundação Joaquim Nabuco foi uma das minhas mais importantes fontes de consulta. A base de dados da Discografia Brasileira de 78 rpm, digitalizada e disponível na internet, me permitiu resolver, através de consultas à distância, um sem-número de dúvidas. Além disso, Renato Phaelante, com seu conhecimento e gentileza, ajudou-me a garimpar canções interessantíssimas”, destacou o ex-ministro.

Acervo - Com mais de 14.000 discos de 78 rotações, 2.600 CDs e 4.500 LPs, o acervo fonográfico do CEHIBRA, localizado no campus de Apipucos da Fundação Joaquim Nabuco, cataloga registros musicais e preserva raridades históricas, como gravações exclusivas de Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Jacinto Silva. Além disso, o acervo ainda conta com aproximadamente 1.350 fitas cassete e 418 fitas rolo, bem como 420 discos compactos e 1.600 partituras.

Segundo Albertina Malta, coordenadora de Documentação e Pesquisas Históricas, as partituras e discos da Música Popular Brasileira são os itens mais procurados no acervo. "A coleção dos discos 78 RPM é uma raridade. Destacamos os Arranjos originais de Nelson Ferreira, maestro Duda, maestro Clóvis Pereira, maestro José Menezes, Sivuca e Guerra Peixe, além dos arranjos da Rádio Jornal do Commercio e o conjunto de partituras impressas de Alfredo Gama (séc. XIX) são raros e importantes", afirma Albertina.

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