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Fundaj participa da Reunião Plenária de Educação da Região Nordeste

Publicado: Quinta, 17 de Setembro de 2015, 11h35 | Última atualização em Quinta, 20 de Dezembro de 2018, 21h12 | Acessos: 857

O presidente da Fundação Joaquim Nabuco professor Paulo Rubem Santiago participou no dia 16 de setembro, da abertura da Reunião Plenária da Região Nordeste, promovida pelo Conselho Estadual de Educação de Pernambuco e pelo Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Educação.

O encontro, que se estende até o dia 18, debaterá temas como Política Nacional de Formação de Professores e Educação Continuada, Política Nacional de EAD e a Colaboração entre os Sistemas de Educação, Construção da Base Nacional Comum, Sistema Nacional de Educação e o Financiamento da Educação na Perspectiva do PNE.

A cerimônia teve início com a apresentação cultural do Coral de Câmara do Conservatório Pernambucano de Música, composto por doze cantores, entre professores e alunos do CPM, regidos pela maestrina Mônica Muniz, interpretando peças líricas e trechos de óperas famosas.

Além do presidente da Fundação Joaquim Nabuco, à mesa de abertura da Plenária estiveram presentes, entre outros, a presidente do Conselho Estadual de Educação, professora Maria Ieda Nogueira, a presidente do Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Educação, professora Suely de Castro Menezes e o secretário executivo de Educação Profissional da Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco, Paulo Dutra.

Paulo Rubem Santiago iniciou sua fala chamando a atenção sobre as contradições históricas gritantes que a Região Nordeste tem diante de si, a exemplo da cruel estatística de que quase a metade da população analfabeta do Brasil se encontra no Nordeste. “É o Nordeste da modernidade em contraponto ao Nordeste das disparidades. É o Nordeste de Paulo Freire, de Josué de Castro, de Celso Furtado, de Milton Santos, de Francisco Julião. É o Nordeste que persiste e resiste e não nos faltam, ferramentas”.

O presidente da Fundaj propôs a abertura dessa caixa de ferramentas com atitudes mobilizadoras e articuladoras, empenhados, sobretudo nesses dois primeiros anos fundamentais da implementação do PNE, no seu acompanhamento e avaliação.

 

 

 

 

 

 

 

 

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