Ir direto para menu de acessibilidade.
Página inicial > Imprensa > Poeta e escritor Paulo Gustavo será imortal da Academia Pernambucana de Letras
Início do conteúdo da página

Poeta e escritor Paulo Gustavo será imortal da Academia Pernambucana de Letras

Publicado: Segunda, 14 de Setembro de 2015, 10h11 | Última atualização em Quinta, 20 de Dezembro de 2018, 21h12 | Acessos: 1467

 Servidor da Fundação Joaquim Nabuco, Paulo Gustavo já comandou a Editora Massangana e, em mais de 36 anos de carreira, assinou dezenas de obras.

Eleito em 25 de maio deste ano para a Cadeira Número 16 da Academia Pernambucana de Letras, Paulo Gustavo tomará posse no próximo dia 18, às 20 horas. A cerimônia será na sede da Academia. Servidor de carreira da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), o poeta e escritor ocupará o posto cujo patrono é Vitoriano Palhares e o seu antecessor foi o médico e escritor Geraldo Pereira.

Lançado como poeta ainda em 1975, aos 18 anos de idade, pelo então suplemento literário do Diario de Pernambuco, Paulo Gustavo é mestre em Letras – com foco em Teoria da Literatura –, pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Entre seus trabalhos acadêmicos está uma dissertação sobre a obra de Guimarães Rosa.

Seus primeiros livros foram publicados pelo selo editorial que marcou época no Recife dos anos 1980: as Edições Pirata, coordenado pelos poetas Jaci Bezerra e Alberto da Cunha Melo. Este movimento contou ainda com a participação de outros funcionários da Fundaj, a exemplo de Eugênia Menezes, Myriam Brindeiro, Mário Souto Maior, Arnaldo Tobias, Sebastião Vila Nova, Nilza Lisboa, Vernaide Wanderley, tantos outros.

Em seguida, publicou Queda para o alto (poesia, 1979); Pausa para o invisível (contos, 1982); Quando tudo era brinquedo (poesia infantil, 1983) e Aleluia no Caos (poesia, 1983) que recebeu menção honrosa no Concurso Nacional de Poesia Jorge de Lima, da Universidade Federal de Alagoas. Neste último ano também lançou, pela Pool Editorial, do Recife, a coletânea A redenção do acaso.

Pelas Edições Bagaço publicou: O que te trai, o que te calapoemas (1992), em parceria com a Fundação de Cultura Cidade do Recife; O poder da noite – poemas (2004); o ensaio A tartaruga e a borboleta: um caminho para Proust (2011); e, em 2015, Coisas que se quebram (poemas).

Pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), publicou uma antologia do poeta pernambucano Austro-Costa intitulada Meio-dia eterno. Em 2011, foi o organizador do livro Mauro Mota: cem crônicas escolhidas, publicado no mesmo ano pela Cepe Editora, com base no acervo do cronista que está sob os cuidados da Fundação Joaquim Nabuco.

Trajetória na Fundação Joaquim Nabuco

Na Fundaj, onde completa 32 anos de serviço em dezembro deste ano, foi secretário-executivo do Conselho Editorial, editor-assistente da Revista Ciência & Trópico; assistente da superintendência do extinto Instituto de Tropicologia e editor da Editora Massangana, de janeiro de 2012 a fevereiro de 2015. No momento, o poeta e escritor organiza um livro de crônicas e artigos publicados pelo escritor e sociólogo Sebastião Vila Nova, pela Fundação Joaquim Nabuco.

Paulo Gustavo também foi membro dos conselhos editoriais da Fundarpe, da Editora Massangana e da revista Algomais. Tem poemas, artigos e ensaios publicados em vários periódicos e antologias de Pernambuco.

registrado em: ,
Fim do conteúdo da página

Nós usamos cookies para melhorar sua experiência de navegação no portal. Ao utilizar o fundaj.gov.br, você concorda com a política de monitoramento de cookies. Para ter mais informações sobre como isso é feito, acesse Política de privacidade. Se você concorda, clique em ACEITO.