Fundaj lança quinto episódio de websérie sobre desenvolvimento de roteiro audiovisual
O Centro Audiovisual Norte e Nordeste (CANNE), da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), lança hoje (19) o quinto episódio da primeira temporada da websérie “Narrativas Audiovisuais Contemporâneas”. Nele, o crítico de cinema Rodrigo de Oliveira fala sobre seu primeiro longa-metragem como roteirista e diretor, Horas Vulgares (2011). Ele compartilha sua experiência de adaptação literária do livro Reino dos Medas, de Reinaldo Santos Neves, para o cinema. A conversa tem continuidade no sexto episódio.
“Narrativas Audiovisuais Contemporâneas” é fruto de gravações de seminários, com o mesmo nome, realizados no Cinema da Fundação Joaquim Nabuco, em 2014, sobre o desenvolvimento do roteiro audiovisual. Protagonizam os vídeos quatro diretores: Hilton Lacerda, Rodrigo de Oliveira, Karim Ainouz e Rodrigo John. O objetivo da websérie é registrar e divulgar o diálogo promovido pelos seminários, onde os diretores convidados apresentaram seus trabalhos mais recentes ou emblemáticos e conversaram sobre aspectos criativos e técnicos de roteiro.
A mediação dos debates foi realizada pelo jornalista e crítico de cinema André Dib e pelo realizador e coordenador do CANNE, Pedro Severien. Com “Narrativas Audiovisuais Contemporâneas”, o CANNE propõe a pesquisa, a reflexão e o compartilhamento de informações sobre processos de criação audiovisual entre estudantes, profissionais e artistas da área. Além de incentivar a formação técnica necessária para a elaboração da atividade audiovisual, o CANNE também promove a produção de conhecimento, iniciando um acervo inédito para consulta e pesquisa.
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SOBRE O DIRETOR
Rodrigo de Oliveira é crítico de cinema e roteirista graduado em Cinema, pela Universidade Federal Fluminense (UFF), além de redator da Revista Cinética. Colaborou para veículos como a Revista Contracampo, Revista da Programadora Brasil, Revista Filme Cultura e Jornal do Brasil. Rodrigo escreveu, produziu e dirigiu, com Vitor Graize, seu primeiro longa-metragem de ficção, As Horas Vulgares, de 2011. O filme foi lançado na III Semana dos Realizadores e apresentado na competição da Mostra Aurora, na 15ª Mostra de Cinema de Tiradentes, e chegou ao circuito comercial em 2013. Em seu segundo longa-metragem, Teobaldo Morto, Romeu Exilado (2015), ele assumiu sozinho o roteiro e a direção, tendo participado do 14º Foro de Coproducción do Festival de Huelva (Espanha), em 2013, e lançado na Mostra Aurora da 18ª Mostra de Tiradentes. Em 2010, Rodrigo escreveu e organizou o livro Diário de Sintra – Reflexões sobre o filme de Paula Gaitán, lançado no Festival de Brasília do mesmo ano. Foi jurado dos festivais de Gramado (2008) e Marília (2011). Em 2009, foi co-curador da competição nacional do Curta Cinema-RJ, e a partir de 2012, se torna curador do Festival de Vitória (Vitória Cine Vídeo). É roteirista do longa-metragem Exilados do Vulcão, de Paula Gaitán, vencedor do prêmio de Melhor Filme no Festival de Brasília 2013.
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