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Quatro pesquisadores da Fundaj finalizam o doutorado

Publicado: Sexta, 21 de Dezembro de 2018, 12h43 | Última atualização em Sexta, 21 de Dezembro de 2018, 12h43 | Acessos: 776

Com o objetivo de renovar o conhecimento e desenvolver o saber crítico, quatro pesquisadores da Diretoria de Pesquisas Sociais (DIPES) da Fundação Joaquim Nabuco concluíram suas teses de doutorado em 2018.

Uma das pesquisadoras foi Carolina Beltrão de Medeiros, que defendeu a tese com o título: Expansão de iniciativas de inovação social: uma proposição adaptativa para analise de percursos. A partir de uma investigação com questionários aplicados, Carolina propôs um modelo para investigar de que forma as iniciativas de inovação social se expandem. “Essas iniciativas partem da sociedade para mudar uma situação que está insatisfatória ou gerar novas práticas”, explicou. Para isso, a pesquisadora analisou a associação União de Mães de Anjos (UMA), que acolhe famílias de crianças com microcefalia, e o Programa 1 Milhão de Cisternas (P1MC), criado para garantir água para famílias do semiárido brasileiro no período de estiagem.

Já o pesquisador Cesar de Mendonça Pereira investigou e analisou o Programa Cultura Viva. O Programa é uma iniciativa do Ministério da Cultura que visa ampliar o acesso da população a meios de produção e circulação cultural e estimular o protagonismo social. Para a avaliação, o pesquisador relacionou a Escala Subjetiva da Felicidade de Lyubomirsky e Lepper com essa política pública cultural. “A escala subjetiva de felicidade analisa a consideração geral da felicidade, comparação da felicidade, aproveitamento da vida e aparência de felicidade”, contou.

Quem também concluiu o doutorado em 2018 foi Solange Carlos de Carvalho, que desenvolveu sua pesquisa na área de Linguística. Com o título “A língua e o fortalecimento da identidade étnica dos Xururu da Serra do Ororubá em busca do sentido do ser”, a servidora realizou sua pesquisa pelo Programa de Pós-Graduação em Letras do Centro de Artes e Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco.

O Movimento Negro foi tema estudado pelo pesquisador da DIPES Carlos Augusto Sant’anna Guimarães. Através do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da Universidade Estadual de Campinas, Carlos realizou sua pesquisa intitulada “Movimento Negro e mudança institucional no Brasil: Políticas Municipais de Promoção da Igualdade Racial em Perspectiva Comparada (1995-2015)”.

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