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Carnaval nordestino é retratado na exposição “Aptidão para alegria: vem de berço”

Publicado: Terça, 05 de Fevereiro de 2019, 12h19 | Última atualização em Terça, 05 de Fevereiro de 2019, 12h19 | Acessos: 485

Mostra está montada na sala Vicente Rego Monteiro, no campus Derby, da Fundação Joaquim Nabuco

A alegria vem de berço e o móbile é feito de serpentinas. Desde cedo estamos tão habituados com o som dos batuques que os primeiros passos até ensaiam uma dança carnavalesca. E por isso não restam dúvidas: é no Brasil o melhor Carnaval do mundo. A festa desfila por todo o país e quando para no Nordeste pode ter certeza de que ela só ganha mais cor e alegria.

E, pensando nisso, o Museu do Homem do Nordeste da Fundação Joaquim Nabuco,o Muhne, colocou suas máscaras, vestiu as fantasias e foi brincar no meio da rua. A folia dessa vez é lá na Galeria Vicente do Rego Monteiro, campus Fundaj Derby, na exposição “Aptidão para alegria: vem de berço”. As quase cem peças que estão expostas fazem parte do acervo de Muhne, que aproveitou a proximidade da festa para “colocar o bloco na rua”.

Os tradicionais caboclo de lança, la ursa e o maranhense caboclo de plumas não poderiam faltar. Mas, além disso, tem muitas outras peças representando o Carnaval do Nordeste. A ideia é mostrar essa mistura dos estados e também de tempos. Máscaras antigas e recentes estão reunidas em uma parede colorida na entrada da galeria. “A grande importância da exposição é mostrar o acervo do Museu. Foi uma oportunidade que teve para mostrar um pouco do que está guardado e que o Muhne é um museu de antropologia, que vive na rua e também se renova”, explicou Ciema Mello, uma das curadoras da exposição.

Esculturas de madeira do Mestre Cunha, quadros dos pintores pernambucanos Montez Magno e Bajado são algumas das obras que convidam qualquer folião a antecipar a festa. Até os bonecos de Gilberto Freyre e do Maestro Nelson Ferreira - que saem com o Bloco da Turma da Jaqueira Segurando o Tale - estão na nossa exposição. “Onde você for pelo Brasil durante o Carnaval vai ter uma latinha batendo e brasileiro dançando. E é uma festa bem democrática, tem criança e tem idoso, é para todo mundo”, concluiu Ciema Mello.

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