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A visão do estrangeiro sobre Joaquim Nabuco

Publicado: Terça, 28 de Mai de 2019, 18h13 | Última atualização em Terça, 28 de Mai de 2019, 18h13 | Acessos: 343

Tema foi abordado pelo cônsul da Eslovênia na 417º Reunião do Seminário de Tropicologia na Fundaj

Abordando a visão do estrangeiro em relação a Joaquim Nabuco, o 417º encontro do Seminário de Tropicologia trouxe como palestrante para a Fundaj o cônsul Rainier Michael, do Consulado da República da Eslovênia. Em sua terceira edição de 2019, a reunião foi realizada nesta terça-feira (28), na Fundação Joaquim Nabuco, campus Casa Forte, na Sala Gilberto Freyre.

O presidente da Fundaj, Alfredo Bertini, fez a abertura  do seminário. “Nos últimos encontros, por estarmos completando 70 anos de casa, temos repensado sobre nosso fazer institucional. Dessa forma, prezamos por convidados que possam falar precisamente e com o devido respeito sobre Joaquim Nabuco e Gilberto Freyre. Trouxemos Reiner porque em conversa com o mesmo, a curiosidade sobre o seu repertório foi despertada. Fiquei interessado em entender melhor o olhar que alguém da vivência estrangeira tem sobre Joaquim Nabuco”, afirmou Bertini.

Durante o seminário foram abordadas questões importantes sobre a relação de Joaquim Nabuco com os estrangeiros. “Enumerei algumas observações importantes para falar sobre o legado de Nabuco como diplomata. Algo que precisa ser vivo e que as pessoas precisam tomar posse, ao invés de olhar como um ‘folclore’”, enfatizou Rainer Michael, do Consulado da República da Eslovênia e presidente do Instituto de Pesquisa em Relações Internacionais e Diplomacia (IPERID), e primeiro Think Tank do Nordeste.

Reiner também relacionou características de Nabuco com a instituição  “A Fundaj é aberta ao diálogo com o exterior e isso se revela como um cartão postal do caráter diplomático de Joaquim Nabuco.”

Depois que o convidado principal da tarde encerrou sua apresentação, foi aberta a palavra para os seminaristas contribuírem para os conhecimentos sobre o tema proposto. “O próprio Gilberto Freyre seguiu o exemplo de Joaquim Nabuco no que diz respeito a capacidade de dialogar e estabelecer relações. É importante se falar do legado dessas duas figuras porque o mesmo geraram instituições que projetam valores que precisam ser cultivados e também amadurecidos”, pontuou Gilberto Freyre Neto, secretário estadual de Cultura.

E alguns dos presentes enfatizaram características específicas da diplomacia de Joaquim Nabuco, que fizeram uma diferença importante para o Brasil e também para Pernambuco. “O ponto principal que quero destacar é o papel de ponte que a diplomacia possui. Joaquim Nabuco foi uma grande figura conciliadora nesse aspecto”, afirmou Lourival Holanda, professor de Letras da UFPE.

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