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Migração e mobilidade pendular: o polo de confecções de Pernambuco (Wilson Fusco), 2019 - 2020.

Publicado: Quinta, 08 de Abril de 2021, 10h33 | Última atualização em Quinta, 08 de Abril de 2021, 11h11 | Acessos: 314

Nome da Pesquisa: Migração e mobilidade pendular: o polo de confecções de Pernambuco

Data: 2019 - 2020

Instituição Financeira: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico

Equipe de Pesquisa: Dr. Wilson Fusco

Coordenador: Dr. Wilson Fusco

Resumo:

Esta pesquisa, atrelada à Bolsa de Produtividade em Pesquisa de 01/03/2017 a 29/02/2020, incluiu a realização de pesquisa bibliográfica, exploração e análise de dados secundários, e produção de dois artigos já submetidos a periódicos, tudo diretamente relacionado à pesquisa principal, mas também a participação em outros projetos de pesquisa, produção de capítulos de livros, apresentação de trabalhos em congressos, orientação de alunos de PIBIC, mestrado e doutorado, além da realização de um estágio pós-doutoral no Instituto de Geografia e Ordenamento do Território – IGOT – da Universidade de Lisboa.

O objetivo central da pesquisa foi analisar o processo migratório e de movimento pendular nos municípios de Caruaru, Santa Cruz do Capibaribe e Toritama (os quais configuram o polo de confecções do Agreste pernambucano). Com o desenvolvimento do projeto, percebeu-se a necessidade de se ampliar o território analisado em função do transbordamento das atividades de confecção e comércio de produtos de vestuários e acessórios. Ademais, foram observadas as questões de deslocamento espacial e suas relações com o trabalho na atividade de confecção e comercialização de vestuário e acessórios. Os dados utilizados têm como principal fonte as informações do Censo Demográfico realizado em 2010, complementados por informações de Censos anteriores (1991 e 2000) quando da análise temporal. As informações sobre migrantes e pendulares fazem parte dos microdados da amostra dos Censos de 2000 e 2010. Dada a diversidade de definições para o termo migrante, couberam algumas considerações para especificar seu uso nesta pesquisa. De forma geral, considerou-se migrante o indivíduo que, num determinado período, declarou ter mudado de residência entre duas unidades espaciais determinadas. Pelo fato de ser utilizado exclusivamente o Censo Demográfico como fonte de dados, ficam restringidas as características investigadas para estudar a migração ao escopo das variáveis censitárias, que se referem à naturalidade, ao tempo de residência, ao lugar de residência anterior (há menos de 10 anos), ao lugar de residência há 5 exatos anos da data de referência do Censo, e ao lugar de residência atual (ou seja, os municípios do polo de confecção de Pernambuco ou do aglomerado de municípios envolvidos) na data do Censo. As unidades espaciais adotadas no Censo Demográfico para caracterizar a migração possibilitaram a detecção de vários tipos de movimentos, mas, neste caso, somente foram considerados o município, a microrregião geográfica (principalmente), a UF e a Grande Região. Em síntese, foi considerado migrante, neste estudo, o indivíduo que realizou mudança de residência entre municípios no período intercensitário. Além disso, foram realizadas análises a respeito da mobilidade pendular dos trabalhadores em questão.

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