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Alemanha tem quatro das cinco usinas térmicas a carvão mais poluentes da União Europeia

Publicado: Quinta, 15 de Agosto de 2019, 12h06 | Última atualização em Quinta, 15 de Agosto de 2019, 12h06 | Acessos: 4637

 

Um relatório da organização ambiental WWF indica que quatro das cinco usinas térmicas a carvão da União Europeia ficam na Alemanha. A associação cobra mais esforços do país para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, já que esse tipo de energia é o mais poluente de todos.

 

https://www.ecodebate.com.br/2014/07/24/alemanha-tem-quatro-das-cinco-usinas-termicas-a-carvao-mais-poluentes-da-uniao-europeia/amp/?fbclid=IwAR3Tyoc5ICiFmgYQTOl1gFrmr7yFUDGmXJYARYBW0KAXH9jW57FPOCRGcJ8

 

EcoDebate

 

24/07/2014

Usina termelétrica de Jänschwalde, na Alemanha. Foto: n-tv

 

A WWF publicou uma lista com os 30 locais que mais emitem CO2 no bloco europeu. A central que ocupa o topo do ranking é a Belchatow, na Polônia, mas as quatro seguintes são alemãs: as de Neurath e de Niederaussem, da companhia RWE, no oeste do país, e as de Jänschwalde e Boxberg, da sueca Vattenfall, instaladas no leste.

“A Alemanha consome mais carvão para a produção de eletricidade que qualquer outro país da União Europeia, à frente da Polônia e da Grã Bretanha, que ocupam respectivamente o segundo e o terceiro lugares”, diz o estudo Europe’s Dirty 30 (Os Trinta mais Sujos”, em tradução livre). A pesquisa foi realizada em parceria com a Agência Europeia de Meio Ambiente e as organizações Climate Action Network, HEAL e Climate Alliance Germany.

No total, a Alemanha tem nove centrais classificadas como pouco respeitosas do meio ambiente, entre as 30 do ranking. O Reino Unido tem igual número de usinas consideradas poluentes demais. A lista segue com Polônia (4), Estônia (1), Espanha (1) e Portugal (1).

As centrais elétricas a carvão, responsáveis por 70% das emissões de CO2 do setor de energia no mundo, ainda respondem por 25% da produção energética europeia, de acordo com a WWF. “Na Europa, o número de centrais térmicas a carvão continua a funcionar por causa do preço relativamente baixo do carvão em relação ao gás. A isso se soma o baixo preço das cotas de emissão de CO2, que não orientam a indústria para uma produção menos poluente”, explica a organização. Para a associação, “a saída do carvão deve ser uma prioridade na Europa”.

Matéria da RFI, reproduzida pelo EcoDebate, 24/07/2014

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