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Situação dos Principais Reservatórios do Brasil – 04/10/2019

Publicado: Sexta, 04 de Outubro de 2019, 10h52 | Última atualização em Sexta, 04 de Outubro de 2019, 10h52 | Acessos: 238

Operador Nacional do Sistema Elétrico – ONS


Hidrelétrica de Xingó – Imagem do Google


Informação em 02/10/2019

Regiões SUDESTE / CENTRO-OESTE (situação atual  30,40%)

Principais Bacias

Principais Reservatórios

Situação Atual

Rio Paranaíba (38,43% da região)

Nova Ponte (11,20% do subsistema)

32,48%

 

Emborcação (10,62% do subsistema)

29,82%

 

Itumbiara (7,72% do subsistema)

22,42%

 

Serra do Facão (3,20% do subsistema)

31,14%

 

São Simão (2,47% do subsistema)

36,45%

 

Batalha (1,34% do subsistema)

37,82%

     

Rio Grande (25,32% da região)

·         Furnas (17,18% do subsistema)

28,61%

 

Maribondo (2,66% do subsistema)

25,66%

 

Água Vermelha (2,16% do subsistema)

27,10%

 

Mascarenhas de Moraes (2,14% do subsistema)

47,36%

     

Rio Paraná (2,98% da região)

Ilha Solteira (2,98% do subsistema)

66,36%

     

Rio Paranapanema (5,93% da região)

Jurumirim (2,06% do subsistema)

34,61%

 

Capivara (1,94% do subsistema)

23,85%

 

Chavantes (1,69% do subsistema)

37,28%

     

Paraíba do Sul (3,62% da região)

Paraibuna (2,19% do subsistema)

41,49%

     

São Francisco (1,28 da região)

Três Marias (1,14% do subsistema)

60,42%

     

Tietê (3,62% da região)

B. Bonita (1,33% do subsistema)

57,66%

 

Billings (1,20% do subsistema)

74,20%

 

Três Irmãos (1,15% do subsistema)

62,98%

     

Tocantins (17,41% da região)

Serra da Mesa (17,35% do subsistema)

17,48%

 

Região SUL (situação atual  40,62%)

Principais Bacias

Principais Reservatórios

Situação Atual

Rio Iguaçu (50,98% da região)

G. B. Munhoz (30,32% do subsistema)

28,49%

 

Salto Santiago (16,42% do subsistema)

56,51%

 

Segredo (2,29% do subsistema)

19,03%

 

Santa Clara-PR (1,85% do subsistema)

21,09%

     

Rio Jacuí (16,08% da região)

Passo Real (14,85% do subsistema)

74,21%

 

Ernestina (1,05% do subsistema)

91,58%

     

Rio Uruguai (29,89% da região)

Barra Grande (15,02% do subsistema)

31,18%

 

Passo Fundo (8,60% do subsistema)

41,75%

 

Machadinho (4,55% do subsistema)

23,28%

 

Campos Novos (15% do subsistema)

30,80%

     

Capivarí (1,92% da região)

G. P. Souza (1,92% do subsistema)

30,46%

     

Paranapanema (1,30% da região)

Mauá (1,30% do subsistema)

33,67%

 

Região NORDESTE (situação atual  43,52%)

Principais Bacias

Principais Reservatórios

Situação Atual

Rio São Francisco (96,96% da região)

Sobradinho (58,24% do subsistema)

36,17%

 

Três Marias (31,03% do subsistema)

60,42%

 

Itaparica (6,63% do subsistema)

37,73%

     

Jequitinhonha (1,95% da região)

Irape (1,95% do subsistema)

18,80%

 

Região NORTE (situação atual  47,34%)

Principais Bacias

Principais Reservatórios

Situação Atual

Rio Tocantins (94,71% da região)

Tucurui (50,74% do subsistema)

63,57%

 

Serra da Mesa (43,02% do subsistema)

17,48%

     

Amazonas (5,29% da região)

Balbina (5,14% do subsistema)

70,38%

 

Região

Capacidade Máxima de Armazenamento    

% Armazenamento

SUDESTE / CENTRO-OESTE

203.285

69,92

SUL

20.581

7,08

NORDESTE

51.831

17,83

NORTE

15.046

5,17

TOTAL

290.743

100

 

OBS – Reservatórios com percentuais iguais ou superiores a 100% significa dizer que estão sangrando.

- A cor vermelha significa dizer que o reservatório encontra-se com menos da metade de sua capacidade armazenada.

 

Informação em 25/09/2019

Regiões SUDESTE / CENTRO-OESTE (situação atual  32,14%)

Região SUL (situação atual  42,13%)

Região NORDESTE (situação atual  44,57%)

Região NORTE (situação atual  52,20%)

 

COMENTÁRIOS

João Suassuna – Pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco

 

É agravada a situação dos níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas do país. As da região Sudeste, por exemplo, as mais importantes em termos de geração, por acumularem 70% dos volumes das águas nas represas geradoras de energia, amargam 30,40% de suas capacidades, o que explica a necessidade do acionamento das baterias de termelétricas, responsáveis por uma geração sabidamente mais cara. Até a semana passada, o usuário da energia elétrica do país, estava pagando suas tarifas na modalidade “bandeira vermelha”. Essa semana, prevendo o início da quadra chuvosa na região Sudeste, para o mês de outubro, o governo federal reprogramou as cobranças das tarifas de energia, para “bandeira amarela”. Essa mudança na cor das bandeiras irá facilitar os pagamentos das contas, pelo usuário da energia, mas, mesmo assim, campanhas de economia de água e de energia, pela população, sempre são bem vindas!

 

 

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