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Cinco novos parques eólicos começam a operar em Pindaí até o final do ano

Publicado: Segunda, 07 de Outubro de 2019, 12h30 | Última atualização em Segunda, 07 de Outubro de 2019, 12h30 | Acessos: 330

https://www.atarde.uol.com.br/portalmunicipios/centrosul/noticias/2097276-cinco-novos-parques-eolicos-comecam-a-operar-em-pindai-ate-o-final-do-ano

A Tarde

04/10/2019

Parques espalhados pelo estado garantem mais energia renovável - Foto: Divulgação Enel Green Power

Parques espalhados pelo Estado garantem mais energia renovável

Líder nacional no número de parques eólicos e na comercialização de projetos, a Bahia vai consolidar ainda mais sua posição com a entrada em operação de mais cinco parques eólicos localizados no município de Pindaí, na região do Alto Sertão Produtivo. São eles Acauã, Arapapá, Papagaio, Teiú 2 e Tamanduá Mirim 2. Com 160 parques em operação atualmente, a geração de energia eólica na Bahia cresceu 49,9% no primeiro semestre de 2019, quando comparado com o mesmo período do ano passado. A produção, entre janeiro e junho deste ano, foi de 7.262 Gigawatt/hora (GW/h), enquanto no mesmo período de 2018 foi de 4.844,2 GW/h.

Segundo o Panorama de Energias Renováveis de setembro, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia (SDE), a geração de energia produzida no primeiro semestre deste ano, no estado, pode abastecer 9,6 milhões de residências/mês e até 28,8 milhões de habitantes. O estado apresentou os melhores aproveitamentos do vento para a geração de energia do país, no período. Os ventos baianos têm velocidade superior a necessária para a geração de energia, é unidirecional e constante. A região onde os parques estão instalados possui fatores de capacidade superior a 50% e atinge picos de 85% em meses mais produtivos.

“Nossos parques estão em ebulição. Somos o maior gerador de energia eólica, em uma região de semiárido, onde o povo está sendo beneficiado com a energia a partir dos ventos. Nós ainda temos muitos locais para instalar energia limpa e a Bahia será o futuro do Brasil na questão energética. Até 2024, o estado irá acrescentar mais de 1,5 GW na sua capacidade instalada”, afirma vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico (SDE).

Em dezembro, o Brasil completa 10 anos do primeiro leilão competitivo exclusivo para energia proveniente de fontes eólicas, realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Em uma década, a Bahia assumiu o protagonismo, tanto em número de usinas quanto na capacidade de geração de energia. Já foram investidos cerca de R$ 16 bilhões nos 160 empreendimentos em operação, que conta com um potencial instalado de 3,99 GW e a geração de mais de 29 mil empregos diretos, na construção dos parques.

 

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