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Jornalista de Brasília descobre as delícias do queijo de cabra produzido na fazenda de Manuelito em Taperoá (Novembro 2017)

Publicado: Terça, 07 de Novembro de 2017, 14h02 | Última atualização em Quinta, 20 de Dezembro de 2018, 21h37 | Acessos: 520

Jornalista de Brasília descobriu as delícias provenientes do queijo de cabra produzido na Paraíba, mais precisamente em Taperoá, na fazenda de Manuelito Vilar. Vale a pena ler a reprodução abaixo:

Os queijos de cabra literários do sertão paraibano

Usual na culinária francesa, produtores brasileiros de queijos temperados de cabra travam uma batalha com a Secretaria Estadual de Desenvolvimento de Agropecuária para renovar o registro dos produtos

POR MIRIAM MOURA

Hoje a coluna vai falar de gastronomia e literatura. É uma história bem brasileira que começa em 1971, quando o poeta e dramaturgo Ariano Suassuna lança o romance “A Pedra do Reino” e ganha o prêmio nacional de ficção do Ministério da Educação. Com o dinheiro, o poeta, em parceria com o primo, compadre e sócio Manuelito compra 200 cabras para iniciar uma produção de queijos.Visionário, Ariano Suassuna já apostava no potencial dos caprinos: “A cabra é o agente modificador político, econômico e literário do sertão do Nordeste”, previu.

Hoje, passadas muitas décadas, a frase faz todo o sentido. A fazenda Carnaúba, no município de Taperoá, no sertão da Paraíba, produz queijos com leite de cabras, temperados com ervas nativas. Os animais são das raças parda sertaneja, moxotó, graúna, serrana azul, repartida, canindé, marota, muciana preta, caoba e biritinga. Espalhados pela caatinga, provam que podem viver e resistir no árido sertão.

Confira o artigo completo aqui!

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