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Transposição do Rio São Francisco é um “elefante branco” construído a partir de um argumento falacioso. Entrevista especial com José do Patrocínio Tomaz Albuquerque (Junho 2018)

Publicado: Terça, 05 de Junho de 2018, 09h00 | Última atualização em Quinta, 20 de Dezembro de 2018, 21h39 | Acessos: 301

Apesar de o projeto de transposição do Rio São Francisco ter sido justificado por “uma situação de exaustão dos recursos hídricos nas bacias receptoras, os quais já não seriam mais suficientes para o atendimento das demandas humanas, urbanas e rurais”, esse argumento foi uma “falácia”, diz o geólogo José do Patrocínio Tomaz Albuquerque à IHU On-Line.

Na entrevista a seguir, concedida por e-mail, Patrocínio explica que os sistemas de abastecimento das cidades da região semiárida nordestina “entram em colapso por uma ou pelo conjunto das razões seguintes: inexistência de capacidade de regularização plurianual, 100% garantida, dos reservatórios utilizados como fonte de abastecimento por sua baixa capacidade de acumulação (...); falta de gerenciamento destes reservatórios, usando-os além de suas capacidades de regularização 100% garantida ou, ainda, obsolescência do sistema de abastecimento”. A razão da crise de abastecimento, insiste, “nunca” ocorreu “por falta de água nas respectivas bacias hidrográficas locais”.

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