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Grupo de trabalho discute operação dos reservatórios ao longo do Rio São Francisco (Agosto 2017)

Publicado: Terça, 22 de Agosto de 2017, 14h23 | Última atualização em Quinta, 20 de Dezembro de 2018, 21h40 | Acessos: 407

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Os membros do Grupo de Trabalho (GT) instituído pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF) para apresentar sugestões à proposta de resolução da Agência Nacional de Águas (ANA), a qual versa sobre as condições para a operação do Sistema Hídrico do rio São Francisco, se reuniram nesta sexta-feira (18 de agosto) no auditório do hotel Atlantic Suítes, em Maceió (AL). O grupo é formado pela Diretoria Executiva do Comitê e consultores convidados.

O presidente do CBHSF, Anivaldo Miranda, iniciou a reunião com a apresentação de um resumo sobre a proposta da agência federal, na qual constam questões como volume útil dos reservatórios, limite para a curva de segurança operativa e limites para as vazões mínimas médias diárias a serem liberadas pelos reservatórios, entre outras. “Nós do Comitê temos defendido junto à ANA a definição de um critério claro de operação dos reservatórios. Essa é a alternativa para sair desse cenário de caráter emergencial, que é o argumento utilizado pela agência federal para reduzir as vazões, daí surgiu essa proposta da resolução. Diante disso, também iremos apresentar nossas propostas em favor do São Francisco”, resumiu Miranda.

O professor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Valmir de Albuquerque Pedrosa e o consultor Pedro Molinas apresentaram seus relatórios referentes às propostas apresentadas pela ANA. Eles apontaram questões como impactos das defluências reduzidas na foz do Velho Chico; defenderam a realização de batimetria, ação que demonstra profundidade do rio e que permite determinar a topografia do seu leito, entre outras questões. Molinas apresentou uma informação preocupante. Segundo ele, desde 2012 não se registra nem mesmo 50% de armazenamento dos reservatórios.

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