Técnicos da Chesf agora querem operar transposição do São Francisco e perímetros irrigados (Agosto 2017)

Ao assumir essas novas funções, a Chesf irá assumir, também, todos os problemas que estão ocorrendo atualmente na bacia do Rio São Francisco e, em especial, no projeto da Transposição de suas águas.
Ela precisa refletir melhor sobre isso. A Chesf é uma mera usuária da água na geração de energia, assunto que sabe fazer com muita propriedade e competência. O uso da água na irrigação, no abastecimento do povo e no atendimento às demandas das indústrias, não é propriamente a sua área de atuação. Assumindo tudo isso, poderá resultar em problemas enormes para ela no futuro e, diga-se de passagem, de difíceis soluções.
Seria de mais valia que esses assuntos fossem levados à discussões em instâncias da sociedade civil organizada, principalmente naqueles assuntos que dizem respeito às irrigações realizadas nos perímetros sob a responsabilidade da Codevasf, nas ameaças de privatizações, que estão em curso na Chesf, principalmente em suas hidrelétricas, e em outros assuntos ligados ao meio ambiente da bacia do Velho Chico que perpassam as suas fronteiras de atuação.
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